Zorra Total é um programa de televisão humorístico brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo desde 25 de março de 1999.
Embora hoje seja uma tradicional atração das noites de sábado, sua estreia deu-se em março de 1999 nas noites de quinta-feira, das 22:00 as 23:10. Permaneceu neste horário até maio do mesmo ano, quando foi substituído pelo jornalístico Linha Direta.
Após várias mudanças e ajustes no elenco e no horário, assumiu finalmente as noites de sábado, onde se tornou um campeão de audiência. No início os quadros eram protagonizados por grandes estrelas do humor da Rede Globo, como Claudia Jimenez, Andréa Beltrão, Denise Fraga, Pedro Cardoso, Chico Anysio e até mesmo Renato Aragão, na época afastado das telas.
A disparidade entre os tipos de humor produzido foi sendo reduzida com a entrada de Maurício Sherman, que assumiu a direção e popularizou a atração, retirando quadros considerados "elitistas". Assim, Denise Fraga e Andréa Beltrão tiveram seus quadros transferidos para o Fantástico (respectivamente o "Retrato Falado" e a "Garota TPM"), Pedro Cardoso teve a exibição de seus quadros suspensos e o programa estreou novas atrações e antigos personagens, como o porteiro "Severino", interpretado por Paulo Silvino; ou o nervoso "Saraiva", desta vez a cargo de Francisco Milani.
Em 2003, o programa ganhou as feições de um edifício, uma espécie de "homenagem" do diretor Maurício Shermann ao memorável programa Balança Mas Não Cai.[1] Curiosamente, o projeto de remake do programa foi rejeitado pela direção da emissora, tendo que ser reescrito pelo autor.
Os dez anos de exibição do programa foram comemorados em 2009 com a produção de um especial com os melhores momentos do humorístico, posteriormente lançado em um DVD com três horas de duração.[2][3]
Polêmicas
Críticas
O Zorra Total é alvo de críticas desde a sua estréia em 1999.[4] Com um humor considerado chulo e popularesco, a maioria dos quadros do programa retrata estereótipos polêmicos acerca da raça e orientação sexual ou religiosa dos personagens, com um estilo considerado particularmente apelativo e ofensivo pelos críticos.[5][6]
Redação
Angélica Lopes
Antônio Dias
Ayres Vinagre
Bernardo Jablonsky
Daniel Adjafre
Fábio Porchat
Gugu Olimecha
Ique
Marco Palito
João Avelino
Marconi Leal
Nani
Natalia Klein
Nizo Neto
Regiana Antonini
Renan Magalhães
Toninho Rodrigues
Wladimir Weltman
Direção
Eduardo Miranda
Maurício Sherman
Vicente Burguer
Direção geral
Maurício Sherman
Elenco 2011
Chico Anysio - Salomé
Lúcio Mauro - Fernandinho
Cláudia Rodrigues - Ofélia
Katiuscia Canoro - Lady Kate (Kate Lúcia)/Caroline
Fabiana Karla - Dilmaquinista
Samantha Schmütz - Marina
Nelson Freitas - Darcênio
Agildo Ribeiro - Muammar al-Gaddafi/Ali Babaluf
Marcos Wainberg - Oswaldo
Mariana Santos - Catarina
Wagner Trindade - Gabriel
Marcos Veras - Soluço
Helga Nemeczyk - Dorinha
Caike Luna - Cleitom
Rodrigo Sant'Anna - Admilson/Valéria
Thalita Carauta - Clarete/Janete
David Pinheiro - Homem Ombro
Ricardo Graça Mello - Gustavo
Carine Klimeck - Mirtes
Romeu Evaristo - Angolano
Maria Cristina Gatti - Ismênia
Nizo Neto - Dom Pedro I
Antônio Pedro - Sardinha
Pedro Bismarck - Nerso
Guiga Ferreira - Demétrio
André Damasceno - Lula
Desirée de Oliveira - Carolaine
Christina Rodrigues - Hérica
Anselmo Vasconcelos - Pedro
Raphael Molina - Délio
Helena Werneck - Helena
Ataíde Arcoverde - Salsichão
alguém - Obama
Elenco sem personagens definidos
Paulo Silvino
Orlando Drummond
Dig Dutra
Rodrigo Fagundes
Tony Tornado
José Santa Cruz
Renato Rabello
Alexandre Sherman
Paulão Duplex
Jone Brabo
Amanda Pinheiro
Participações sem personagens
Daniel Barcellos
Felipe Wagner
João Carlos Barroso
Luiz Salém
Myriam Martin
Filipe Pontes
Fabiana Schunk
Ivonete Liberato
Luciana Coutinho
Ana Barroso
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