Esportes - Paraíba: Domingo, 29 de dezembro de 2019 / D1
Unifacisa vence o Basquete Cearense e se garante na Super 8
Copa Super 8 é disputada entre os oito primeiros colocados do NBB e dá uma vaga na Champions League das Américas ao vencedor
Em tarde de casa cheia, Basquete Unifacisa enfrentou o Basquete Cearense, neste sábado (28), na Arena Unifacisa, em Campina Grande. Em seu último jogo do ano, fechando o primeiro turno do NBB Caixa, o time paraibano venceu a equipe visitante por 65 a 55 e garantiu uma vaga entre os oito melhores da competição.
Com a vitória, a equipe carimbou sua ida para a Copa Super 8, campeonato disputado entre os oito primeiros colocados do NBB e que dá uma vaga na Champions League das Américas ao vencedor. A partida teve grande atuação do armador Gemadinha, que anotou 20 pontos e foi o cestinha do jogo.
A Unifacisa tem a melhor temporada de um time estreante, que venceu a Liga Ouro, e subiu para disputar o Novo Basquete Brasil. O time agora ocupa a sexta colocação e espera os resultados deste domingo (29) para a definição de seu adversário no Super 8.
D2
Conquistas inéditas e presença certa em Tóquio marcaram 2019
Brasil se classificou ao vencer os Pré-Olímpicos masculino e feminino
A principal conquista do ano para o vôlei brasileiro foi assegurar a presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, no Japão. A classificação foi garantida em torneios Pré-Olímpicos feminino e masculino. As brasileiras foram as primeiras a conquistarem a vaga no início de agosto: elas derrotaram na final a seleção da República Dominicana, com vitoria no tie-break, por 3 sets a 2, em partida realizada em Uberlândia (MG).
Poucos dias depois, foi a vez de a seleção masculina, atual campeã (Rio 2016), carimbar o passaporte rumo a Tóquio. O Pré-Olímpico foi em Varna (Bulgária) e a classificação heroica na grande final, diante da equipe da casa, que contava com a torcida a seu favor. O time brasileiro, comandado pelo técnico Renan Dal Zotto, começou perdendo por 2 sets a 0, mas se superou em quadra e conseguiu virar o placar contra a Bulgária: emplacou 3 sets a 2, sacramentando a classificação para a olimpíada no Japão.
Outra virada histórica da seleção masculina aconteceu em setembro, na final entre Brasil e Argentina, valendo o título do Campeonato Sul-Americano, disputado em Santiago (Chile). A equipe hermana abriu 2 sets a 0 em cima dos brasileiros mas, a partir da terceira parcial, a história do jogo mudou, com alterações na escalação feitas por Dal Zotto. O Brasil conseguiu igualar o placar e no set final salvou quatro match points, selando a vitória por 3 sets a 2. Com o triunfo, o Brasil manteve a supremacia no sul-americano: foi a 32ª conquista brasileira em 33 edições. O único ano sem títulos foi em 1964, em Buenos Aires, quando o país não participou do torneio.
E pra fechar o ano com chave de ouro, a equipe masculina conquistou de forma invicta, e com uma rodada de antecedência, seu terceiro título na Copa do Mundo de Vôlei. Na penúltima partida da competição, disputada em outubro, em Hiroshima (Japão), a seleção brasileira derrotou a equipe dona da casa por 3 sets a 1, alcançando 100% de aproveitamento. Um título até então inédito para Renan Dal Zotto, que assumiu o comando do time após a Rio 2016.
Na Copa do Mundo Feminina, em Sapporo (Japão), o Brasil encerrou sua participação em quarto lugar. Mas fez bonito no Campeonato Sul-Americano, realizado na cidade de Cajamarca (Peru). A seleção, comandada pelo técnico José Roberto Guimarães, faturou o 13º título consecutivo ao derrotar a Colômbia por 3 sets a 0. Foi a 21ª vez que o Brasil se sagrou campeão na história do torneio.
Performance dos clubes
O ano começou bem para o Cruzeiro, que conquistou em janeiro o tetracampeonato da Copa Brasil de Vôlei Masculino ao bater o Minas, por 3 sets a 0, na cidade de Lages (SC). No entanto, em maio, o time de vôlei da Raposa, pentacampeão da Superliga, perdeu a hegemonia no principal campeonato nacional da modalidade. O Taubaté, equipe do Vale do Paraíba, interior paulista, faturou pela primeira vez o título da Superliga após vencer o Sesi-SP, por 3 sets a 1, fechando a série decisiva (cinco jogos) por 3 a 2.
Comandada pelo técnico Renan dal Zotto, também treinador da seleção brasileira, a equipe do Taubaté teve vários integrantes convocados este ano para integrar a equipe canarinho, como os ponteiros Lucarelli e Douglas Souza; os centrais Lucão e Otávio; e ainda o líbero Thales.
Na Superliga feminina, também teve novidade: após um jejum de 17 anos, o Minas voltou a levantar a taça depois de uma vitória de virada sobre o Praia Clube, de Uberlândia. A equipe do treinador italiano Stefano Lavarini ganhou por 3 sets a 1, encerrando a série final em 2 a 0.
Foi o quarto título da história do Minas na Superliga. Este ano o time conquistou ainda o Sul-Americano de Clubes, garantindo presença no Mundial de Clubes de Vôlei. Quatro jogadoras do time integram a seleção brasileira: a líbero Léia, a levantadora Macris, a ponteira Lana e a oposta Sheilla.
No início de dezembro, a equipe masculina do Cruzeiro foi vice-campeã do Mundial de Clubes de Vôlei, que reúne a elite do vôlei. O time mineiro enfrentou na final o Lube Civitanova, atual campeão europeu, que conta no elenco com Bruninho e Leal, jogadores da seleção brasileira. A equipe italiana levou o título após vencer o time mineiro por 3 sets a 1.
Na disputa feminina do Mundial de Clubes, em Shaoxing (China), os dois representantes brasileiros foram o campeão nacional e o vice, Minas e Praia Clube respectivamente. O Minas, do técnico italiano Lavarini, fechou a competição na quinta posição, e o Praia Clube, comandado por Paulo Coco, terminou em sexto lugar.
D3
Favoritos da São Silvestre já estão em São Paulo
Prova internacional será nesta terça-feira (31)
Os atletas favoritos da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre já estão em São Paulo. Neste domingo (29), os corredores e as corredoras deram entrevistas em um hotel do centro da capital e falaram sobre os desafios da prova, que acontece na manhã de terça-feira (31), com largada do pelotão feminino às 8h20 e, do masculino, às 9h. Segundo a organização, serão cerca de 150 atletas da elite. Além dos atletas profissionais, 35 mil pessoas estão inscritas para correr na tradicional prova de rua.
