Jornal Nacional
Logotipo atual do telejornal, frequentemente abreviado como JN
Informação geral
Formato Telejornal
Género Jornalismo
Duração ~40 minutos
~25 minutos (quartas)
Criador Armando Nogueira
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Alexandre Arrabal (ilustração e arte)
Ali Kamel (CGJ)
Carlos Schroder (DGJE)
Erick Brêtas (RJ)
Cristina Piasentini (SP)
Fernando Guimarães (operações)
Leonardo Miranda Penna (imagens)
Luiz Fernando Lima (CGESP)
Luiz Cláudio Latgé (conteúdo)
Renato Ribeiro (produção)
João Pedro Paes Leme (conteúdo)
Marco Mora (produção)
Renê Astigarraga (MG)
Silvia Faria (DF)
Jô Mazarollo (PE)
Produtor(es) Adriana Caban
Ana Paula Brasil
Dagoberto Souto Maior
Flávio Orro
Rogério Nery
Apresentador(es) William Bonner
Patrícia Poeta
Heraldo Pereira (eventual)
Renata Vasconcellos (eventual)
Chico Pinheiro (eventual)
Márcio Gomes (eventual)
Carla Vilhena (eventual)
Ana Paula Araújo (eventual)
Alexandre Garcia (eventual)
William Waack (eventual)
Christiane Pelajo (eventual)
Elenco Flávia Freire (previsão do tempo)
Tema de abertura baseado no musical:
"The Fuzz" (Frank DeVol)
Tema de
encerramento baseado no musical:
"The Fuzz" (Frank DeVol)
Exibição
Emissora de
televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 1 de setembro de 1969-
presente
Portal Séries de televisão · Portal Televisão
Projeto Televisão
O Jornal Nacional é um telejornal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo desde sua estreia, em 1 de setembro de 1969 sob o comando de Hilton Gomes e Cid Moreira. Exibido no horário noturno, de segunda-feira a sábado e sucedido pela novela das oito, é um dos telejornais mais assistidos e reconhecidos do país, tendo, ao longo de sua existência, acumulado diversos prêmios. Hoje, é apresentado, por William Bonner ,que também um dos redatores, e Patrícia Poeta, sendo eles substituídos por outros jornalistas da Rede Globo durante finais de semana, feriados ou férias.
Índice
1 História
2 Emmy International
3 Vinheta
4 Histórico de apresentadores
5 Curiosidades
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ver também
9 Ligações externas
História
O telejornal entrou no ar no dia de 1º de setembro de 1969 com a apresentação de Hilton Gomes e Cid Moreira. O JN foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional, através da Embratel. O nome deriva de seu primeiro patrocinador, o Banco Nacional[1].
Os apresentadores eram Hilton Gomes e Cid Moreira abriram a primeira edição do JN anunciando: "O Jornal Nacional, da Rede Globo, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagem e som de todo o país". Cid Moreira encerrou: "É o Brasil ao vivo aí na sua casa. Boa noite".
Na época, o telejornal era único programa da recém-criada TV Globo exibido em via satélite entre 19h45 até 20h15, pois a Globo no Rio de Janeiro exibia normalmente a programação, com novelas e séries e havia poucas afiliadas (que exibiam a programações gravadas por até uma semana de atraso em relação da rede), que só exibia o telejornal ao vivo.
O JN se tornou, em alguns anos, o mais importante e famoso noticiário brasileiro, alcançando altos índices de audiência. Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.
Em 1977, Glória Maria se torna a primeira repórter do Brasil a entrar no ar ao vivo. Na ocasião, foram inaugurados equipamentos portáteis para geração de imagens.
Em 1978, o filme 16 mm começa a ser substituído com a instalação da ENG (Eletronic News Gathering), que permite a edição eletrônica de videoteipe, e a edição em VT aumentou a velocidade do telejornalismo.
Em 1989, o JN estreia abertura e cenário novos, onde os símbolos do programa deixam de ter molduras e passam a tomar todo o fundo do cenário.
Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Paulo César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.
Em 1991, pela primeira vez uma guerra foi transmitida ao vivo, a Guerra do Golfo.
