Catequese Eucarística
Coisas que você não deve fazer na Missa e talvez não saiba
- NÃO CHEGAR ATRASADO À MISSA.
Lembre-se de que Deus o está esperando para enchê-lo com seu amor, dar seu perdão, falar ao seu ouvido e dizer o que você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando.
- NÃO USAR ROUPAS PROVOCANTES.
Não use vestuário que possa chamar a atenção ou provocar escândalo (decote, minissaia e shorts).
- NÃO ENTRE NA IGREJA SEM SAUDAR O SENHOR.
Ao chegar, faça o Sinal da Cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou.
- FAÇA A REVERÊNCIA OU GENUFLEXÃO.
Se você passar diante do Altar, que representa Cristo, faça a reverência, que é uma pequena inclinação da cabeça. Se passar diante do Sacrário, onde está Cristo presente na Hóstia Consagrada, faça a genuflexão, que consiste em tocar o chão com o joelho direito.
- NÃO MASQUE CHICLETE NEM COMA OU BEBA.
Mascar chiclete na Missa manifesta desrespeito ao lugar sagrado, especialmente na Comunhão, assim como comer, beber, chupar bala e pirulito. Só é permitido tomar água e remédios, em caso de necessidade, por questão de saúde. Existe uma exceção para as crianças pequenas, que não para separar o horário da missa para fazer sua refeição, mas sim se pedir um biscoito e/ou uma bolacha. Mas chiclete, bala e pirulito, vírgula, em hipótese alguma, minha religião não permite! Já vi alguns comendo coxinha na Missa. Nada contra coxinha, eu amo, mas na missa não.
- NÃO CRUZE AS PERNAS.
O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso. O seu corpo deve expressar sua devoção.
- A MESMA PESSOA NÃO DEVE FAZER A LEITURA E O SALMO NA MESMA MISSA.
Se você percebe que há um só leitor, ofereça-se ao padre para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes.
- NÃO ACRESCENTE FRASES QUANDO FOR FAZER AS LEITURAS E O SALMO.
Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura”, “Salmo Responsorial” ou “Segunda Leitura”. Vá direto para o texto. Também não se deve dizer ''Todos'' após o refrão do salmo.
- NÃO REZE ANTES DA ASSEMBLEIA.
Evite rezar muito alto, destacando-se dos demais. Evite antecipar a Assembleia nas orações comuns. Por exemplo: Não se adiante para dizer “Aleluia, Aleluia” nem reze o Pai Nosso antes da Assembleia.
- NÃO FAÇA O SINAL DA CRUZ SOBRE SI NA PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO.
Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito.
- NÃO RESPONDA NO PLURAL QUANDO O CREDO É EM FORMA DE PERGUNTAS.
Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “Cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “Creio”.
- NÃO FAÇA A COLETA DURANTE A ORAÇÃO DOS FIÉIS OU A CONSAGRAÇÃO.
A oferta em dinheiro deve ser recolhida na Preparação dos Dons, quando todos deverão estar sentados e o padre prepara o Altar, purifica as mãos e agradece a Deus pelo pão e pelo vinho, frutos da terra e do trabalho humano. Essa quantia é opcional, é uma contribuição para a Igreja, que assim como o dízimo, contribui para a comunidade, as obras, reformas, eventos, festas, shows, etc., não é uma taxa nem um imposto.
Evite chamar esse momento de Ofertório, pois o grande ofertório da Missa só se realiza após a narrativa da ceia (Consagração).
O canto pode ser chamado de Procissão (ou Processional) das Oferendas, ou Preparação (ou Apresentação) das Oferendas, quando não há procissão. O termo ''ofertório'' é mais adequado para o ato e o momento em que o pão e o vinho são colocados a Deus sobre o altar para serem consagrados e transformados em Corpo e Sangue de Cristo para a Santa Comunhão, ou seja, o momento mais sublime da Missa, que é a Sagrada Eucaristia..
Evite chamar esse momento de Ofertório, pois o grande ofertório da Missa só se realiza após a narrativa da ceia (Consagração).
O canto pode ser chamado de Procissão (ou Processional) das Oferendas, ou Preparação (ou Apresentação) das Oferendas, quando não há procissão. O termo ''ofertório'' é mais adequado para o ato e o momento em que o pão e o vinho são colocados a Deus sobre o altar para serem consagrados e transformados em Corpo e Sangue de Cristo para a Santa Comunhão, ou seja, o momento mais sublime da Missa, que é a Sagrada Eucaristia..
