Veículos - Paraíba: Domingo, 29 de dezembro de 2019 / I1
SUV da Ferrari deve chegar em 2021 e vai se chamar Purosangue
Novo modelo deverá ser fabricado com a mesma base do superesportivo Roma, de acordo com revista inglesa. Saiba mais detalhes da novidade
Nem a Ferrari escapou da onda de SUVs que invade o mundo automotivo. Apesar de alguma relutância, principalmente enquanto o falecido chefão da FCA, Sergio Marchionne , estava no comando, a marca do cavalo empinado terá um utilitário esportivo, provavelmente em 2021. O carro vai se chamar Purosangue e, de acordo com a revista inglesa Auto Express , terá a mesma base do recém-lançado modelo Roma.
Depois da Lamborghini e da Aston Martin, a Ferrari será a próxima marca tradicional de esportivos a se render ao apelo dos SUVs no mercado, segmento que, no Brasil, já atingiu 25% das vendas totais. O utilitário esportivo Purosangue já tem alguns esboços e projeções, como a do designer Daniel Crossman que imaginou como será o novo modelo da marca com mais de 8 décadas de história.
De acordo com o que apurou a Auto Express, em linhas gerais, a Ferrari terá dois tipos de arquitetura. Uma para os modelos com motores traseiros e outra para os traseiros. E entre os carros do primeiro grupo haverá alguns lançamentos, entre os quais o Purosangue e o Roma, cupê esportivo que acaba de ser apresentado.
No caso dos modelos da Ferrari com motores dianteiros, a marca prevê a utilização de modelos V6, V8 e V12. Mas o Purosangue não deverá ser fabricado com 12 cilindros e tudo indica que será um híbrido. Aliás, será cada vez mais raro aparecerem carros com uma dúzia de cilindros. Da marca italiana, apenas os hipercarros terão essa configuração, que nunca deverá contar com algum tipo de eletrificação, até por uma questão de aumento de peso do conjunto.
I2
Chevrolet Onix Premier: rodamos mais de 1.300 kms com a versão topo de linha
Hatch compacto mostra claros sinais de evolução para manter a liderança nas vendas, mas existem detalhes que ainda podem melhorar
Rodar mais de 1.300 quilômetros tanto na cidade quanto na estrada com o novo Chevrolet Onix rendeu uma série de conclusões sobre a segunda geração do carro mais vendido do Brasil. A primeira delas é que o hatch ficou com aspecto mais arrojado. Não foi apenas um frentista que elogiou a novidade nas vezes que tivemos que abastecer a versão topo de linha, cujo preço sugerido parte de R$ 69.990.
"Ficou bonito o novo Onix", disse um colega enquanto digitava na bomba de combustível."Esse não é o primeiro carro desse que aparece aqui hoje, ficou parecido com o Cruze hatch", comentaram em outro posto. Pelo visto, o visual do GM deve ter agradado. De fato, as lanternas traseiras lembram mesmo as do Cruze de dois volumes da primeira geração. E o aspecto geral do carro condiz com a dose (bem) maior de sofisticação adotada.
Na frente, há luzes diurnas de LED embutidas nas extremidades do para-choque. Além disso, a linha de cintura ficou mais alta, dando um ar de robustez extra ao carro, cuja traseira passou a ganhar mais detalhes e um estilo esportivo, algo reforçado por itens como as rodas de aro 16 montadas em pneus 195/55R 16 (Continental Power Contact 2, na unidade avaliada). Com 23 cm a mais que o Onix anterior, o novo tem mais presença, embora o entre-eixos não tenha aumentado muito, passando apenas de 2,53 m para 2,55m.
Ainda por fora, entre os destaques, estão os retrovisores externos com bom ângulo de visão e com a luz embutida do sistema de alerta de ponto cego. Mas bem que a GM poderia oferecer o recolhimento automático, algo cada vez mais útil nas vagas abertas de condomínios e shoppings e que alguns concorrentes têm, entre os quais, o Hyundai HB20 Diamond Plus.
No interior, fica ainda mais evidente o quanto o Chevrolet Onix evoluiu nessa nova geração, principalmente na versão topo de linha. Levaram bastante a sério a questão da segurança, com aviso de cinto desatados para todos os ocupantes, airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, ancoragem ISOFIX para cadeiras infantis, bancos dianteiros com encostos de cabeças incorporados à estrutura, faróis com refletores duplos, entre outros equipamentos.
Foi a central multimídia que consagrou o primeiro Onix e, nessa nova geração, o compacto passa a ter disponível um dos melhores sistemas do gênero hoje em dia. A tela é de alta resolução e, entre outros recursos, conta com acesso à internet a bordo, o que foi coseguido com uma parceria com a Claro.
LEIA MAIS: Hyundai HB20 1.0 Diamond Plus faz jogo rápido contra Fiat Argo 1.8 Precision
Os planos vão de R$ 29,90 a R$ 84,90, oferecendo 2, 5, 10 e 20 GB de capacidade para conexão. Tenho dois filhos adolecentes, que aprovaram a qualidade do sinal, acessando músicas no You Tube. Mas fiquei de olho e notei que há bastante oscilação, chegando a passar de 4G para 3G em alguns momentos. Entretanto, o sistema funciona bem com a antena que capta melhor o sinal do que qualquer aparelho de celular hoje em dia.