Em 1994, pela primeira vez, uma cobertura de Copa do Mundo é ancorada ao vivo do país-sede, os Estados Unidos. Também em 1994, o Jornal Nacional completa 25 anos.
Em 1996, Cid Moreira (atualmente em carreira religiosa e musical - que apresentava o telejornal desde sua estreia) e Sérgio Chapelin (atualmente no Globo Repórter) passam a bancada para William Bonner e Lillian Witte Fibe, e, em 1998, Fátima Bernardes substitui Lilian Witte Fibe e forma a dupla que esteve no ar até 2011, com William Bonner.
Em 2000, o JN muda o cenário de estúdio e começa a ser apresentado de dentro da própria redação, o que dá a sensação de interação.
Em 2001, O JN foi indicado ao Emmy devido à cobertura dos atentados de 11 de setembro; o programa conquista o Prêmio Esso de Jornalismo, na estréia da categoria telejornalismo, com o trabalho "Feira de Drogas"; e neste ano também estreou o site do Jornal Nacional.
Nas Eleições 2002, o JN inovou realizando entrevistas ao vivo no próprio cenário, com quatro candidatos à Presidência.
Em 2006, num link direto com a Estação Espacial Internacional, William Bonner entrevistou o astronauta Marcos Pontes, primeiro brasileiro a viajar no espaço. No mesmo ano, Pedro Bial apresentou a Caravana JN, que, durante dois meses fez reportagens sobre as eleições por todo o Brasil. A cada duas semanas, o JN foi apresentado, ao vivo, por William Bonner e Fátima Bernardes, de uma cidade representativa de sua região.
Em 2007, o JN fez reportagens especiais sobre a vinda do Papa ao Brasil, sobre a tragédia do Airbus da TAM, e sobre o Pan do Rio de Janeiro.
Em 2008, a cobertura do sequestro de Eloá Pimentel pelo ex-namorado fez o JN ser indicado pela quinta vez em sete anos ao Emmy Internacional, o Oscar da televisão mundial. Neste ano o JN cobriu também a eleição de Barack Obama,as enchentes em Santa Catarina ao vivo e a Crise Financeira Mundial.
Em 2009 o JN completou 40 anos, cobriu a recuperação econômica mundial, a queda do voo da Air-France, a gripe H1N1 e a morte de Michael Jackson.[2]
Em agosto de 2010, o jornal inicia seu projeto das eleições, com o JN no Ar, que através de um avião visitou cidades dos 26 estados e do Distrito Federal. O projeto foi lançado na cidade de Macapá. No ano segunte, o projeto se tornou fixo.
Em dia 3 de junho de 2011, o JN entrevistou com exclusividade o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, 18 dias depois do político ser acusado de que teria ampliado seu patrimônio em 20 vezes entre 2006 e 2010, prestando serviços de consultoria. Sob forte pressão política e da população brasileira, o ministro aceitou falar somente com Jornal Nacional, concedendo a entrevista em seu gabinete, no Palácio do Planalto, ao repórter Júlio Mosquéra. A entrevista foi exibida com vários minutos de duração , o que fez o editor-chefe e apresentador do jornal, William Bonner, encurtar vários blocos grandes do JN daquele dia, para que, no mínimo, a metade da entrevista fosse levada ao ar, pois a entrevista na íntegra durou horas. A entrevista foi divida em duas partes, ocupando dois blocos do telejornal daquela sexta-feira. Sendo a primeira manifestação pública de Antonio Palocci desde que uma reportagem do jornal impresso Folha de S.Paulo informou que o político teve o patrimônio pessoal aumentado em 20 vezes entre 2006 e 2010. No período, o atual ministro exerceu mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Dilma Rousseff.[3]
Em 6 de agosto de 2011, o apresentador títular do JN, William Bonner e a então títular Fátima Bernardes, leram, no último bloco do Jornal Nacional deste dia, um resumo de um documento com princípios editoriais das Organizações Globo. O texto descreve as normas e condutas que os veículos do grupo devem seguir para que seja cumprido o compromisso de oferecer jornalismo de qualidade. Uma carta do presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, e dos vices João Roberto Marinho e José Roberto Marinho apresenta o documento. A íntegra do texto "Princípios editoriais das Organizações Globo" pode ser acessada a partir dos menus de todos os sites jornalísticos do grupo.[4]
Em 1º de dezembro de 2011, a Rede Globo informou em uma entrevista coletiva mudanças importantes na apresentação do Jornal Nacional. Após quase 14 anos, Fátima Bernardes deixará a bancada do telejornal para apresentar um novo programa, que mistura jornalismo, prestação de serviço e entretenimento, que entrará na grade matutina de Rede Globo em 2012, que herdará o horário ocupado pela TV Globinho, que passará a ser exibida apenas aos sábados, e sem apresentadores. Quem entra no JN para dividir a apresentação com William Bonner é Patrícia Poeta que estava há cinco anos no Fantástico. Quem substitui Patrícia no Show da Vida é a jornalista Renata Ceribelli.[5]. No dia 5 de dezembro de 2011, houve uma edição especial do Jornal Nacional quando Fátima entregou o bastão á Patrícia.[6]. Patrícia assumiu todas as funções de Fátima no JN: além de apresentadora, é editora-executiva do telejornal.[7].