- NÃO SE LEVANTE NA PROCISSÃO DAS OFERTAS E APRESENTAÇÃO DOS DONS.
Não é necessário levantar-se para receber os dons na Procissão das Ofertas. Nesse momento, a hóstia e o vinho ainda não foram consagrados e, portanto, não são o Corpo e Sangue de Cristo, logo, ainda não aconteceu o sacrifício, mas sim a preparação da matéria.
Às vezes, alguém se levanta e, por impulso, outros também ficam de pé. Talvez, ao ver o padre levantar o cálice e a hóstia, as pessoas pensam que já é a Consagração. Mas não é. Não se apresse como quem vai pegar o trem.
- NÃO SE AJOELHE LOGO APÓS O SANTO.
É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É no momento que o padre traça o sinal da cruz sobre as oferendas que se deve ajoelhar-se. Nem sempre a campainha é tocada no momento correto.
Se você respeitar esse costume louvável, de ajoelhar-se após o canto do ''Santo'' até o final da Oração Eucarística e antes do Pai-Nosso, e antes da Comunhão quando se diz ''Eis o Cordeiro de Deus...'', siga-o.
- NÃO SE SENTE NA CONSAGRAÇÃO.
Durante a Consagração, se você não consegue se ajoelhar, fique de pé e faça uma profunda reverência durante a genuflexão do sacerdote, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença, motivo de saúde, lugar estreito, pouco espaço ou outra razão que o impeça. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente sobre o Altar.
- NÃO REZE EM VOZ ALTA DEPOIS DA CONSAGRAÇÃO.
Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor e Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio.
- NÃO DIGA EM VOZ ALTA: “POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO…”.
Só quem deve dizer isso é o padre que preside a Missa; ninguém mais. Também não se deve estender as mãos na direção do Altar, na Consagração, como se estivesse consagrando junto com o padre, nem dizer a oração da Paz (Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos...'').
- NÃO SE DIZ ‘AMÉM’ NO FIM DO PAI NOSSO.
A palavra “Amém” é usada para concluir as orações. Depois de todos rezarem o Pai Nosso até o “mas livrai-nos do mal”, ao invés de dizer “Amém”, o padre continua a oração sozinho. A liturgia chama isso de “Embolismo”, ou seja, essa oração que o padre reza sozinho (Livrai-nos de todos os males, ó Pai...) é uma oração que recolhe e desenvolve a oração precedente, e a resposta do povo (Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre) é chamada de ''doxologia''
- NÃO SAIA DO LUGAR PARA DAR A PAZ.
No Abraço da Paz, você só deve cumprimentar quem está do seu lado e não pessoas de outros bancos.
- SE VOCÊ NÃO SE SENTIR PREPARADO PARA COMUNGAR, NÃO COMUNGUE.
Ninguém está totalmente preparado para receber Jesus na Eucaristia, sobretudo quando tiver cometido pecado grave. No entanto, pecado leve não deve impedi-lo de se aproximar da Mesa da Comunhão. Você também deve ter guardado o jejum eucarístico, isto é, não ter comido nem bebido nada até uma hora antes de comungar.
- NÃO COMUNGAR SÓ COM PADRE.
Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se a hóstia é distribuída pelo padre, por um diácono, por um bispo ou por um ministro leigo: Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão (abreviadamente, MESC), também conhecido como Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística (MECE) ou Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCE).
- APÓS COMUNGAR, NÃO CONVERSE.
Após comungar, volte ao seu lugar e fale com Jesus, não converse com os outros nem reveja quem você ainda não viu. Se não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele, na intimidade do seu coração.
- OS CANTOS ACOMPANHEM OS RITOS.
Canta-se o Canto das Ofertas só durante a Preparação das Ofertas. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja tempo para um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus, na intimidade do seu coração.
- DESLIGUE O CELULAR NA IGREJA.
Ao entrar na Igreja, desligue o seu celular e, durante a Missa, não fique conversando com a pessoa do lado, tirando fotos, mandando mensagens ou falando ao celular, pois isso distrai você e as outras pessoas. Aproveite o tempo para dedicar sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção d’Ele a você. Se for um telefonema de emergência, atenda fora do templo e deixe o celular na espera.