O porta-malas de 275 litros, porém, é apenas razoável. E notei que o comando do tipo "um toque" em todas as janelas precisa que o acionamento dos botões seja feito com certa vontade para funcionar. Porém, o acabamento me pareceu adequado para a faixa de preçodo carro e levando em conta o que oferecem os concorrentes. Na unidade avaliada, pintada de branco, parte do painel veio bege e a outra cinza, dando um certo ar de sofisticação.
Como anda o Chevrolet Onix Premier
Chevrolet Onix da nova geração pode ser internet a bordo entre os vários equipamentos sofisticados disponíveis
A versão Premier vem com o novo motor 1.0, de três cilindros, turbo, que rende 116 cv e bons 16,8 kgfm a 2.000 rpm. Pois bem, é moderno e eficiente, com variador de fase na admissão e escape, mas é preciso saber mantê-lo dentro da faixa ideal de utilização, quando responde bem ao comando do acelerador. Isso porque nos pareceu que toda força aparece de uma vez, sempre acima dos 2.000 rpm. Abaixo disso, falta fôlego.
Vale lembrar que avaliamos a versão automática, com caixa de seis marchas, que permite trocas sequenciais, mas apenas por meio de um incômodo botão na própria alavanca, o que acaba desencorajando assumir o controle das trocas. O que pode ajudar é que, pelo menos na estrada, para subir o giro do motor com facilidade, basta dar um rápido toque mais forte o acelerador para provocar uma redução (efeito kick-down). Depois, basta seguir o embalo.
Ao ganhar rotação, aparece aquele ronco característico dos motores de três cilindros, com certo tom esportivo. Mas nessa versão turbo é melhor ir devagar com o andar se não quiser gastar muito combustível. De acordo com o Inmetro, o carro faz 8,3 km/l de etanol na cidade e 10,7 km/l na estrada, dando uma média de 9,5 km/l. Pelo computador de bordo, ficou registrada uma média de 9,6 km/l nos mais de 1.300 km que rodamos.
Com etanol, ainda de acordo com o Inmetro, com apenas etanol no tanque de 44 litros, o carro fica com uma autonomia teórica da estrada de 470,8 km e de 365,2 km na cidade. Com gasolina, esses números passam para 664,4 km e 523,6 km, respectivamente, o que é apenas aceitável. Econômico mesmo é o novo Onix com motor 1.0, aspirado, de três cilindros, um dos 5 modelos que menos gastam hoje em dia no Brasil .
De resto, no que se refere à estabilidade, o carro agrada bastante, transmitindo segurança em qualquer situação. Aliás, dirigir o Chevrolet Onix Premier ficou bem mais agradável na comparação com a geração anterior pela posição de dirigir perfeita, com o ponto H (base do acento) onde sempre deveria estar. Bom também é o volante de três raios de boa empunhadora e a direção precisa, leve nas manobras e que vai ganhando peso com o aumento da velocidade.
Ponto positivo também para os freios, que embora tenham tambores no eixo traseiro sempre mostraram eficiência em todas as situações que enfrentamos com o carro. Há que se elogiar até a calibragem do hidrovácuo, na medida certa, o que permite encontrar a força necessária para uma boa frenagem com facilidade, sem risco de causar trancos. Enfim, qualidades é que não faltam para o Chevrolet Onix se manter no topo da lista dos modelos mais vendidos do País.
Conclusão
O novo Chevrolet Onix Premier acaba de chegar às lojas. Depois de rodar bastante com o carro, o saldo é bastante positivo. Belo design, vários equipamentos sofisticados disponíneis (até internet a bordo) e conjunto bem acertado. Faltam só alguns detalhes para ficar perfeito, como o motor com uma curva de torque mais plana, retrovisores com rebatimento automático e hastes no volante para trocas sequenciais.
Ficha técnica
Chevrolet Onix Premier
Motor: 1.0, três cilindros, turbo, flex
Potência : 116 cv a 5.500 rpm
Torque: 16,8 kgfm (E) / 16,3 (G) a 2.000 rpm
Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira
Suspensão:Independente (dianteira e traseira)
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
Pneus: 195/55 R16
Dimensões: 4,16 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,55 m (entre-eixos)
Tanque : 44 litros
Porta-malas: 275 litros
Consumo: 12,9 km/l (cidade) /15,1 km/l (estrada) com gasolina
0 a 100 km/h: 10,1 segundos
Vel. Max: 187 km/h
I3
Land Rover quer “mini Defender” com preço de Jeep Compass, aponta site
Novo 4x4 da marca britânica será mais simples para brigar na mesma faixa de preços dos SUVs médios
Land Rover Defender é um dos carros mais emblemáticos da marca britânica
A Land Rover estaria trabalhando em 4×4 mais acessível, que será inspirado no visual do Defender de nova geração (que chega ao Brasil em 2020) e irá custar cerca de 25.000 libras (cerca de R$ 137 mil), a mesma faixa de preços do Jeep Compass no Reino Unido.