Entre os participantes de elite, figuram a queniana Brigid Kosgei, recordista mundial da Maratona de Chicago, e o queniano Paul Kipchumba Lonyangata, vencedor da Maratona de Paris. Pela primeira vez na São Silvestre, Brigid disse que tem se preparado, mas que a alta umidade pode ser um desafio para ela. “É uma prova que qualquer um pode ganhar, mas estou me preparando”, afirmou.
No feminino, também estão confirmadas as quenianas Pauline Kamulu, bronze no mundial de maratona de 2019 e atual vice-campeã da São Silvestre, e Sheila Chelangat, campeã da Okepke 10K (Nigéria), Shangai 10k, Port Gentil 10k (Gabão) e Valenciennes 10k (França).
Mais nomes
Entre os homens, também estão o ugandense Jacob Kiplimo, campeão júnior de cross country em 2017 e vencedor da Manchester 10K em 2019; e o queniano Titus Ekiru, bicampeão em Honolulu (18/19), vencedor da Maratona de Milão e da Meia de Lisboa, ambas em 2019.
Pela primeira vez na corrida, Ekiru disse que vai treinar neste domingo e nesta segunda-feira (30). “Vou treinar neste domingo e na segunda para dar o meu melhor na prova na terça-feira”, adiantou.
Entre os brasileiros, os favoritos são Daniel Chaves da Silva, top 15 na Maratona de Londres deste ano, garantindo a qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020; Wellington Bezerra, 18º na Maratona de Hamburgo (19) e vice da Maratona Internacional de São Paulo em 2018; e Ederson Pereira, campeão da Volta Internacional da Pampulha, ouro nos 10 mil nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ambos neste ano, e quinto na Meia de Buenos Aires do ano passado.
As brasileiras favoritas são Valdilene Silva, 15ª colocada na Maratona de Frankfurt no ano passado, e Tatiele de Carvalho, quarta colocada na prova Dez Milhas Garoto (18) e 5ª na Meia de Buenos Aires (18). Ela possui cinco títulos do Troféu Brasil.
Entre os sul americanos participantes estão Diana Orcampo, da Argentina, campeã da Maratona de Buenos Aires, e Byron Piedra, do Equador, campeão sul-americano dos 10 mil metros.
Largadas mais cedo
Serão cinco os setores de acesso à largada da corrida, a partir das 7h25min do dia 31 de dezembro. Cada setor terá uma cor correspondente ao número de peito dos competidores e locais de entrada distintos. Dessa forma, os atletas terão orientação para chegar ao seu setor, determinado pelo tempo estimado de cada um. Os bloqueios de acesso funcionarão de 5h às 10h.
Para a Elite e Cadeirante Esportivo (sem Guia) a entrada será pela rua Frei Caneca. O pelotão geral terá os acessos pelas ruas Ministro Rocha Azevedo (verde), Peixoto Gomide (azul), Alameda Casa Branca (rosa) e Plínio Salgado (amarelo).
As categorias Deficientes, Pelotão C e PM também farão sua entrada pela rua Frei Caneca. Cadeirante com Guia, que faz sua estreia, acessará pela Alameda Casa Branca, na calçada do Parque Trianon. Para chegar a essas ruas, os atletas deverão estar com número de peito, pois haverá gradeamento e seguranças.
Os 35 mil inscritos devem estar atentos a esses os importantes detalhes para chegar à Avenida Paulista e fazer sua prova com tranquilidade e segurança. A programação de largadas começará às 7h25min, na Avenida Paulista, perto do número 2000.
Alamedas Santos e São Carlos do Pinhal serão as opções para se chegar à região e entradas dos quatro setores de tempo. Apenas pessoas com número oficial de peito terão acesso. O quarteirão entre a rua Joaquim Eugênio de Lima e a alameda Campinas será exclusivo para a chegada, enquanto o quarteirão entre Campinas e Pamplona será utilizado para dispersão. Portanto, não será permitida a presença de público nestes dois setores.
Para o público na chegada, em razão dos bloqueios, o local para acompanhar os últimos metros, já na Avenida Paulista, será no trecho entre Brigadeiro e Joaquim Eugênio de Lima, pois os demais estarão interditados ao público.
A melhor forma de chegar será o transporte público, em especial o Metrô. A opções perfeitas serão as estações Brigadeiro e Consolação. A organização da corrida ressalta que a estação Trianon não deverá ser usada pelos atletas, pois não dará acesso à corrida.
Programação
A programação de largadas no dia 31 começará mais cedo, a partir das 7h25min, com a largada da categoria Cadeirantes.
Em seguida, a partir das 7h40min, será a vez da Elite feminino, ficando para as 8h05min a Elite masculino, Pelotão C, Cadeirantes com Guia e Pelotão Geral.
D4
Brasil fez campanha histórica nos Jogos Pan-Americanos
Além de chegar a vice-líder em medalhas, país faturou títulos inéditos
D5
O Time Brasil fez bonito nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), realizados ente entre julho e agosto de 2019. Embora com menor número de atletas – 485 competiram na capital peruana – em relação às últimas três edições do evento, o país terminou na vice-liderança no quadro de medalhas, com 171 (55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes), ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que subiram ao pódio 293 vezes. Foi a melhor colocação do Brasil na história do Pan desde a edição de 1963, realizada em São Paulo, quando também ficamos em segundo lugar.
O Pan de LIma reuniru 6.580 atletas de 41 paises das Américas. Foram 19 dias de disputas emocionantes e histórias de superação. Vamos relembrar agora algumas conquistas marcantes da delegação brasileira.
MEDALHAS INÉDITAS
Ginástica Artística
A modalidade colecionou 11 medalhas. Na prova individual geral (soma das notas de seis aparelhos) teve dobradinha inédita no pódio, com Caio Souza e Arthur Nory, ouro e a prata respectivamente. Nory ainda faturou outras duas medalhas: ouro por equipes e prata na barra fixa. Em cerimônia de premiação organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), ele foi eleito o Melhor Atleta do Ano pelo Prêmio Brasil Olímpico.
Outro feito incrível foi o do ginasta Chico Barreto, de 30 anos: ele conquistou três ouros e se tornou o primeiro brasileiro na história a garantir três medalhas douradas na modalidade. Natural de Ribeirão Preto (SP), Chico Barreto venceu as disputas por equipe, na barra fixa e no cavalo com alças – neste último aparelho a medalha também foi inédita para o país.
Vela
As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram a primeira medalha dourada em Pan-Americanos, na classe 49erFX. A delegação brasileira também faturou outras duas medalhas de ouro com Patrícia Freitas (classe RS:X) e com a dupla Marco Grael e Gabriel Borges (49er). E não parou por aí: foram mais duas pratas com Bruno Fontes (laser standard) e com o trio Cláudio Bierkarck, Gunnar Ficker e Isabel Ficker (lighting). Tivemos ainda dois bronzes com as duplas Samuel Albrecht/Gabriela Nicolino e Juliana Duque/Rafael Martins.