Emmy International
Em 26 de setembro de 2011, o telejornal ganhou o prêmio na categoria "notícia" devido à cobertura da expulsão dos traficantes e a ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2010. Foi a sétima vez em nove anos que o telejornal chega à final do Oscar da televisão mundial, sendo a primeira vitória.[8]
Cquote1.svg Durante aquela semana, foi muito importante separar o que era fato do que era boato, do que era especulação. E o trabalho dos nossos jornalistas foi muito importante, porque graças à apuração rigorosa, à apuração isenta das notícias, nós conseguimos transmitir para a população o que de fato estava acontecendo. Eu acho que a gente prestou um grande serviço para a população do Rio de Janeiro. Cquote2.svg
— Erick Brêtas, diretor regional de jornalismo TV Globo Rio
Além disso, a morte de Tim Lopes, em 2002, nesta mesma região do Rio de Janeiro agregou um significado especial à cobertura jornalística de 2010.[9]
Cquote1.svg Em 2002, o Tim Lopes, nosso colega, foi assassinado ali na Vila Cruzeiro, denunciando o tráfico. Na ocasião, a gente prometeu continuar denunciando o tráfico e completar a história que o Tim não pôde. Quando recebemos o Emmy, os jurados sequer imaginavam que essa premiação teria ainda mais esse simbolismo. A conclusão de uma história que Tim começou em 2002. Cquote2.svg
— Ali Kamel, diretor da Central Globo de Jornalismo
Vinheta
A vinheta do Jornal Nacional foi baseada na peça musical The Fuzz, composta por Frank DeVol para o filme The Happening (1967). Foi usada por primeira vez para um telejornal na emissora KOOL-TV (hoje KSAZ-TV) de Phoenix, Arizona no ano de 1968.[carece de fontes]
Histórico de apresentadores
Ao longo de 40 anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nacional.
Hilton Gomes e Cid Moreira comandaram a primeira edição do Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969.
Ronaldo Rosas substituiu Hilton Gomes na apresentação do Jornal Nacional, em 1971. Seu posto foi assumido, no ano seguinte, por Sérgio Chapelin, que formou com Cid Moreira a dupla que mais tempo apresentou o telejornal. Em 1979, Chapelin deslocou-se para o Jornal da Globo e o cenário passou a ser menor, com lugar para apenas um apresentador. Cid Moreira estreou o novo cenário em 2 de abril de 1979, data da estreia da segunda versão do Jornal da Globo. Com a extinção do jornal, Sérgio voltou a apresentar o telejornal com Cid Moreira, até 1983.
Em 1983, Chapelin, atualmente no Globo Repórter e na Retrospectiva, troca a TV Globo pelo SBT, se tornando apresentador de programas de auditório, e é substituído por Celso Freitas. Mesmo voltando para emissora no ano seguinte para apresentar o Globo Repórter, Chapelin somente voltaria a apresentar o JN em 1989, permanecendo na bancada com Cid Moreira até 1996. Evandro Carlos de Andrade, à época diretor de jornalismo da emissora, promove uma grande mudança no JN: William Bonner e Lillian Witte Fibe assumem a bancada como parte do projeto de substituir locutores por jornalistas na apresentação dos telejornais da Globo.