- NÃO PERCA AS CRIANÇAS DE VISTA.
É muito salutar os pais levarem as crianças pequenas à Igreja, a fim de iniciá-las na vida cristã. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa. Se a criança chorar ou estiver fazendo muito barulho, saia com ela fora da Igreja até que ela se acalme.
- NÃO DEIXE A IGREJA ANTES DO FINAL.
Não perca a Bênção Final, através da qual o padre o abençoa e o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar no mundo o seu Reino de Amor.
- APRENDA A COMUNGAR CORRETAMENTE.
Você pode comungar recebendo a Hóstia consagrada na mão ou na boca, em pé ou fazendo pequena inclinação de cabeça ou breve genuflexão, mas não leve a hóstia sem comungar, nem ande com a Hóstia nas mãos, nem abra muito a boca com a língua para receber a comunhão. O importante é o respeito a Jesus e aos irmãos e irmãs na fé, nos quais Jesus quer ser amado e respeitado tanto quanto na Hóstia consagrada.
- COMO É A COMUNHÃO SOB DUAS ESPÉCIES.
A comunhão também pode ser sob as duas espécies, dependendo da permissão do padre, se a ocasião for oportuna. Nesse caso, a comunhão pode ser dada pelo ministro, de duas maneiras: na boca ou na mão dos fiéis, após molhar a Hóstia consagrada no Vinho consagrado.
- ORIENTAÇÕES PARA A MISSA COM O BISPO.
– Na Procissão de Entrada, o Bispo caminha em direção ao Altar traçando o Sinal da Cruz sobre os fiéis, abençoando-os. Estes devem fazer o Sinal da Cruz, na fronte, nos lábios e no peito, num gesto de acolhida da bênção divina concedida por meio do ministro de Deus.
– Na Procissão de Entrada, a cruz a ser usada tenha a imagem do Crucificado voltada para frente. Carregue-a um ministro entre dois acólitos, com castiçais de velas acesas. Chegando ao presbitério, seja colocada junto ao Altar, à direita ou à esquerda, ladeada pelos castiçais. Se já existir cruz fixa no presbitério, a cruz e os castiçais usados na Procissão de Entrada sejam guardados na sacristia.
– A Cadeira Presidencial seja colocada atrás do Altar e num nível mais elevado. Não sendo possível assim, seja colocada ao lado do Altar, à direita ou à esquerda, mantendo certa distância, para facilitar a circulação dos ministros em torno do Altar.
– A Mesa da Palavra pode ficar tanto à direita quanto à esquerda do Altar no Presbitério. O ideal é que fique do lado oposto da Capela do Santíssimo. Assim, os Ministros ficam do lado da Capela do Santíssimo e os Leitores e o Salmista ficam do lado da Mesa da Palavra. Essa disposição evita o desfile excessivo e desnecessário de ministros de um lado para o outro no Presbitério.
– Na Aclamação ao Evangelho, o ministro que for proclamar o Evangelho, pede ao Bispo a bênção. No final, ele beija o Livro, em sinal de respeito, ou o leva ao Bispo para que o beije e abençoe o povo.
– Quem preside a Missa faz a Apresentação das Ofertas e um dos que a concelebra (diácono, padre ou ministro leigo) faz a Preparação do Altar, que não inclui a mistura da água no vinho, ato próprio de quem preside. Na Missa concelebrada, só quem preside reza em voz alta a Oração Eucarística; quem a concelebra reze em voz baixa, menos a Consagração e a parte que rezar sozinho.
– Haja o cuidado de ter vários ministros em vários pontos da igreja para a distribuição da sagrada comunhão. Os fiéis sejam orientados a fazer uma única fila para cada ministro, evitando-se o tumulto que geralmente acontece nesse momento tão importante da Missa.
– Seria muito conveniente que, no Final da Missa, o padre não saísse às pressas da igreja, mas ficasse, por algum tempo, à disposição dos fiéis para recebê-los e abençoá-los. Nunca use o momento do Abraço da Paz para sair pela igreja abraçando os fiéis, cumprimentando as autoridades e abençoando as crianças.