Badminton
O carioca Ygor Coelho conquistou a primeira medalha dourada para o Brasil na modalidade após vencer na final individual o canadense Brian Yang por 2 sets a 0. Além do ouro, a equipe brasileira amealhou outras quatro de bronze.
Triatlo
A modalidade foi ouro, com direito a dobradinha verde e amarela no pódio: Luisa Baptista venceu com o tempo de 2h00m55s na corrida, e Vittoria assegurou a prata ao completar a prova em 2h01m27s.
Boxe
A pugilista baiana Bia Ferreira garantiu o ouro inédito na disputa feminina na categoria até 60kg. A nova geração do boxe brasileiro também faturou duas pratas com Keno Machado (87kg) e Jucielen Cerqueira (57kg), além três bronzes com Abner Teixeira (até 81 kg), Flávia Figueiredo (75kg) e Hebert Conceição (65kg).
Patinação Artística
Estreante em Pan-Americanos, Bruna Wurtz, de apenas 18 anos, conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil. Wurtz somou 103.17 pontos, ficando 11.02 pontos à frente da segunda colocada, a argentina Giselle Soler, campeã em Toronto 2015.
ESPORTES ESTREANTES
Surfe
Logo na estreia da modalidade nos Jogos Pan-Americanos, o Brasil subiu quatro vezes ao pódio. Chloé Calmon (longboard) e Lena Guimarães (stand-up paddle corrida) faturaram ouros; Vinnicius Martins foi prata (stand-up paddle corrida); e Nicole Pacelli, bronze (stand-up paddle wave).
Esqui aquático
Na primeira edição do wakeboard – uma das categorias do esqui aquático – no Pan a brasileira Mariana Nep foi a terceira melhor das Américas e levou bronze. A vencedora foi a argentina Eugênia das Armas e a norte-americana Mary Howell ficou com a prata.
DESTAQUES
Taekwondo
O país teve a melhor performance na história da competição. Do total de sete medalhas, duas foram de ouro, com Milena Titoneli (até 67kg) e Edival Pontes (-69kg); outas duas de prata com Ícaro Miguel (até 80kg) e Talisca Reis (até 49 kg); e também três bronzes com Maicon Andrade (+80kg), Paulo Ricardo (até 58kg) e Raiany Fidelis (até 67kg).
Basquete
Após 28 anos, a seleção feminina voltou a subir no lugar mais alto do pódio, após derrotar os Estados Unidos na final. Já a seleção masculina, ouro na edição de Toronto 2015, ficou fora do Pan de Lima, pois não conseguiu se classificar para o Pan.
Handebol
A seleção feminina chegou ao hexacampeonato no Pan de Lima após uma campanha invicta. Já a masculina levou o bronze.
Levantamento de peso
Fernando Reis, o Montanha, fez valer o favoritismo e se sagrou tricampeão pan-americano na categoria acima dos 109kg ao levantar 410 quilos.
Tênis de Mesa
Foram sete pódios ao todo (dois ouros, duas pratas e três bronzes). Destaque para Hugo Calderano que faturou o ouro nas duplas, ao lado de Gustavo Tsuboi, e depois também se sagrou bicampeão individual ao derrotar na final o dominicano Jiaji Wu. Entre as mulheres, Bruna Takahashi também brilhou: foi prata ao lado de Tsuboi nas duplas mistas, e levou dois bronzes, sendo um no individual e outro nas duplas com Jéssica Yamada.
Canoagem
A modalidade também registrou a melhor participação a história do Pan: foram oito pódios- cinco ouros e três bronzes. Na canoagem de velocidade, o medalhista olímpico Isaquias Queiroz venceu no C1 1000m; também vieram dois bronzes com Ana Paula Verguz (K1 500m) e Vagner Souta (K1 1000m).
No slalon feminino, Ana Sátila faturou o ouro no C1 e também no K1 Extremo; e no masculino Pepê Gonçalves levou dois ouros (K1 E K1 Extremo); e Felipe Borges ficou com bronze (C1).
Judô
O elenco brasileiro faturou dez medalhas, cinco delas de ouro. As conquistas douradas foram de Larissa Pimenta (52kg), Mayara Aguiar (78kg), Renan Torres (60kg) e Eduardo Yudy Santos (81kg).
No dia 9 de agosto, a campeã olímpica Rafaela Silva (57kg) também subiu no lugar mais alto do pódio ao ganhar sua primeira medalha dourada em jogos Pan-Americanos. No entanto, onze dias depois, foi flagrada no exame antidoping, realizado no mesmo dia que ganhou o ouro. O resultado deu positivo para a substância fenoterol, presente em medicamentos contra a asma, que têm efeito broncodilatador. O programa antidoping dos Jogos Pan-Americanos de 2019 determinou a perda da medalha. A atleta aguarda julgamento do caso pela Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês).
Atletismo
Número três do ranking mundial, o catarinense Darlan Romani faturou o ouro e ainda quebrou o recorde pan-americano no arremesso de peso ao atingir a marca de 22,07m. Mas quem o viu competindo, nem poderia imaginar o esforço do atleta: Romani quase desistiu da disputa na véspera da prova, ao ser acometido por uma febre alta, consequência de uma infecção na garganta.
A delegação de atletismo conquistou ainda outras quatro medalhas douradas nos revezamentos feminino e masculino do 4 x 100m, nos 400m com barreiras (Alison Santos), na maratona de 10km (Ederson Pereira) e nos 3km com obstáculos (Atobeli Santos). E não parou por aí: o país levou outras cinco medalhas de prata (20km de marcha atlética, lançamento de disco feminino, 100m rasos, 200m e no salto com vara) e quatro bronzes (20km de marcha atlética feminina, lançamento de disco feminino, 100m rasos feminino, e 110m com barreiras masculino) .
Maratona Aquática
Teve dobradinha brasileira no pódio. A multicampeã Ana Marcela Cunha confirmou o favoritismo e faturou o ouro na maratona feminina (10km); o bronze ficou com a gaúcha Viviane Jungblut.
Natação
O Time Brasil fez a melhor campanha das últimas três edições dos Jogos Pan-Americanos ao faturar um total de 30 medalhas em Lima (dez ouros, nove pratas e 11 bronzes), superando a marca de 26 conquistadas nas edições de 2007 e 2015.