É o que aponta uma reportagem publicada no site da revista britânica Autocar . De acordo com a publicação, o novo modelo será baseado na plataforma D10, versão de baixo custo da base do Range Rover Evoque de 1ª geração e que é usada no utilitário Tata Harrier . Vale lembrar que a indiana Tata é a atual dona da marca britânica.
Com o modelo, a marca pretende oferecer um produto capaz de brigar na mesma faixa de preços dos SUVs médios e das versões de entrada de modelos premium como o Volvo XC40 e o BMW X1. Além do novo 4×4 de entrada, a Land Rover prepara ainda um modelo de luxo também inspirado pelo Defender. O utilitário, que deverá se chamar Defender Sport, será o 1º carro 100% da empresa.
I4
Audi começa a aceitar encomendas para nova geração do SUV Q3
Novidade chega da Hungria, mas poderá ser feita no Brasil dependendo da demanda. Com motor 1.4 turbo, SUV desembarca a partir de R$ 179.990
Audi inicia a pré-venda do modelo mais importante da marca alemã dentro do repertório nacional, o SUV Q3. Antes fabricado em São José dos Pinhais (PR), o modelo virá ao Brasil importado da Hungria, no início de 2020.
O Audi Q3 terá três versões no Brasil, partindo de R$ 179.990. Todas terão motor 1.4 turbo de 150 cv de potência e 25 kgfm de torque, com transmissão automática S-tronic de dupla embreagem. Dessa forma, o modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos.
No pacote de segurança, destaque para o controle de cruzeiro adaptativo com a tecnologia Pre Sense. Dessa forma, o Q3 prepara o habitáculo no caso de uma colisão iminente, fechando vidros, teto-solar e apertando os cintos dos passageiros e motorista.
O pacote de customização da nova geração do SUV inclui nove opções de cores e quatro para o acabamento interno. Os clientes que encomendarem o Q3 na pré-venda terão quatro anos de garantia e valorização de até R$ 10 mil no seminovo. Mais informações serão divulgadas durante o lançamento oficial. A reportagem de iG Carros participa da expedição ao volante do novo Audi Q3 e dará mais detalhes sobre impressões ao dirigir nas mais variadas condições.
Audi e-tron Quattro chegará ao Brasil no início de 2020 para ser o primeiro SUV elétrico da marca no País
Com as vendas do último lote do A3 Sedan de edição comemorativa, a Audi encerrará suas atividades na fábrica de São José dos Pinhais (PR) pelos próximos anos. A nacionalização de outros modelos ainda é estudada, mas o presidente e CEO da marca, Johannes Roscheck, garantiu que ainda teremos modelos feitos no Brasil no futuro.
Depois do Audi Q3 , em 2020, a marca também prepara o lançamento do SUV elétrico e-tron, que tem valor promocional de pré-venda em R$ 459.990. O rival do Jaguar I-Pace terá oito anos de garantia para as baterias, carregador extra e valorização de R$ 20 mil do seminovo. No segundo semestre, será a vez da reestilização do Q7.
I5
Renault Logan 1.6 Zen manual tem o melhor custo-benefício da categoria?
Sedã compacto parte de R$ 59.490 e traz apenas o básico; veja impressões
O fenômeno dos carros automáticos veio para ficar em todo o mundo. Nos Estados Unidos, veículos manuais já são vendidos com um folheto de instruções para ensinar aos ‘millennials’ que é preciso afundar o pedal da embreagem (três pedais, oi?) para se locomover. A situação não é diferente no Brasil, onde carros automáticos já igualaram os números dos manuais - muito por conta das vendas PcD, que já correspondem a 13% do mercado.
Mas muitas pessoas ainda preferem o modo ‘old-school’ e acham que não trocar de marcha é uma vaidade. E de fato, os manuais são muito mais baratos, práticos e econômicos que os automáticos. Uma boa prova disso é o Renault Logan 1.6 Zen da avaliação de hoje.
Ele custa R$ 59.490, sendo exatamente R$ 8 mil mais em conta que a versão com câmbio CVT. Neste pacote, há sensor de estacionamento traseiro e central multimídia Media NAV com Apple CarPlay e Android Auto, mas carece de retrovisores elétricos, câmera de ré e faróis de neblina. Ou seja, sem vaidades.
O volante multifuncional é do Clio europeu, mas a Renault perdeu a oportunidade de aproveitá-lo. Os comandos de áudio continuam em um apêndice ao lado da coluna de direção. Não gosto, mas já acostumei.
Não dá para dizer que o acabamento do Logan é capaz de encher os olhos, mas o sedã é muito bem montado. Os encaixes são precisos e sem rebarbas, como um bom veículo que aposta na relação custo-benefício para conquistar o público.