Extra: Carta circular do Papa Francisco em 2014
De todos os modos, dever-se-ão evitar alguns abusos, tais como:
A introdução de um canto para a paz, inexistente no Rito Romano, os deslocamentos dos fiéis para se dar a paz, que o sacerdote abandone a paz para dar a paz a alguns fiéis e que em algumas circunstâncias, como a solenidade de Páscoa ou de Natal, ou Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação, Matrimônio, Sagradas Ordens, Profissão Religiosa ou Exéquias, ao dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os parentes.
Extra 2: Erros no Ofertório
Só se permitem quantias em dinheiro, ou seja, em espécie, nunca em cartão de crédito, débito, senha, cheque, envelope de depósito bancário, boleto, carteira, capa de celular, bilhete único, vale-transporte, vale-compra, vale-presente, carteira de estudante, cartão de banco, etc.
Extra 3: Mesóclises na Missa
Mesóclise é um tipo de colocação pronominal muito usada em contratos, sentenças judiciais, certidões, leis federais, estaduais e municipais, decretos governamentais, códigos, constituição, cláusulas contratuais, regras de trânsito, editais de concurso público, textos literários e poéticos, escrituras, inventários, partilhas, divórcios, testamentos, procurações, reconhecimentos de firma, formulários, relatórios, ofícios, memorandos, requerimentos, cartas comerciais, apostilas, circulares, comunicados, despachos, pareceres, ordens de serviço, portarias, regulamentos, alvarás, atas, atestados, declarações, autorizações, autos de infração, músicas, regras gramaticais etc., e deve ser evitada ao máximo pelo povo, sendo restrita aos leitores e padres.
Extra 4: ''Ministros da Eucaristia''
O ministro da Eucaristia, por excelência, é o sacerdote e o bispo, pois são eles que presidem a celebração e podem consagrar a Eucaristia. O diácono é ministro ordinário da Comunhão Eucarística, mas não é ministro da Eucaristia, pois distribui a comunhão, porém não consagra a Eucaristia.
Aos leigos que auxiliam o sacerdote na distribuição da comunhão, não se dá o nome de ministro especial da Sagrada Comunhão, nem ministro extraordinário da Eucaristia, nem ministro especial da Eucaristia. O nome correto e oficial desta função e deste ofício, em sentido estrito para seu ministério, é Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística (MECE) ou Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCE).
Extra 5: Interromper o rito da Missa para orações não previstas
Orações, como Ave-Maria, Salve-Rainha, Glória ao Pai, Angelus, Ato de Contrição, Consagração a Nossa Senhora etc., não fazem parte do Missal Romano, e devem ser rezadas esporadicamente, mas não após o Pai Nosso ou após a Consagração, mas sim após o canto da Comunhão.
Extra 6: Confiar a homilia a leigos
A homilia é obrigatória nos domingos, solenidades e festas da Igreja; nas memórias e dias da semana, é recomendável e facultativa, mas não obrigatória. Deve ser feita pelo sacerdote celebrante, delegada a um concelebrante, eventualmente a um diácono, bispo ou presbítero, mas nunca a um leigo. Também não deve ser substituída por apresentações teatrais, artísticas ou cinematográficas, testemunhos de particulares etc.
Extra 7: Falar de temas sem relação com as leituras
Iluminam-se os acontecimentos da vida, em Cristo, de modo a não se esvaziar o sentido original e verdadeiro da Palavra de Deus. Não se deve tratar de política, eleições ou temas profanos.
Extra 8: Pedir que diáconos, ministros ou fiéis leigos acompanhem o sacerdote na Oração Eucarística
O Cânon, por conter a Consagração e por sua função eminentemente sacrifical, é o momento mais sublime de toda a celebração, é exclusivo do sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, e, portanto, reprovável, que algumas partes da Anáfora sejam pronunciadas por um diácono, um ministro leigo ou por um só ou todos os fiéis juntos, nem sob condição. A regra é clara, e sem exceção. A Anáfora deve ser pronunciada pelo sacerdote em sua totalidade, com algumas intervenções do povo: no diálogo antes do Prefácio, no cântico ou recitação do Santo, na invocação do Espírito Santo (epiclese) sobre as oferendas do pão e do vinho, na aclamação memorial após a Consagração, na lembrança da morte e ressurreição de Jesus (oblação), na nova invocação do Espírito Santo (epiclese de comunhão) sobre a assembleia, na oração pela Igreja (intercessão) pelo Papa, Bispo, auxiliares e ministros, na oração pelos fiéis falecidos, na oração por todos que se reunirão com a Virgem Maria, os apóstolos, os anjos e os santos e na resposta após a Doxologia que encerra o Cânon. Com exceção da aclamação memorial, que foi incorporada ao Missal com a reforma da missa de Paulo VI, a intervenção no Prefácio e na Doxologia são clássicas. Com exceção das intervenções na epiclese, oblação, segunda epiclese e intercessões, todas são clássicas.