A equipe masculina de revezamento 4 x 100m deu show: Marcelo Chierighini, Bruno Fratus, Pedro Henrique Spajari e Breno Correia conquistaram o hexacampeonato na prova, com direito a recorde pan-americano, com o tempo de 3m12s61. Teve também recorde e ouro na prova do 4x200m livre com o quarteto (Luiz Altamir, Fernando Scheffer, João de Lucca e Breno Correia) que completaram o percurso em 7m10s66.
Marcelo Chierighini protagonizou um triunfo incrível ao vencer a prova dos 100m livre, com o tempo de 48s09, oito centésimos mais rápido que o segundo colocado, o norte-americano Nathan Adrian, campeão olímpico dos 100m nos Jogos de Londres 2012, e bronze na Rio-2016.
O fundista Guilherme Costa também foi ouro na prova dos 1500m. Ele completou a prova em 15min09seg99, deixando para trás o norte americano Nicholas Sweetser que concluiu a disputa 5seg06 depois do brasileiro.
Nos 50m livre, foram dois ouros, com vitórias de Etiene Medeiros na disputa feminina, e de Bruno Fratus na masculina.
As outras quatro medalhas douradas foram nas provas de revezamento 4x100m medley misto (Guilherme Guido, João Gomes Júnior, Giovanna Diamante e Larissa Oliveira), nos 200m livre (Fernando Scheffer), nos 100m peito (João Gomes Júnior), 200m borboleta (João de Deus).
D5
Fluminense renova contrato com lateral Gilberto até 2022
Atleta atuou em 83 partidas e marcou 8 gols para o tricolor carioca
O lateral-direito Gilberto assinou contrato com o Fluminense até julho de 2022. O clube carioca entrou em um acordo com o clube Fiorentina, da Itália, em que adquiriu 50% dos direitos econômicos do jogador.
Gilberto chegou ao tricolor emprestado pelo clube italiano, em janeiro de 2018. Em 2019, os clubes acertaram um novo empréstimo até o final da temporada.
Pablo Dyego também permanece
Outro jogador que também vestirá a camisa verde, branca e grená em 2020 será o atacante Pablo Dyego, de 25 anos. O atleta, revelado pelo clube das Laranjeiras, tinha o contrato por encerrar no fim deste mês.
Com o novo acordo entre o Fluminense e Pablo Dyego, o vínculo entre ambas as partes foi estendido até dezembro de 2021.
D6
Mesmo com conquistas, Seleção encerra 2019 sob desconfiança
Além da Copa América, o Brasil também foi campeão no sub-17 e no sub-15
O ano da Seleção Brasileira masculina de futebol ficará marcado pela conquista da Copa América disputada em casa. Porém, este triunfo não foi suficiente para acabar com a desconfiança de parte da torcida em relação à equipe.
Esta desconfiança ganhou força justamente após a conquista da América, quando o time comandado pelo técnico Tite chegou a ficar cinco jogos sem vencer (somando três empates e duas derrotas). Esta sequência foi interrompida apenas no dia 19 de novembro, oportunidade na qual o Brasil derrotou a Coreia do Sul por 3 a 0.
Desta forma, a Seleção Brasileira inicia 2020 em meio à certa descrença. Sentimento que pode aumentar a pressão sobre o técnico Tite justamente em um ano no qual o Brasil terá pela frente a disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, sediada no Catar.
Conquista da Copa América
Após uma campanha invicta, o Brasil garantiu a classificação para a final da Copa América.
O seu adversário na decisão era o Peru, que retornava a uma final de Copa América após um hiato de 44 anos. A última vez em que o país andino tinha jogado uma decisão do torneio, até então, tinha sido em 1975, quando foi o campeão.
A Seleção Brasileira buscava seu nono título na competição, enquanto os peruanos buscavam sua terceira conquista, após 1939 e 1975.
Na decisão realizada no estádio do Maracanã, o Brasil foi melhor, e venceu por 3 a 1. A equipe do técnico Tite abriu o placar aos 14 minutos do primeiro tempo com o atacante Everton. O time andino chegou a ensaiar uma reação aos 41 minutos, quando Guerrero empatou em gol marcado em cobrança de pênalti. Mas um pouco antes do intervalo a Seleção Brasileira voltou a ficar na frente com gol de Gabriel Jesus.
O terceiro gol do Brasil saiu apenas no final do segundo tempo, em cobrança de pênalti de Richarlison, que garantiu o 3 a 1 final.
Mundial sub-17
Outra competição realizada em 2019 em solo brasileiro foi a Copa do Mundo de futebol sub-17. E o Brasil terminou novamente campeão.
Com uma campanha com 100% de aproveitamento (sete vitórias em sete jogos), a equipe comandada pelo técnico Guilherme Dalla Dea garantiu o tetracampeonato na categoria.
E a decisão, realizada no estádio Bezerrão (DF), foi contra o México. O triunfo foi emocionante, de virada, com os gols brasileiros marcados apenas no final.
González abriu o placar aos 20 minutos da etapa final para o México. O empate veio aos 38 minutos com Kaio Jorge, em cobrança de pênalti.
O gol da vitória, e do título brasileiro, saiu apenas aos 47 do segundo tempo. Yan Couto cruzou com perfeição, Kaio Jorge deixou a bola passar e Lázaro chegou para dar um chute mascado, de primeira, no canto oposto de García.
Sul-americano sub-15
Encerrando um ano de conquistas da Seleção Brasileira, a equipe sub-15 garantiu o título do sul-americano da categoria. Na decisão, o Brasil superou a Argentina em partida realizada no estádio Defensores Del Chaco, em Assunção (Paraguai).
O triunfo foi obtido na disputa de pênaltis, após um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar.
Com este título o Brasil se tornou pentacampeão na modalidade, com vitórias em 2005, 2007, 2011, 2015 e 2019.
D7
Técnico português Jesualdo Ferreira assume o Santos
Treinador assinou contrato com o clube até o final de 2020
O Santos anunciou o português Jesualdo Ferreira como o novo técnico do clube. Após o término do Campeonato Brasileiro, o argentino Jorge Sampaoli pediu demissão da equipe santista e desde então o Peixe estava sem comandante.
O treinador, de 73 anos, teve passagens por grandes clubes portugueses como Benfica, Sporting, Porto e Braga, além da seleção nacional sub-21. Fora do país natal, Jesualdo também treinou as equipes de Málaga (Espanha), Panathinaikos (Grécia), FAR Rabat ( Marrocos), Zamalek (Egito) e Al-Sadd (Catar).
O último triunfo do técnico português foi no comando do Al-Sadd; ele conduziu o time na conquista da Qatar Stars League 2018-2019, que corresponde à primeira divisão do futebol do país.
Em Portugal, o principal trabalho de Jesualdo foi no Porto: além do tricampeonato da Liga Portuguesa (2007, 2008 e 2009), o treinador conquistou com o time a Taça de Portugal nas temporadas 2008-2009 e 2009-2010.