O Logan é, de fato, um carro de tamanho considerável, e talvez o único de sua categoria capaz de levar cinco ocupantes sem muito aperto - ainda que sentar no meio do banco traseiro seja uma posição ingrata. Ele tem 2,63 metros de entre-eixos (ante apenas 2,46 m do Volkswagen Voyage) e 1,73 metros de largura (contra 1,65). Não à toa, é o queridinho dos motoristas de aplicativo.
O porta-malas também é um ponto a favor deste espaçoso Renault. São 510 litros de capacidade, superando por muito os 480 litros do Voyage e os 379 litros do antigo Fiesta Sedan. Sua abertura ainda conta com alças “pescoço de ganso” que roubam um pouco da área útil, mas continua sendo um verdadeiro latifúndio.
Condução enxuta
O cluster do Renault Logan tem uma pequena tela de bordo; funcionalidades são limitadas
A dirigibilidade do Renault Logan 1.6 manual tem alguns prós e contras bem pontuais. Para começar, a direção é eletro-hidráulica, passando o “rebote” das imperfeições do solo para a mãos do motorista. Isso também faz com que ela seja um tanto quanto pesada na comparação com o VW Voyag e, dificultando na hora de manobrar.
Eis uma boa notícia para você que precisa de mais um motivo para desconsiderar o Logan CVT: o modelo manual não teve sua suspensão elevada. Do ponto de vista estético, ele fica mais equilibrado sem aquele visual de “Stepway”. Para sua dirigibilidade, garante um comportamento mais estável. Infelizmente, não há controle de estabilidade e tração nas versões manuais.
O motor 1.6 de 116 cv de potência a 5.500 rpm e 16 kgfm de torque a 4.000 rpm se mostra adequado para um carro de apenas 1080 kg. Há disposição de sobra para enfrentar subidas (mesmo com o carro cheio) e retomadas na estrada, mas o câmbio manual ainda não fica livre de críticas.
Apesar do escalonamento curto, a transmissão de cinco marchas poderia ter engates mais macios e precisos (ponto para o Voyage). De acordo com o Inmetro, o Logan manual pode anotar 8,7 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, além de 13 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada com gasolina.
Por R$ 59.490, o Renault Logan 1.6 Zen com câmbio manual reafirma seu foco na relação custo-benefício. É um carro básico, sem retrovisores elétricos, controle de estabilidade e volante multifuncional, mas suas qualidades se destacam pela etiqueta.
Motor: 1.6, quatro cilindros, flex
Potência: 118 cv (E)/ 115 (G) a 5.500 rpm
Torque: 16 kgfm a 4.000 rpm
Transmissão: manual, seis marchas, tração dianteira
Suspensão: independente (dianteira), eixo de torção (traseira)
Pneus: 205/55 R16
Porta-malas: 510 litros
Dimensões: 4,35 metros (comprimento), 1,73 m (largura), 1,57 m (altura), 2,64 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 11,2 segundos
Vel. Máx: 177 km/h
Autonomia: 585 km (cidade), 670 km (estrada)
I6
MV Agusta confirma esportiva mais acessível para 2020 ou 2021
Em parceria com a chinesa Loncin, naked da marca italiana de motos exclusivas tem visual das Brutale, mas com motores entre 350 cc e 500 cc
A MV Agusta — querida pelos entusiastas por suas motos esportivas artesanais — confirma a produção de sua novidade de baixa cilindrada para a Ásia. A partir do primeiro modelo anunciado, com motor bicilíndrico de 350 cc, é provável, ainda, que outros com até 500 cc cheguem na sequência, a partir de uma parceria da marca italiana com a chinesa Loncin. Assim como a nova Harley-Davidson de baixa cilindrada, ela é perfeita para mercados emergentes como o Brasil.
A previsão de lançamento será entre 2020 e 2021, e se vier ao Brasil, será a opção “premium” ante as rivais Yamaha MT-03 (R$ 22.290), Kawasaki Z400 (R$ 23.290) e a KTM 390 Duke (R$ 24.990). O CEO da MV Agusta , Timur Sardarov, afirmou que vai custar entre € 6.000 to € 7.000 na Europa, o equivalente a uma faixa de preços entre R$ 27.900 e R$ 32.600 em conversão direta, com a meta de vender 25 mil motos por ano daqui a cinco anos.
Ainda não há especificações divulgadas, mas espera-se que terá mais de 40 cv e 3,5 kgfm, podendo chegar a rotações em torno dos 11 mil rpm. Nessa lógica, o desempenho deverá ficar na casa dos 6 segundos e a velocidade máxima próximo dos 200 km/h. Ao que o visual dá a entender, será uma das nakeds esportivas com a posição dirigir mais próximas às carenadas.
Detalhe no farol chama atenção no modelo esportivo que mostra estilo arrojado
Além disso, rumores a partir dos depoimentos do CEO da MV Agusta apontam que novas trail também podem vir a surgir, a partir da nova meta das 25 mil unidades e do desenvolvimento do novo motor bicilíndrico. Tal como os SUVs para os automóveis, trata-se de um segmento de grande tendência no mundo, e é por isso que marcas como a Harley-Davidson, a Royal Enfield e até as marcas de volume aderiram à causa.