Extra 9: Uso habitual de Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão
O sacerdote celebrante é quem deve distribuir a comunhão. Em razão do número excessivo de comungantes e da duração extensa da Missa além do que seria razoável, ele pode contar com ministros extraordinários, recém-instituídos. Não se deve confiar a fração do pão eucarístico a leigos, nem sob condição. A fração do pão deve ser realizada depois do abraço da paz e enquanto se reza ou canta o Cordeiro de Deus, e somente pelo sacerdote, diácono ou concelebrante. Os leigos só participam extraordinariamente, apresentar-se-ão ao sacerdote com a comunhão, recebê-la-ão com a âmbula, distribuí-la-ão aos fiéis de acordo com as condições indicadas. Usar-se-ão patenas, para que se evite a perda de partículas ou partes delas. Não se improvisam partes na distribuição da comunhão. O sacerdote celebrante, concelebrante ou ministro diz ''O Corpo de Cristo'', à qual o comungante, individualmente, responde ''Amém'', retornando ao seu banco para fazer um momento de oração pessoal. Terminada a distribuição, devolver-se-ão as âmbulas ao sacerdote.
Extra 10: Como é a distribuição da comunhão?
Pode-se comungar de joelhos ou de pé. Quando se comunga em pé, far-se-á, antes de receber o Sacramento, a devida reverência. Escolher-se-á pelo fiel a forma de receber a sagrada Comunhão, se é na boca (tradicional) ou na mão. Se for na mão, estender-se-ão as mãos abertas, sobrepostas e receptivas a receber a sagrada Comunhão. É incorreto ''pegar'' a partícula, como se fosse um objeto comum, como o pão que se compra na padaria perto de sua casa ou Fini. Recebida a comunhão, o comungante consumi-la-á imediatamente. Proibir-se-á a distribuição da comunhão do tipo self-service ou buffet, de modo a cada um tomar a hóstia nas próprias mãos, ministrando a comunhão a si mesmo. Em casos de distribuição da comunhão nas duas espécies, dar-se-á a comunhão diretamente na boca do comungante.
Nunca se permitirá que o fiel receba a comunhão nas mãos em forma de pinça, ou espalhe a hóstia como se fosse laquê ou sabão, nem que coloque a língua para fora, como se estivesse em um consultório médico, para receber a hóstia na boca. Dê espaço para a hóstia entrar.
Extra 4: ''Ministros da Eucaristia''
O ministro da Eucaristia, por excelência, é o sacerdote e o bispo, pois são eles que presidem a celebração e podem consagrar a Eucaristia. O diácono é ministro ordinário da Comunhão Eucarística, mas não é ministro da Eucaristia, pois distribui a comunhão, porém não consagra a Eucaristia.
Aos leigos que auxiliam o sacerdote na distribuição da comunhão, não se dá o nome de ministro especial da Sagrada Comunhão, nem ministro extraordinário da Eucaristia, nem ministro especial da Eucaristia. O nome correto e oficial desta função e deste ofício, em sentido estrito para seu ministério, é Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística (MECE) ou Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCE).
Extra 5: Interromper o rito da Missa para orações não previstas
Orações, como Ave-Maria, Salve-Rainha, Glória ao Pai, Angelus, Ato de Contrição, Consagração a Nossa Senhora etc., não fazem parte do Missal Romano, e devem ser rezadas esporadicamente, mas não após o Pai Nosso ou após a Consagração, mas sim após o canto da Comunhão.
Extra 6: Confiar a homilia a leigos
A homilia é obrigatória nos domingos, solenidades e festas da Igreja; nas memórias e dias da semana, é recomendável e facultativa, mas não obrigatória. Deve ser feita pelo sacerdote celebrante, delegada a um concelebrante, eventualmente a um diácono, bispo ou presbítero, mas nunca a um leigo. Também não deve ser substituída por apresentações teatrais, artísticas ou cinematográficas, testemunhos de particulares etc.