Mais mudanças no Jornal Nacional: Lillian, depois de uma reunião com a cúpula da Rede Globo, decide afastar-se, entrando em férias até a volta ao Jornal da Globo em fevereiro de 1998, e pelos próximos dois meses, vários apresentadores interinos passariam pelo JN . Várias apresentadoras foram cotadas, e Sandra Annenberg, então apresentadora do JG em São Paulo, entrou provisoriamente para o time de apresentadores do JN.[10] Mas, uma semana e meia depois, ela foi convidada a apresentar o Jornal Hoje e trocou de posto com Mônica Waldvogel, e esta foi apresentar com William Bonner provisoriamente. Pouco mais de uma semana depois, Mônica é substituída por Ana Paula Padrão, substituída dias depois por Carlos Nascimento, sendo que este foi posteriormente substituído por Fátima Bernardes em 30 de março de 1998, fazendo dupla com seu marido, William Bonner. Lillian Witte Fibe, famosa pelo Globo Economia, Jornal Hoje, Jornal Nacional e Jornal da Globo, Roda Viva (na TV Cultura), Jornal do SBT, Jornal 21 (na Rede 21), UOL News (no portal UOL), em 1999 migra para a internet para apresentar o Jornal da Lílian no portal Terra.
No dia 5 de dezembro de 2011 Fátima se retira do telejornal para apresentar um programa matutino chamado de Encontro com Fátima Bernardes e é substituída por Patrícia Poeta[11].
Ocasionalmente, por diversas circunstâncias, o programa foi apresentado por outros jornalistas da casa, como Renato Machado (1982-1983[12]) e Mylena Ciribelli (1996-1999),[13] entre outros.
Curiosidades
O programa de estreia do Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969, começou com informações do estado de saúde do então presidente Artur da Costa e Silva, vítima de um derrame que o afastou da presidência.
A morte de Rocky Marciano foi noticiada no primeiro Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969.
Durante o horário de verão em alguns estados e em períodos de campanha eleitoral para segundo turno de eleições municipais ou estaduais, o Jornal Nacional acaba antes em alguns lugares do Brasil e continua normalmente em outros. Nessas edições, os apresentadores gravam um "boa noite" que é levado ao ar nos locais onde há encerramento antecipado.
O estúdio que aparece no fundo do cenário do JN é o mesmo onde a Rede Globo gravava suas novelas antes da construção do Projac. Foi lá que gravaram cenas históricas como o assassinato de Odete Roitman, em Vale Tudo e a descoberta do assassino Adalberto de A Próxima Vítima (telenovela).
O apresentador William Bonner já encerrou o jornal dando "boa noite" antes da hora, no meio de uma edição. A imagem desapareceu e, em seguida, o apresentador voltou dizendo que havia se enganado e que ainda "havia muitos assuntos a tratar".
Uma das maiores repercussões em mensagens enviadas por telespectadores aconteceu quando a apresentadora Fátima Bernardes decidiu fazer escova definitiva nos seus cabelos. Na ocasião, ela teve que apresentar o jornal durante vários dias sem lavar os cabelos, o que os deixou com uma aparência estranha e engordurada.
A famosa vinheta com um globo azul com JNs saindo, foi refeita quatro vezes. A idéia foi feita pelo Hans Donner em 1983, os JNs eram escuros. Em 1989, ganhou um fundo espacial e os JNs foram redesenhados, cujo roxos-claros. Em 1998, a primeira metade da vinheta foi cortada e que um JN faz uma transição para o cenário. O tempo original da vinheta só retornou desde que William Bonner estava na bancada do Jornal Nacional na França, quando realizava a copa do mundo naquele ano. Essa vinheta ficou até Abril de 2000, na qual foi substituída pela última versão que ficou poucos meses antes do novo cenário e vinheta. Diferindo das anteriores, além do tom brilhante, toda a animação entre o globo, os JNs e o fundo espacial foram modificados, pois o símbolo cristalizado da emissora que aparece durante a vinheta, em que algumas aberturas da programação da Rede Globo.
O arranjo da música-tema do JN que é tocada atualmente, foi originalmente executada em 1989 (como referiu-se a vinheta). Mas em alguns programas, foi tocada um arranjo especial que originalmente seria o tema fixo a partir da estréia do novo cenário em 2000.