SUV da Ferrari deve chegar em 2021 e vai se chamar Purosangue
Novo modelo deverá ser fabricado com a mesma base do superesportivo Roma, de acordo com revista inglesa. Saiba mais detalhes da novidade
Nem a Ferrari escapou da onda de SUVs que invade o mundo automotivo. Apesar de alguma relutância, principalmente enquanto o falecido chefão da FCA, Sergio Marchionne , estava no comando, a marca do cavalo empinado terá um utilitário esportivo, provavelmente em 2021. O carro vai se chamar Purosangue e, de acordo com a revista inglesa Auto Express , terá a mesma base do recém-lançado modelo Roma.
Depois da Lamborghini e da Aston Martin, a Ferrari será a próxima marca tradicional de esportivos a se render ao apelo dos SUVs no mercado, segmento que, no Brasil, já atingiu 25% das vendas totais. O utilitário esportivo Purosangue já tem alguns esboços e projeções, como a do designer Daniel Crossman que imaginou como será o novo modelo da marca com mais de 8 décadas de história.
De acordo com o que apurou a Auto Express, em linhas gerais, a Ferrari terá dois tipos de arquitetura. Uma para os modelos com motores traseiros e outra para os traseiros. E entre os carros do primeiro grupo haverá alguns lançamentos, entre os quais o Purosangue e o Roma, cupê esportivo que acaba de ser apresentado.
No caso dos modelos da Ferrari com motores dianteiros, a marca prevê a utilização de modelos V6, V8 e V12. Mas o Purosangue não deverá ser fabricado com 12 cilindros e tudo indica que será um híbrido. Aliás, será cada vez mais raro aparecerem carros com uma dúzia de cilindros. Da marca italiana, apenas os hipercarros terão essa configuração, que nunca deverá contar com algum tipo de eletrificação, até por uma questão de aumento de peso do conjunto.
I2
Chevrolet Onix Premier: rodamos mais de 1.300 kms com a versão topo de linha
Hatch compacto mostra claros sinais de evolução para manter a liderança nas vendas, mas existem detalhes que ainda podem melhorar
Rodar mais de 1.300 quilômetros tanto na cidade quanto na estrada com o novo Chevrolet Onix rendeu uma série de conclusões sobre a segunda geração do carro mais vendido do Brasil. A primeira delas é que o hatch ficou com aspecto mais arrojado. Não foi apenas um frentista que elogiou a novidade nas vezes que tivemos que abastecer a versão topo de linha, cujo preço sugerido parte de R$ 69.990.
"Ficou bonito o novo Onix", disse um colega enquanto digitava na bomba de combustível."Esse não é o primeiro carro desse que aparece aqui hoje, ficou parecido com o Cruze hatch", comentaram em outro posto. Pelo visto, o visual do GM deve ter agradado. De fato, as lanternas traseiras lembram mesmo as do Cruze de dois volumes da primeira geração. E o aspecto geral do carro condiz com a dose (bem) maior de sofisticação adotada.
Na frente, há luzes diurnas de LED embutidas nas extremidades do para-choque. Além disso, a linha de cintura ficou mais alta, dando um ar de robustez extra ao carro, cuja traseira passou a ganhar mais detalhes e um estilo esportivo, algo reforçado por itens como as rodas de aro 16 montadas em pneus 195/55R 16 (Continental Power Contact 2, na unidade avaliada). Com 23 cm a mais que o Onix anterior, o novo tem mais presença, embora o entre-eixos não tenha aumentado muito, passando apenas de 2,53 m para 2,55m.
Ainda por fora, entre os destaques, estão os retrovisores externos com bom ângulo de visão e com a luz embutida do sistema de alerta de ponto cego. Mas bem que a GM poderia oferecer o recolhimento automático, algo cada vez mais útil nas vagas abertas de condomínios e shoppings e que alguns concorrentes têm, entre os quais, o Hyundai HB20 Diamond Plus.
No interior, fica ainda mais evidente o quanto o Chevrolet Onix evoluiu nessa nova geração, principalmente na versão topo de linha. Levaram bastante a sério a questão da segurança, com aviso de cinto desatados para todos os ocupantes, airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, ancoragem ISOFIX para cadeiras infantis, bancos dianteiros com encostos de cabeças incorporados à estrutura, faróis com refletores duplos, entre outros equipamentos.
Foi a central multimídia que consagrou o primeiro Onix e, nessa nova geração, o compacto passa a ter disponível um dos melhores sistemas do gênero hoje em dia. A tela é de alta resolução e, entre outros recursos, conta com acesso à internet a bordo, o que foi coseguido com uma parceria com a Claro.
LEIA MAIS: Hyundai HB20 1.0 Diamond Plus faz jogo rápido contra Fiat Argo 1.8 Precision
Os planos vão de R$ 29,90 a R$ 84,90, oferecendo 2, 5, 10 e 20 GB de capacidade para conexão. Tenho dois filhos adolecentes, que aprovaram a qualidade do sinal, acessando músicas no You Tube. Mas fiquei de olho e notei que há bastante oscilação, chegando a passar de 4G para 3G em alguns momentos. Entretanto, o sistema funciona bem com a antena que capta melhor o sinal do que qualquer aparelho de celular hoje em dia.