D8 - Publicidade



Unifacisa vence o Basquete Cearense e se garante na Super 8
Copa Super 8 é disputada entre os oito primeiros colocados do NBB e dá uma vaga na Champions League das Américas ao vencedor
Em tarde de casa cheia, Basquete Unifacisa enfrentou o Basquete Cearense, neste sábado (28), na Arena Unifacisa, em Campina Grande. Em seu último jogo do ano, fechando o primeiro turno do NBB Caixa, o time paraibano venceu a equipe visitante por 65 a 55 e garantiu uma vaga entre os oito melhores da competição.
Com a vitória, a equipe carimbou sua ida para a Copa Super 8, campeonato disputado entre os oito primeiros colocados do NBB e que dá uma vaga na Champions League das Américas ao vencedor. A partida teve grande atuação do armador Gemadinha, que anotou 20 pontos e foi o cestinha do jogo.
A Unifacisa tem a melhor temporada de um time estreante, que venceu a Liga Ouro, e subiu para disputar o Novo Basquete Brasil. O time agora ocupa a sexta colocação e espera os resultados deste domingo (29) para a definição de seu adversário no Super 8.
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Conquistas inéditas e presença certa em Tóquio marcaram 2019
Brasil se classificou ao vencer os Pré-Olímpicos masculino e feminino
A principal conquista do ano para o vôlei brasileiro foi assegurar a presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, no Japão. A classificação foi garantida em torneios Pré-Olímpicos feminino e masculino. As brasileiras foram as primeiras a conquistarem a vaga no início de agosto: elas derrotaram na final a seleção da República Dominicana, com vitoria no tie-break, por 3 sets a 2, em partida realizada em Uberlândia (MG).
Poucos dias depois, foi a vez de a seleção masculina, atual campeã (Rio 2016), carimbar o passaporte rumo a Tóquio. O Pré-Olímpico foi em Varna (Bulgária) e a classificação heroica na grande final, diante da equipe da casa, que contava com a torcida a seu favor. O time brasileiro, comandado pelo técnico Renan Dal Zotto, começou perdendo por 2 sets a 0, mas se superou em quadra e conseguiu virar o placar contra a Bulgária: emplacou 3 sets a 2, sacramentando a classificação para a olimpíada no Japão.
Outra virada histórica da seleção masculina aconteceu em setembro, na final entre Brasil e Argentina, valendo o título do Campeonato Sul-Americano, disputado em Santiago (Chile). A equipe hermana abriu 2 sets a 0 em cima dos brasileiros mas, a partir da terceira parcial, a história do jogo mudou, com alterações na escalação feitas por Dal Zotto. O Brasil conseguiu igualar o placar e no set final salvou quatro match points, selando a vitória por 3 sets a 2. Com o triunfo, o Brasil manteve a supremacia no sul-americano: foi a 32ª conquista brasileira em 33 edições. O único ano sem títulos foi em 1964, em Buenos Aires, quando o país não participou do torneio.
E pra fechar o ano com chave de ouro, a equipe masculina conquistou de forma invicta, e com uma rodada de antecedência, seu terceiro título na Copa do Mundo de Vôlei. Na penúltima partida da competição, disputada em outubro, em Hiroshima (Japão), a seleção brasileira derrotou a equipe dona da casa por 3 sets a 1, alcançando 100% de aproveitamento. Um título até então inédito para Renan Dal Zotto, que assumiu o comando do time após a Rio 2016.
Na Copa do Mundo Feminina, em Sapporo (Japão), o Brasil encerrou sua participação em quarto lugar. Mas fez bonito no Campeonato Sul-Americano, realizado na cidade de Cajamarca (Peru). A seleção, comandada pelo técnico José Roberto Guimarães, faturou o 13º título consecutivo ao derrotar a Colômbia por 3 sets a 0. Foi a 21ª vez que o Brasil se sagrou campeão na história do torneio.
Performance dos clubes
O ano começou bem para o Cruzeiro, que conquistou em janeiro o tetracampeonato da Copa Brasil de Vôlei Masculino ao bater o Minas, por 3 sets a 0, na cidade de Lages (SC). No entanto, em maio, o time de vôlei da Raposa, pentacampeão da Superliga, perdeu a hegemonia no principal campeonato nacional da modalidade. O Taubaté, equipe do Vale do Paraíba, interior paulista, faturou pela primeira vez o título da Superliga após vencer o Sesi-SP, por 3 sets a 1, fechando a série decisiva (cinco jogos) por 3 a 2.
Comandada pelo técnico Renan dal Zotto, também treinador da seleção brasileira, a equipe do Taubaté teve vários integrantes convocados este ano para integrar a equipe canarinho, como os ponteiros Lucarelli e Douglas Souza; os centrais Lucão e Otávio; e ainda o líbero Thales.
Na Superliga feminina, também teve novidade: após um jejum de 17 anos, o Minas voltou a levantar a taça depois de uma vitória de virada sobre o Praia Clube, de Uberlândia. A equipe do treinador italiano Stefano Lavarini ganhou por 3 sets a 1, encerrando a série final em 2 a 0.
Foi o quarto título da história do Minas na Superliga. Este ano o time conquistou ainda o Sul-Americano de Clubes, garantindo presença no Mundial de Clubes de Vôlei. Quatro jogadoras do time integram a seleção brasileira: a líbero Léia, a levantadora Macris, a ponteira Lana e a oposta Sheilla.
No início de dezembro, a equipe masculina do Cruzeiro foi vice-campeã do Mundial de Clubes de Vôlei, que reúne a elite do vôlei. O time mineiro enfrentou na final o Lube Civitanova, atual campeão europeu, que conta no elenco com Bruninho e Leal, jogadores da seleção brasileira. A equipe italiana levou o título após vencer o time mineiro por 3 sets a 1.
Na disputa feminina do Mundial de Clubes, em Shaoxing (China), os dois representantes brasileiros foram o campeão nacional e o vice, Minas e Praia Clube respectivamente. O Minas, do técnico italiano Lavarini, fechou a competição na quinta posição, e o Praia Clube, comandado por Paulo Coco, terminou em sexto lugar.
D3
Favoritos da São Silvestre já estão em São Paulo
Prova internacional será nesta terça-feira (31)
Os atletas favoritos da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre já estão em São Paulo. Neste domingo (29), os corredores e as corredoras deram entrevistas em um hotel do centro da capital e falaram sobre os desafios da prova, que acontece na manhã de terça-feira (31), com largada do pelotão feminino às 8h20 e, do masculino, às 9h. Segundo a organização, serão cerca de 150 atletas da elite. Além dos atletas profissionais, 35 mil pessoas estão inscritas para correr na tradicional prova de rua.