Extra 7: Falar de temas sem relação com as leituras
Iluminam-se os acontecimentos da vida, em Cristo, de modo a não se esvaziar o sentido original e verdadeiro da Palavra de Deus. Não se deve tratar de política, eleições ou temas profanos.
Extra 8: Pedir que diáconos, ministros ou fiéis leigos acompanhem o sacerdote na Oração Eucarística
O Cânon, por conter a Consagração e por sua função eminentemente sacrifical, é o momento mais sublime de toda a celebração, é exclusivo do sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, e, portanto, reprovável, que algumas partes da Anáfora sejam pronunciadas por um diácono, um ministro leigo ou por um só ou todos os fiéis juntos, nem sob condição. A regra é clara, e sem exceção. A Anáfora deve ser pronunciada pelo sacerdote em sua totalidade, com algumas intervenções do povo: no diálogo antes do Prefácio, no cântico ou recitação do Santo, na invocação do Espírito Santo (epiclese) sobre as oferendas do pão e do vinho, na aclamação memorial após a Consagração, na lembrança da morte e ressurreição de Jesus (oblação), na nova invocação do Espírito Santo (epiclese de comunhão) sobre a assembleia, na oração pela Igreja (intercessão) pelo Papa, Bispo, auxiliares e ministros, na oração pelos fiéis falecidos, na oração por todos que se reunirão com a Virgem Maria, os apóstolos, os anjos e os santos e na resposta após a Doxologia que encerra o Cânon. Com exceção da aclamação memorial, que foi incorporada ao Missal com a reforma da missa de Paulo VI, a intervenção no Prefácio e na Doxologia são clássicas. Com exceção das intervenções na epiclese, oblação, segunda epiclese e intercessões, todas são clássicas.
Extra 9: Uso habitual de Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão
O sacerdote celebrante é quem deve distribuir a comunhão. Em razão do número excessivo de comungantes e da duração extensa da Missa além do que seria razoável, ele pode contar com ministros extraordinários, recém-instituídos. Não se deve confiar a fração do pão eucarístico a leigos, nem sob condição. A fração do pão deve ser realizada depois do abraço da paz e enquanto se reza ou canta o Cordeiro de Deus, e somente pelo sacerdote, diácono ou concelebrante. Os leigos só participam extraordinariamente, apresentar-se-ão ao sacerdote com a comunhão, recebê-la-ão com a âmbula, distribuí-la-ão aos fiéis de acordo com as condições indicadas. Usar-se-ão patenas, para que se evite a perda de partículas ou partes delas. Não se improvisam partes na distribuição da comunhão. O sacerdote celebrante, concelebrante ou ministro diz ''O Corpo de Cristo'', à qual o comungante, individualmente, responde ''Amém'', retornando ao seu banco para fazer um momento de oração pessoal. Terminada a distribuição, devolver-se-ão as âmbulas ao sacerdote.
Extra 10: Como é a distribuição da comunhão?
Pode-se comungar de joelhos ou de pé. Quando se comunga em pé, far-se-á, antes de receber o Sacramento, a devida reverência. Escolher-se-á pelo fiel a forma de receber a sagrada Comunhão, se é na boca (tradicional) ou na mão. Se for na mão, estender-se-ão as mãos abertas, sobrepostas e receptivas a receber a sagrada Comunhão. É incorreto ''pegar'' a partícula, como se fosse um objeto comum, como o pão que se compra na padaria perto de sua casa ou Fini. Recebida a comunhão, o comungante consumi-la-á imediatamente. Proibir-se-á a distribuição da comunhão do tipo self-service ou buffet, de modo a cada um tomar a hóstia nas próprias mãos, ministrando a comunhão a si mesmo. Em casos de distribuição da comunhão nas duas espécies, dar-se-á a comunhão diretamente na boca do comungante.
Nunca se permitirá que o fiel receba a comunhão nas mãos em forma de pinça, ou espalhe a hóstia como se fosse laquê ou sabão, nem que coloque a língua para fora, como se estivesse em um consultório médico, para receber a hóstia na boca. Dê espaço para a hóstia entrar.
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