O porta-malas de 275 litros, porém, é apenas razoável. E notei que o comando do tipo "um toque" em todas as janelas precisa que o acionamento dos botões seja feito com certa vontade para funcionar. Porém, o acabamento me pareceu adequado para a faixa de preçodo carro e levando em conta o que oferecem os concorrentes. Na unidade avaliada, pintada de branco, parte do painel veio bege e a outra cinza, dando um certo ar de sofisticação.
Como anda o Chevrolet Onix Premier
Chevrolet Onix da nova geração pode ser internet a bordo entre os vários equipamentos sofisticados disponíveis
A versão Premier vem com o novo motor 1.0, de três cilindros, turbo, que rende 116 cv e bons 16,8 kgfm a 2.000 rpm. Pois bem, é moderno e eficiente, com variador de fase na admissão e escape, mas é preciso saber mantê-lo dentro da faixa ideal de utilização, quando responde bem ao comando do acelerador. Isso porque nos pareceu que toda força aparece de uma vez, sempre acima dos 2.000 rpm. Abaixo disso, falta fôlego.
Vale lembrar que avaliamos a versão automática, com caixa de seis marchas, que permite trocas sequenciais, mas apenas por meio de um incômodo botão na própria alavanca, o que acaba desencorajando assumir o controle das trocas. O que pode ajudar é que, pelo menos na estrada, para subir o giro do motor com facilidade, basta dar um rápido toque mais forte o acelerador para provocar uma redução (efeito kick-down). Depois, basta seguir o embalo.
Ao ganhar rotação, aparece aquele ronco característico dos motores de três cilindros, com certo tom esportivo. Mas nessa versão turbo é melhor ir devagar com o andar se não quiser gastar muito combustível. De acordo com o Inmetro, o carro faz 8,3 km/l de etanol na cidade e 10,7 km/l na estrada, dando uma média de 9,5 km/l. Pelo computador de bordo, ficou registrada uma média de 9,6 km/l nos mais de 1.300 km que rodamos.
Com etanol, ainda de acordo com o Inmetro, com apenas etanol no tanque de 44 litros, o carro fica com uma autonomia teórica da estrada de 470,8 km e de 365,2 km na cidade. Com gasolina, esses números passam para 664,4 km e 523,6 km, respectivamente, o que é apenas aceitável. Econômico mesmo é o novo Onix com motor 1.0, aspirado, de três cilindros, um dos 5 modelos que menos gastam hoje em dia no Brasil .
De resto, no que se refere à estabilidade, o carro agrada bastante, transmitindo segurança em qualquer situação. Aliás, dirigir o Chevrolet Onix Premier ficou bem mais agradável na comparação com a geração anterior pela posição de dirigir perfeita, com o ponto H (base do acento) onde sempre deveria estar. Bom também é o volante de três raios de boa empunhadora e a direção precisa, leve nas manobras e que vai ganhando peso com o aumento da velocidade.
Ponto positivo também para os freios, que embora tenham tambores no eixo traseiro sempre mostraram eficiência em todas as situações que enfrentamos com o carro. Há que se elogiar até a calibragem do hidrovácuo, na medida certa, o que permite encontrar a força necessária para uma boa frenagem com facilidade, sem risco de causar trancos. Enfim, qualidades é que não faltam para o Chevrolet Onix se manter no topo da lista dos modelos mais vendidos do País.
Conclusão
O novo Chevrolet Onix Premier acaba de chegar às lojas. Depois de rodar bastante com o carro, o saldo é bastante positivo. Belo design, vários equipamentos sofisticados disponíneis (até internet a bordo) e conjunto bem acertado. Faltam só alguns detalhes para ficar perfeito, como o motor com uma curva de torque mais plana, retrovisores com rebatimento automático e hastes no volante para trocas sequenciais.
Ficha técnica
Chevrolet Onix Premier
Motor: 1.0, três cilindros, turbo, flex
Potência : 116 cv a 5.500 rpm
Torque: 16,8 kgfm (E) / 16,3 (G) a 2.000 rpm
Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira
Suspensão:Independente (dianteira e traseira)
Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira
Pneus: 195/55 R16
Dimensões: 4,16 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,55 m (entre-eixos)
Tanque : 44 litros
Porta-malas: 275 litros
Consumo: 12,9 km/l (cidade) /15,1 km/l (estrada) com gasolina
0 a 100 km/h: 10,1 segundos
Vel. Max: 187 km/h
I3
Land Rover quer “mini Defender” com preço de Jeep Compass, aponta site
Novo 4x4 da marca britânica será mais simples para brigar na mesma faixa de preços dos SUVs médios
Land Rover Defender é um dos carros mais emblemáticos da marca britânica
A Land Rover estaria trabalhando em 4×4 mais acessível, que será inspirado no visual do Defender de nova geração (que chega ao Brasil em 2020) e irá custar cerca de 25.000 libras (cerca de R$ 137 mil), a mesma faixa de preços do Jeep Compass no Reino Unido.