Entre os participantes de elite, figuram a queniana Brigid Kosgei, recordista mundial da Maratona de Chicago, e o queniano Paul Kipchumba Lonyangata, vencedor da Maratona de Paris. Pela primeira vez na São Silvestre, Brigid disse que tem se preparado, mas que a alta umidade pode ser um desafio para ela. “É uma prova que qualquer um pode ganhar, mas estou me preparando”, afirmou.
No feminino, também estão confirmadas as quenianas Pauline Kamulu, bronze no mundial de maratona de 2019 e atual vice-campeã da São Silvestre, e Sheila Chelangat, campeã da Okepke 10K (Nigéria), Shangai 10k, Port Gentil 10k (Gabão) e Valenciennes 10k (França).
Mais nomes
Entre os homens, também estão o ugandense Jacob Kiplimo, campeão júnior de cross country em 2017 e vencedor da Manchester 10K em 2019; e o queniano Titus Ekiru, bicampeão em Honolulu (18/19), vencedor da Maratona de Milão e da Meia de Lisboa, ambas em 2019.
Pela primeira vez na corrida, Ekiru disse que vai treinar neste domingo e nesta segunda-feira (30). “Vou treinar neste domingo e na segunda para dar o meu melhor na prova na terça-feira”, adiantou.
Entre os brasileiros, os favoritos são Daniel Chaves da Silva, top 15 na Maratona de Londres deste ano, garantindo a qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020; Wellington Bezerra, 18º na Maratona de Hamburgo (19) e vice da Maratona Internacional de São Paulo em 2018; e Ederson Pereira, campeão da Volta Internacional da Pampulha, ouro nos 10 mil nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ambos neste ano, e quinto na Meia de Buenos Aires do ano passado.
As brasileiras favoritas são Valdilene Silva, 15ª colocada na Maratona de Frankfurt no ano passado, e Tatiele de Carvalho, quarta colocada na prova Dez Milhas Garoto (18) e 5ª na Meia de Buenos Aires (18). Ela possui cinco títulos do Troféu Brasil.
Entre os sul americanos participantes estão Diana Orcampo, da Argentina, campeã da Maratona de Buenos Aires, e Byron Piedra, do Equador, campeão sul-americano dos 10 mil metros.
Largadas mais cedo
Serão cinco os setores de acesso à largada da corrida, a partir das 7h25min do dia 31 de dezembro. Cada setor terá uma cor correspondente ao número de peito dos competidores e locais de entrada distintos. Dessa forma, os atletas terão orientação para chegar ao seu setor, determinado pelo tempo estimado de cada um. Os bloqueios de acesso funcionarão de 5h às 10h.
Para a Elite e Cadeirante Esportivo (sem Guia) a entrada será pela rua Frei Caneca. O pelotão geral terá os acessos pelas ruas Ministro Rocha Azevedo (verde), Peixoto Gomide (azul), Alameda Casa Branca (rosa) e Plínio Salgado (amarelo).
As categorias Deficientes, Pelotão C e PM também farão sua entrada pela rua Frei Caneca. Cadeirante com Guia, que faz sua estreia, acessará pela Alameda Casa Branca, na calçada do Parque Trianon. Para chegar a essas ruas, os atletas deverão estar com número de peito, pois haverá gradeamento e seguranças.
Os 35 mil inscritos devem estar atentos a esses os importantes detalhes para chegar à Avenida Paulista e fazer sua prova com tranquilidade e segurança. A programação de largadas começará às 7h25min, na Avenida Paulista, perto do número 2000.
Alamedas Santos e São Carlos do Pinhal serão as opções para se chegar à região e entradas dos quatro setores de tempo. Apenas pessoas com número oficial de peito terão acesso. O quarteirão entre a rua Joaquim Eugênio de Lima e a alameda Campinas será exclusivo para a chegada, enquanto o quarteirão entre Campinas e Pamplona será utilizado para dispersão. Portanto, não será permitida a presença de público nestes dois setores.
Para o público na chegada, em razão dos bloqueios, o local para acompanhar os últimos metros, já na Avenida Paulista, será no trecho entre Brigadeiro e Joaquim Eugênio de Lima, pois os demais estarão interditados ao público.
A melhor forma de chegar será o transporte público, em especial o Metrô. A opções perfeitas serão as estações Brigadeiro e Consolação. A organização da corrida ressalta que a estação Trianon não deverá ser usada pelos atletas, pois não dará acesso à corrida.
Programação
A programação de largadas no dia 31 começará mais cedo, a partir das 7h25min, com a largada da categoria Cadeirantes.
Em seguida, a partir das 7h40min, será a vez da Elite feminino, ficando para as 8h05min a Elite masculino, Pelotão C, Cadeirantes com Guia e Pelotão Geral.
D4
Brasil fez campanha histórica nos Jogos Pan-Americanos
Além de chegar a vice-líder em medalhas, país faturou títulos inéditos
D5
O Time Brasil fez bonito nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), realizados ente entre julho e agosto de 2019. Embora com menor número de atletas – 485 competiram na capital peruana – em relação às últimas três edições do evento, o país terminou na vice-liderança no quadro de medalhas, com 171 (55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes), ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que subiram ao pódio 293 vezes. Foi a melhor colocação do Brasil na história do Pan desde a edição de 1963, realizada em São Paulo, quando também ficamos em segundo lugar.
O Pan de LIma reuniru 6.580 atletas de 41 paises das Américas. Foram 19 dias de disputas emocionantes e histórias de superação. Vamos relembrar agora algumas conquistas marcantes da delegação brasileira.
MEDALHAS INÉDITAS
Ginástica Artística
A modalidade colecionou 11 medalhas. Na prova individual geral (soma das notas de seis aparelhos) teve dobradinha inédita no pódio, com Caio Souza e Arthur Nory, ouro e a prata respectivamente. Nory ainda faturou outras duas medalhas: ouro por equipes e prata na barra fixa. Em cerimônia de premiação organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), ele foi eleito o Melhor Atleta do Ano pelo Prêmio Brasil Olímpico.
Outro feito incrível foi o do ginasta Chico Barreto, de 30 anos: ele conquistou três ouros e se tornou o primeiro brasileiro na história a garantir três medalhas douradas na modalidade. Natural de Ribeirão Preto (SP), Chico Barreto venceu as disputas por equipe, na barra fixa e no cavalo com alças – neste último aparelho a medalha também foi inédita para o país.
Vela
As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram a primeira medalha dourada em Pan-Americanos, na classe 49erFX. A delegação brasileira também faturou outras duas medalhas de ouro com Patrícia Freitas (classe RS:X) e com a dupla Marco Grael e Gabriel Borges (49er). E não parou por aí: foram mais duas pratas com Bruno Fontes (laser standard) e com o trio Cláudio Bierkarck, Gunnar Ficker e Isabel Ficker (lighting). Tivemos ainda dois bronzes com as duplas Samuel Albrecht/Gabriela Nicolino e Juliana Duque/Rafael Martins.