No dia 6 de agosto de 2003, quando Roberto Marinho faleceu, o apresentador William Bonner caiu em prantos no fim do telejornal quando lia uma carta escrita pelos filhos de Marinho Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho. Depois do ocorrido, o jornal terminou em silêncio, como forma de luto e homenagem a Roberto Marinho. O vídeo pode ser visto no You Tube, já teve quase 4.400.000 de exibições. Em 23 de março de 2012, o dia que Chico Anysio faleceu, o jornal também terminou em silêncio e com imagens dele.
Às quartas-feiras, o Jornal Nacional termina às 20h58, devido à exibição do futebol.
Às quintas-feiras, um ano antes das eleições, o Jornal Nacional começa às 20h35 ou 20h40 e termina alguns minutos mais tarde, devido a propaganda partidária obrigatória.
Logotipo atual do telejornal, frequentemente abreviado como JN
Informação geral
Formato Telejornal
Género Jornalismo
Duração ~40 minutos
~25 minutos (quartas)
Criador Armando Nogueira
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Alexandre Arrabal (ilustração e arte)
Ali Kamel (CGJ)
Carlos Schroder (DGJE)
Erick Brêtas (RJ)
Cristina Piasentini (SP)
Fernando Guimarães (operações)
Leonardo Miranda Penna (imagens)
Luiz Fernando Lima (CGESP)
Luiz Cláudio Latgé (conteúdo)
Renato Ribeiro (produção)
João Pedro Paes Leme (conteúdo)
Marco Mora (produção)
Renê Astigarraga (MG)
Silvia Faria (DF)
Jô Mazarollo (PE)
Produtor(es) Adriana Caban
Ana Paula Brasil
Dagoberto Souto Maior
Flávio Orro
Rogério Nery
Apresentador(es) William Bonner
Patrícia Poeta
Heraldo Pereira (eventual)
Renata Vasconcellos (eventual)
Chico Pinheiro (eventual)
Márcio Gomes (eventual)
Carla Vilhena (eventual)
Ana Paula Araújo (eventual)
Alexandre Garcia (eventual)
William Waack (eventual)
Christiane Pelajo (eventual)
Elenco Flávia Freire (previsão do tempo)
Tema de abertura baseado no musical:
"The Fuzz" (Frank DeVol)
Tema de
encerramento baseado no musical:
"The Fuzz" (Frank DeVol)
Exibição
Emissora de
televisão original Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 1 de setembro de 1969-
presente
Portal Séries de televisão · Portal Televisão
Projeto Televisão
O Jornal Nacional é um telejornal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo desde sua estreia, em 1 de setembro de 1969 sob o comando de Hilton Gomes e Cid Moreira. Exibido no horário noturno, de segunda-feira a sábado e sucedido pela novela das oito, é um dos telejornais mais assistidos e reconhecidos do país, tendo, ao longo de sua existência, acumulado diversos prêmios. Hoje, é apresentado, por William Bonner ,que também um dos redatores, e Patrícia Poeta, sendo eles substituídos por outros jornalistas da Rede Globo durante finais de semana, feriados ou férias.
Índice
1 História
2 Emmy International
3 Vinheta
4 Histórico de apresentadores
5 Curiosidades
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ver também
9 Ligações externas
História
O telejornal entrou no ar no dia de 1º de setembro de 1969 com a apresentação de Hilton Gomes e Cid Moreira. O JN foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional, através da Embratel. O nome deriva de seu primeiro patrocinador, o Banco Nacional[1].
Os apresentadores eram Hilton Gomes e Cid Moreira abriram a primeira edição do JN anunciando: "O Jornal Nacional, da Rede Globo, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagem e som de todo o país". Cid Moreira encerrou: "É o Brasil ao vivo aí na sua casa. Boa noite".
Na época, o telejornal era único programa da recém-criada TV Globo exibido em via satélite entre 19h45 até 20h15, pois a Globo no Rio de Janeiro exibia normalmente a programação, com novelas e séries e havia poucas afiliadas (que exibiam a programações gravadas por até uma semana de atraso em relação da rede), que só exibia o telejornal ao vivo.