É o que aponta uma reportagem publicada no site da revista britânica Autocar . De acordo com a publicação, o novo modelo será baseado na plataforma D10, versão de baixo custo da base do Range Rover Evoque de 1ª geração e que é usada no utilitário Tata Harrier . Vale lembrar que a indiana Tata é a atual dona da marca britânica.
Com o modelo, a marca pretende oferecer um produto capaz de brigar na mesma faixa de preços dos SUVs médios e das versões de entrada de modelos premium como o Volvo XC40 e o BMW X1. Além do novo 4×4 de entrada, a Land Rover prepara ainda um modelo de luxo também inspirado pelo Defender. O utilitário, que deverá se chamar Defender Sport, será o 1º carro 100% da empresa.
I4
Audi começa a aceitar encomendas para nova geração do SUV Q3
Novidade chega da Hungria, mas poderá ser feita no Brasil dependendo da demanda. Com motor 1.4 turbo, SUV desembarca a partir de R$ 179.990
Audi inicia a pré-venda do modelo mais importante da marca alemã dentro do repertório nacional, o SUV Q3. Antes fabricado em São José dos Pinhais (PR), o modelo virá ao Brasil importado da Hungria, no início de 2020.
O Audi Q3 terá três versões no Brasil, partindo de R$ 179.990. Todas terão motor 1.4 turbo de 150 cv de potência e 25 kgfm de torque, com transmissão automática S-tronic de dupla embreagem. Dessa forma, o modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos.
No pacote de segurança, destaque para o controle de cruzeiro adaptativo com a tecnologia Pre Sense. Dessa forma, o Q3 prepara o habitáculo no caso de uma colisão iminente, fechando vidros, teto-solar e apertando os cintos dos passageiros e motorista.
O pacote de customização da nova geração do SUV inclui nove opções de cores e quatro para o acabamento interno. Os clientes que encomendarem o Q3 na pré-venda terão quatro anos de garantia e valorização de até R$ 10 mil no seminovo. Mais informações serão divulgadas durante o lançamento oficial. A reportagem de iG Carros participa da expedição ao volante do novo Audi Q3 e dará mais detalhes sobre impressões ao dirigir nas mais variadas condições.
Audi e-tron Quattro chegará ao Brasil no início de 2020 para ser o primeiro SUV elétrico da marca no País
Com as vendas do último lote do A3 Sedan de edição comemorativa, a Audi encerrará suas atividades na fábrica de São José dos Pinhais (PR) pelos próximos anos. A nacionalização de outros modelos ainda é estudada, mas o presidente e CEO da marca, Johannes Roscheck, garantiu que ainda teremos modelos feitos no Brasil no futuro.
Depois do Audi Q3 , em 2020, a marca também prepara o lançamento do SUV elétrico e-tron, que tem valor promocional de pré-venda em R$ 459.990. O rival do Jaguar I-Pace terá oito anos de garantia para as baterias, carregador extra e valorização de R$ 20 mil do seminovo. No segundo semestre, será a vez da reestilização do Q7.
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Renault Logan 1.6 Zen manual tem o melhor custo-benefício da categoria?
Sedã compacto parte de R$ 59.490 e traz apenas o básico; veja impressões
O fenômeno dos carros automáticos veio para ficar em todo o mundo. Nos Estados Unidos, veículos manuais já são vendidos com um folheto de instruções para ensinar aos ‘millennials’ que é preciso afundar o pedal da embreagem (três pedais, oi?) para se locomover. A situação não é diferente no Brasil, onde carros automáticos já igualaram os números dos manuais - muito por conta das vendas PcD, que já correspondem a 13% do mercado.
Mas muitas pessoas ainda preferem o modo ‘old-school’ e acham que não trocar de marcha é uma vaidade. E de fato, os manuais são muito mais baratos, práticos e econômicos que os automáticos. Uma boa prova disso é o Renault Logan 1.6 Zen da avaliação de hoje.
Ele custa R$ 59.490, sendo exatamente R$ 8 mil mais em conta que a versão com câmbio CVT. Neste pacote, há sensor de estacionamento traseiro e central multimídia Media NAV com Apple CarPlay e Android Auto, mas carece de retrovisores elétricos, câmera de ré e faróis de neblina. Ou seja, sem vaidades.
O volante multifuncional é do Clio europeu, mas a Renault perdeu a oportunidade de aproveitá-lo. Os comandos de áudio continuam em um apêndice ao lado da coluna de direção. Não gosto, mas já acostumei.
Não dá para dizer que o acabamento do Logan é capaz de encher os olhos, mas o sedã é muito bem montado. Os encaixes são precisos e sem rebarbas, como um bom veículo que aposta na relação custo-benefício para conquistar o público.
O Logan é, de fato, um carro de tamanho considerável, e talvez o único de sua categoria capaz de levar cinco ocupantes sem muito aperto - ainda que sentar no meio do banco traseiro seja uma posição ingrata. Ele tem 2,63 metros de entre-eixos (ante apenas 2,46 m do Volkswagen Voyage) e 1,73 metros de largura (contra 1,65). Não à toa, é o queridinho dos motoristas de aplicativo.