Badminton
O carioca Ygor Coelho conquistou a primeira medalha dourada para o Brasil na modalidade após vencer na final individual o canadense Brian Yang por 2 sets a 0. Além do ouro, a equipe brasileira amealhou outras quatro de bronze.
Triatlo
A modalidade foi ouro, com direito a dobradinha verde e amarela no pódio: Luisa Baptista venceu com o tempo de 2h00m55s na corrida, e Vittoria assegurou a prata ao completar a prova em 2h01m27s.
Boxe
A pugilista baiana Bia Ferreira garantiu o ouro inédito na disputa feminina na categoria até 60kg. A nova geração do boxe brasileiro também faturou duas pratas com Keno Machado (87kg) e Jucielen Cerqueira (57kg), além três bronzes com Abner Teixeira (até 81 kg), Flávia Figueiredo (75kg) e Hebert Conceição (65kg).
Patinação Artística
Estreante em Pan-Americanos, Bruna Wurtz, de apenas 18 anos, conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil. Wurtz somou 103.17 pontos, ficando 11.02 pontos à frente da segunda colocada, a argentina Giselle Soler, campeã em Toronto 2015.
ESPORTES ESTREANTES
Surfe
Logo na estreia da modalidade nos Jogos Pan-Americanos, o Brasil subiu quatro vezes ao pódio. Chloé Calmon (longboard) e Lena Guimarães (stand-up paddle corrida) faturaram ouros; Vinnicius Martins foi prata (stand-up paddle corrida); e Nicole Pacelli, bronze (stand-up paddle wave).
Esqui aquático
Na primeira edição do wakeboard – uma das categorias do esqui aquático – no Pan a brasileira Mariana Nep foi a terceira melhor das Américas e levou bronze. A vencedora foi a argentina Eugênia das Armas e a norte-americana Mary Howell ficou com a prata.
DESTAQUES
Taekwondo
O país teve a melhor performance na história da competição. Do total de sete medalhas, duas foram de ouro, com Milena Titoneli (até 67kg) e Edival Pontes (-69kg); outas duas de prata com Ícaro Miguel (até 80kg) e Talisca Reis (até 49 kg); e também três bronzes com Maicon Andrade (+80kg), Paulo Ricardo (até 58kg) e Raiany Fidelis (até 67kg).
Basquete
Após 28 anos, a seleção feminina voltou a subir no lugar mais alto do pódio, após derrotar os Estados Unidos na final. Já a seleção masculina, ouro na edição de Toronto 2015, ficou fora do Pan de Lima, pois não conseguiu se classificar para o Pan.
Handebol
A seleção feminina chegou ao hexacampeonato no Pan de Lima após uma campanha invicta. Já a masculina levou o bronze.
Levantamento de peso
Fernando Reis, o Montanha, fez valer o favoritismo e se sagrou tricampeão pan-americano na categoria acima dos 109kg ao levantar 410 quilos.
Tênis de Mesa
Foram sete pódios ao todo (dois ouros, duas pratas e três bronzes). Destaque para Hugo Calderano que faturou o ouro nas duplas, ao lado de Gustavo Tsuboi, e depois também se sagrou bicampeão individual ao derrotar na final o dominicano Jiaji Wu. Entre as mulheres, Bruna Takahashi também brilhou: foi prata ao lado de Tsuboi nas duplas mistas, e levou dois bronzes, sendo um no individual e outro nas duplas com Jéssica Yamada.
Canoagem
A modalidade também registrou a melhor participação a história do Pan: foram oito pódios- cinco ouros e três bronzes. Na canoagem de velocidade, o medalhista olímpico Isaquias Queiroz venceu no C1 1000m; também vieram dois bronzes com Ana Paula Verguz (K1 500m) e Vagner Souta (K1 1000m).
No slalon feminino, Ana Sátila faturou o ouro no C1 e também no K1 Extremo; e no masculino Pepê Gonçalves levou dois ouros (K1 E K1 Extremo); e Felipe Borges ficou com bronze (C1).
Judô
O elenco brasileiro faturou dez medalhas, cinco delas de ouro. As conquistas douradas foram de Larissa Pimenta (52kg), Mayara Aguiar (78kg), Renan Torres (60kg) e Eduardo Yudy Santos (81kg).
No dia 9 de agosto, a campeã olímpica Rafaela Silva (57kg) também subiu no lugar mais alto do pódio ao ganhar sua primeira medalha dourada em jogos Pan-Americanos. No entanto, onze dias depois, foi flagrada no exame antidoping, realizado no mesmo dia que ganhou o ouro. O resultado deu positivo para a substância fenoterol, presente em medicamentos contra a asma, que têm efeito broncodilatador. O programa antidoping dos Jogos Pan-Americanos de 2019 determinou a perda da medalha. A atleta aguarda julgamento do caso pela Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês).
Atletismo
Número três do ranking mundial, o catarinense Darlan Romani faturou o ouro e ainda quebrou o recorde pan-americano no arremesso de peso ao atingir a marca de 22,07m. Mas quem o viu competindo, nem poderia imaginar o esforço do atleta: Romani quase desistiu da disputa na véspera da prova, ao ser acometido por uma febre alta, consequência de uma infecção na garganta.
A delegação de atletismo conquistou ainda outras quatro medalhas douradas nos revezamentos feminino e masculino do 4 x 100m, nos 400m com barreiras (Alison Santos), na maratona de 10km (Ederson Pereira) e nos 3km com obstáculos (Atobeli Santos). E não parou por aí: o país levou outras cinco medalhas de prata (20km de marcha atlética, lançamento de disco feminino, 100m rasos, 200m e no salto com vara) e quatro bronzes (20km de marcha atlética feminina, lançamento de disco feminino, 100m rasos feminino, e 110m com barreiras masculino) .
Maratona Aquática
Teve dobradinha brasileira no pódio. A multicampeã Ana Marcela Cunha confirmou o favoritismo e faturou o ouro na maratona feminina (10km); o bronze ficou com a gaúcha Viviane Jungblut.
Natação
O Time Brasil fez a melhor campanha das últimas três edições dos Jogos Pan-Americanos ao faturar um total de 30 medalhas em Lima (dez ouros, nove pratas e 11 bronzes), superando a marca de 26 conquistadas nas edições de 2007 e 2015.