O JN se tornou, em alguns anos, o mais importante e famoso noticiário brasileiro, alcançando altos índices de audiência. Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.
Em 1977, Glória Maria se torna a primeira repórter do Brasil a entrar no ar ao vivo. Na ocasião, foram inaugurados equipamentos portáteis para geração de imagens.
Em 1978, o filme 16 mm começa a ser substituído com a instalação da ENG (Eletronic News Gathering), que permite a edição eletrônica de videoteipe, e a edição em VT aumentou a velocidade do telejornalismo.
Em 1989, o JN estreia abertura e cenário novos, onde os símbolos do programa deixam de ter molduras e passam a tomar todo o fundo do cenário.
Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Paulo César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.
Em 1991, pela primeira vez uma guerra foi transmitida ao vivo, a Guerra do Golfo.
Em 1994, pela primeira vez, uma cobertura de Copa do Mundo é ancorada ao vivo do país-sede, os Estados Unidos. Também em 1994, o Jornal Nacional completa 25 anos.
Em 1996, Cid Moreira (atualmente em carreira religiosa e musical - que apresentava o telejornal desde sua estreia) e Sérgio Chapelin (atualmente no Globo Repórter) passam a bancada para William Bonner e Lillian Witte Fibe, e, em 1998, Fátima Bernardes substitui Lilian Witte Fibe e forma a dupla que esteve no ar até 2011, com William Bonner.
Em 2000, o JN muda o cenário de estúdio e começa a ser apresentado de dentro da própria redação, o que dá a sensação de interação.
Em 2001, O JN foi indicado ao Emmy devido à cobertura dos atentados de 11 de setembro; o programa conquista o Prêmio Esso de Jornalismo, na estréia da categoria telejornalismo, com o trabalho "Feira de Drogas"; e neste ano também estreou o site do Jornal Nacional.
Nas Eleições 2002, o JN inovou realizando entrevistas ao vivo no próprio cenário, com quatro candidatos à Presidência.
Em 2006, num link direto com a Estação Espacial Internacional, William Bonner entrevistou o astronauta Marcos Pontes, primeiro brasileiro a viajar no espaço. No mesmo ano, Pedro Bial apresentou a Caravana JN, que, durante dois meses fez reportagens sobre as eleições por todo o Brasil. A cada duas semanas, o JN foi apresentado, ao vivo, por William Bonner e Fátima Bernardes, de uma cidade representativa de sua região.
Em 2007, o JN fez reportagens especiais sobre a vinda do Papa ao Brasil, sobre a tragédia do Airbus da TAM, e sobre o Pan do Rio de Janeiro.
Em 2008, a cobertura do sequestro de Eloá Pimentel pelo ex-namorado fez o JN ser indicado pela quinta vez em sete anos ao Emmy Internacional, o Oscar da televisão mundial. Neste ano o JN cobriu também a eleição de Barack Obama,as enchentes em Santa Catarina ao vivo e a Crise Financeira Mundial.
Em 2009 o JN completou 40 anos, cobriu a recuperação econômica mundial, a queda do voo da Air-France, a gripe H1N1 e a morte de Michael Jackson.[2]
Em agosto de 2010, o jornal inicia seu projeto das eleições, com o JN no Ar, que através de um avião visitou cidades dos 26 estados e do Distrito Federal. O projeto foi lançado na cidade de Macapá. No ano segunte, o projeto se tornou fixo.