O porta-malas também é um ponto a favor deste espaçoso Renault. São 510 litros de capacidade, superando por muito os 480 litros do Voyage e os 379 litros do antigo Fiesta Sedan. Sua abertura ainda conta com alças “pescoço de ganso” que roubam um pouco da área útil, mas continua sendo um verdadeiro latifúndio.
Condução enxuta
O cluster do Renault Logan tem uma pequena tela de bordo; funcionalidades são limitadas
A dirigibilidade do Renault Logan 1.6 manual tem alguns prós e contras bem pontuais. Para começar, a direção é eletro-hidráulica, passando o “rebote” das imperfeições do solo para a mãos do motorista. Isso também faz com que ela seja um tanto quanto pesada na comparação com o VW Voyag e, dificultando na hora de manobrar.
Eis uma boa notícia para você que precisa de mais um motivo para desconsiderar o Logan CVT: o modelo manual não teve sua suspensão elevada. Do ponto de vista estético, ele fica mais equilibrado sem aquele visual de “Stepway”. Para sua dirigibilidade, garante um comportamento mais estável. Infelizmente, não há controle de estabilidade e tração nas versões manuais.
O motor 1.6 de 116 cv de potência a 5.500 rpm e 16 kgfm de torque a 4.000 rpm se mostra adequado para um carro de apenas 1080 kg. Há disposição de sobra para enfrentar subidas (mesmo com o carro cheio) e retomadas na estrada, mas o câmbio manual ainda não fica livre de críticas.
Apesar do escalonamento curto, a transmissão de cinco marchas poderia ter engates mais macios e precisos (ponto para o Voyage). De acordo com o Inmetro, o Logan manual pode anotar 8,7 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, além de 13 km/l na cidade e 14,1 km/l na estrada com gasolina.
Por R$ 59.490, o Renault Logan 1.6 Zen com câmbio manual reafirma seu foco na relação custo-benefício. É um carro básico, sem retrovisores elétricos, controle de estabilidade e volante multifuncional, mas suas qualidades se destacam pela etiqueta.
Motor: 1.6, quatro cilindros, flex
Potência: 118 cv (E)/ 115 (G) a 5.500 rpm
Torque: 16 kgfm a 4.000 rpm
Transmissão: manual, seis marchas, tração dianteira
Suspensão: independente (dianteira), eixo de torção (traseira)
Pneus: 205/55 R16
Porta-malas: 510 litros
Dimensões: 4,35 metros (comprimento), 1,73 m (largura), 1,57 m (altura), 2,64 m (entre-eixos)
0 a 100 km/h: 11,2 segundos
Vel. Máx: 177 km/h
Autonomia: 585 km (cidade), 670 km (estrada)
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MV Agusta confirma esportiva mais acessível para 2020 ou 2021
Em parceria com a chinesa Loncin, naked da marca italiana de motos exclusivas tem visual das Brutale, mas com motores entre 350 cc e 500 cc
A MV Agusta — querida pelos entusiastas por suas motos esportivas artesanais — confirma a produção de sua novidade de baixa cilindrada para a Ásia. A partir do primeiro modelo anunciado, com motor bicilíndrico de 350 cc, é provável, ainda, que outros com até 500 cc cheguem na sequência, a partir de uma parceria da marca italiana com a chinesa Loncin. Assim como a nova Harley-Davidson de baixa cilindrada, ela é perfeita para mercados emergentes como o Brasil.
A previsão de lançamento será entre 2020 e 2021, e se vier ao Brasil, será a opção “premium” ante as rivais Yamaha MT-03 (R$ 22.290), Kawasaki Z400 (R$ 23.290) e a KTM 390 Duke (R$ 24.990). O CEO da MV Agusta , Timur Sardarov, afirmou que vai custar entre € 6.000 to € 7.000 na Europa, o equivalente a uma faixa de preços entre R$ 27.900 e R$ 32.600 em conversão direta, com a meta de vender 25 mil motos por ano daqui a cinco anos.
Ainda não há especificações divulgadas, mas espera-se que terá mais de 40 cv e 3,5 kgfm, podendo chegar a rotações em torno dos 11 mil rpm. Nessa lógica, o desempenho deverá ficar na casa dos 6 segundos e a velocidade máxima próximo dos 200 km/h. Ao que o visual dá a entender, será uma das nakeds esportivas com a posição dirigir mais próximas às carenadas.
Detalhe no farol chama atenção no modelo esportivo que mostra estilo arrojado
Além disso, rumores a partir dos depoimentos do CEO da MV Agusta apontam que novas trail também podem vir a surgir, a partir da nova meta das 25 mil unidades e do desenvolvimento do novo motor bicilíndrico. Tal como os SUVs para os automóveis, trata-se de um segmento de grande tendência no mundo, e é por isso que marcas como a Harley-Davidson, a Royal Enfield e até as marcas de volume aderiram à causa.
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