A equipe masculina de revezamento 4 x 100m deu show: Marcelo Chierighini, Bruno Fratus, Pedro Henrique Spajari e Breno Correia conquistaram o hexacampeonato na prova, com direito a recorde pan-americano, com o tempo de 3m12s61. Teve também recorde e ouro na prova do 4x200m livre com o quarteto (Luiz Altamir, Fernando Scheffer, João de Lucca e Breno Correia) que completaram o percurso em 7m10s66.
Marcelo Chierighini protagonizou um triunfo incrível ao vencer a prova dos 100m livre, com o tempo de 48s09, oito centésimos mais rápido que o segundo colocado, o norte-americano Nathan Adrian, campeão olímpico dos 100m nos Jogos de Londres 2012, e bronze na Rio-2016.
O fundista Guilherme Costa também foi ouro na prova dos 1500m. Ele completou a prova em 15min09seg99, deixando para trás o norte americano Nicholas Sweetser que concluiu a disputa 5seg06 depois do brasileiro.
Nos 50m livre, foram dois ouros, com vitórias de Etiene Medeiros na disputa feminina, e de Bruno Fratus na masculina.
As outras quatro medalhas douradas foram nas provas de revezamento 4x100m medley misto (Guilherme Guido, João Gomes Júnior, Giovanna Diamante e Larissa Oliveira), nos 200m livre (Fernando Scheffer), nos 100m peito (João Gomes Júnior), 200m borboleta (João de Deus).
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Fluminense renova contrato com lateral Gilberto até 2022
Atleta atuou em 83 partidas e marcou 8 gols para o tricolor carioca
O lateral-direito Gilberto assinou contrato com o Fluminense até julho de 2022. O clube carioca entrou em um acordo com o clube Fiorentina, da Itália, em que adquiriu 50% dos direitos econômicos do jogador.
Gilberto chegou ao tricolor emprestado pelo clube italiano, em janeiro de 2018. Em 2019, os clubes acertaram um novo empréstimo até o final da temporada.
Pablo Dyego também permanece
Outro jogador que também vestirá a camisa verde, branca e grená em 2020 será o atacante Pablo Dyego, de 25 anos. O atleta, revelado pelo clube das Laranjeiras, tinha o contrato por encerrar no fim deste mês.
Com o novo acordo entre o Fluminense e Pablo Dyego, o vínculo entre ambas as partes foi estendido até dezembro de 2021.
D6
Mesmo com conquistas, Seleção encerra 2019 sob desconfiança
Além da Copa América, o Brasil também foi campeão no sub-17 e no sub-15
O ano da Seleção Brasileira masculina de futebol ficará marcado pela conquista da Copa América disputada em casa. Porém, este triunfo não foi suficiente para acabar com a desconfiança de parte da torcida em relação à equipe.
Esta desconfiança ganhou força justamente após a conquista da América, quando o time comandado pelo técnico Tite chegou a ficar cinco jogos sem vencer (somando três empates e duas derrotas). Esta sequência foi interrompida apenas no dia 19 de novembro, oportunidade na qual o Brasil derrotou a Coreia do Sul por 3 a 0.
Desta forma, a Seleção Brasileira inicia 2020 em meio à certa descrença. Sentimento que pode aumentar a pressão sobre o técnico Tite justamente em um ano no qual o Brasil terá pela frente a disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, sediada no Catar.
Conquista da Copa América
Após uma campanha invicta, o Brasil garantiu a classificação para a final da Copa América.
O seu adversário na decisão era o Peru, que retornava a uma final de Copa América após um hiato de 44 anos. A última vez em que o país andino tinha jogado uma decisão do torneio, até então, tinha sido em 1975, quando foi o campeão.
A Seleção Brasileira buscava seu nono título na competição, enquanto os peruanos buscavam sua terceira conquista, após 1939 e 1975.
Na decisão realizada no estádio do Maracanã, o Brasil foi melhor, e venceu por 3 a 1. A equipe do técnico Tite abriu o placar aos 14 minutos do primeiro tempo com o atacante Everton. O time andino chegou a ensaiar uma reação aos 41 minutos, quando Guerrero empatou em gol marcado em cobrança de pênalti. Mas um pouco antes do intervalo a Seleção Brasileira voltou a ficar na frente com gol de Gabriel Jesus.
O terceiro gol do Brasil saiu apenas no final do segundo tempo, em cobrança de pênalti de Richarlison, que garantiu o 3 a 1 final.
Mundial sub-17
Outra competição realizada em 2019 em solo brasileiro foi a Copa do Mundo de futebol sub-17. E o Brasil terminou novamente campeão.
Com uma campanha com 100% de aproveitamento (sete vitórias em sete jogos), a equipe comandada pelo técnico Guilherme Dalla Dea garantiu o tetracampeonato na categoria.
E a decisão, realizada no estádio Bezerrão (DF), foi contra o México. O triunfo foi emocionante, de virada, com os gols brasileiros marcados apenas no final.
González abriu o placar aos 20 minutos da etapa final para o México. O empate veio aos 38 minutos com Kaio Jorge, em cobrança de pênalti.
O gol da vitória, e do título brasileiro, saiu apenas aos 47 do segundo tempo. Yan Couto cruzou com perfeição, Kaio Jorge deixou a bola passar e Lázaro chegou para dar um chute mascado, de primeira, no canto oposto de García.
Sul-americano sub-15
Encerrando um ano de conquistas da Seleção Brasileira, a equipe sub-15 garantiu o título do sul-americano da categoria. Na decisão, o Brasil superou a Argentina em partida realizada no estádio Defensores Del Chaco, em Assunção (Paraguai).
O triunfo foi obtido na disputa de pênaltis, após um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar.
Com este título o Brasil se tornou pentacampeão na modalidade, com vitórias em 2005, 2007, 2011, 2015 e 2019.
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Técnico português Jesualdo Ferreira assume o Santos
Treinador assinou contrato com o clube até o final de 2020
O Santos anunciou o português Jesualdo Ferreira como o novo técnico do clube. Após o término do Campeonato Brasileiro, o argentino Jorge Sampaoli pediu demissão da equipe santista e desde então o Peixe estava sem comandante.
O treinador, de 73 anos, teve passagens por grandes clubes portugueses como Benfica, Sporting, Porto e Braga, além da seleção nacional sub-21. Fora do país natal, Jesualdo também treinou as equipes de Málaga (Espanha), Panathinaikos (Grécia), FAR Rabat ( Marrocos), Zamalek (Egito) e Al-Sadd (Catar).
O último triunfo do técnico português foi no comando do Al-Sadd; ele conduziu o time na conquista da Qatar Stars League 2018-2019, que corresponde à primeira divisão do futebol do país.
Em Portugal, o principal trabalho de Jesualdo foi no Porto: além do tricampeonato da Liga Portuguesa (2007, 2008 e 2009), o treinador conquistou com o time a Taça de Portugal nas temporadas 2008-2009 e 2009-2010.
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