Em dia 3 de junho de 2011, o JN entrevistou com exclusividade o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, 18 dias depois do político ser acusado de que teria ampliado seu patrimônio em 20 vezes entre 2006 e 2010, prestando serviços de consultoria. Sob forte pressão política e da população brasileira, o ministro aceitou falar somente com Jornal Nacional, concedendo a entrevista em seu gabinete, no Palácio do Planalto, ao repórter Júlio Mosquéra. A entrevista foi exibida com vários minutos de duração , o que fez o editor-chefe e apresentador do jornal, William Bonner, encurtar vários blocos grandes do JN daquele dia, para que, no mínimo, a metade da entrevista fosse levada ao ar, pois a entrevista na íntegra durou horas. A entrevista foi divida em duas partes, ocupando dois blocos do telejornal daquela sexta-feira. Sendo a primeira manifestação pública de Antonio Palocci desde que uma reportagem do jornal impresso Folha de S.Paulo informou que o político teve o patrimônio pessoal aumentado em 20 vezes entre 2006 e 2010. No período, o atual ministro exerceu mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Dilma Rousseff.[3]
Em 6 de agosto de 2011, o apresentador títular do JN, William Bonner e a então títular Fátima Bernardes, leram, no último bloco do Jornal Nacional deste dia, um resumo de um documento com princípios editoriais das Organizações Globo. O texto descreve as normas e condutas que os veículos do grupo devem seguir para que seja cumprido o compromisso de oferecer jornalismo de qualidade. Uma carta do presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, e dos vices João Roberto Marinho e José Roberto Marinho apresenta o documento. A íntegra do texto "Princípios editoriais das Organizações Globo" pode ser acessada a partir dos menus de todos os sites jornalísticos do grupo.[4]
Em 1º de dezembro de 2011, a Rede Globo informou em uma entrevista coletiva mudanças importantes na apresentação do Jornal Nacional. Após quase 14 anos, Fátima Bernardes deixará a bancada do telejornal para apresentar um novo programa, que mistura jornalismo, prestação de serviço e entretenimento, que entrará na grade matutina de Rede Globo em 2012, que herdará o horário ocupado pela TV Globinho, que passará a ser exibida apenas aos sábados, e sem apresentadores. Quem entra no JN para dividir a apresentação com William Bonner é Patrícia Poeta que estava há cinco anos no Fantástico. Quem substitui Patrícia no Show da Vida é a jornalista Renata Ceribelli.[5]. No dia 5 de dezembro de 2011, houve uma edição especial do Jornal Nacional quando Fátima entregou o bastão á Patrícia.[6]. Patrícia assumiu todas as funções de Fátima no JN: além de apresentadora, é editora-executiva do telejornal.[7].
Emmy International
Em 26 de setembro de 2011, o telejornal ganhou o prêmio na categoria "notícia" devido à cobertura da expulsão dos traficantes e a ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2010. Foi a sétima vez em nove anos que o telejornal chega à final do Oscar da televisão mundial, sendo a primeira vitória.[8]
Cquote1.svg Durante aquela semana, foi muito importante separar o que era fato do que era boato, do que era especulação. E o trabalho dos nossos jornalistas foi muito importante, porque graças à apuração rigorosa, à apuração isenta das notícias, nós conseguimos transmitir para a população o que de fato estava acontecendo. Eu acho que a gente prestou um grande serviço para a população do Rio de Janeiro. Cquote2.svg
— Erick Brêtas, diretor regional de jornalismo TV Globo Rio
Além disso, a morte de Tim Lopes, em 2002, nesta mesma região do Rio de Janeiro agregou um significado especial à cobertura jornalística de 2010.[9]
Cquote1.svg Em 2002, o Tim Lopes, nosso colega, foi assassinado ali na Vila Cruzeiro, denunciando o tráfico. Na ocasião, a gente prometeu continuar denunciando o tráfico e completar a história que o Tim não pôde. Quando recebemos o Emmy, os jurados sequer imaginavam que essa premiação teria ainda mais esse simbolismo. A conclusão de uma história que Tim começou em 2002. Cquote2.svg
— Ali Kamel, diretor da Central Globo de Jornalismo
Vinheta
A vinheta do Jornal Nacional foi baseada na peça musical The Fuzz, composta por Frank DeVol para o filme The Happening (1967). Foi usada por primeira vez para um telejornal na emissora KOOL-TV (hoje KSAZ-TV) de Phoenix, Arizona no ano de 1968.[carece de fontes]
Histórico de apresentadores
Ao longo de 40 anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nacional.
Hilton Gomes e Cid Moreira comandaram a primeira edição do Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969.
Ronaldo Rosas substituiu Hilton Gomes na apresentação do Jornal Nacional, em 1971. Seu posto foi assumido, no ano seguinte, por Sérgio Chapelin, que formou com Cid Moreira a dupla que mais tempo apresentou o telejornal. Em 1979, Chapelin deslocou-se para o Jornal da Globo e o cenário passou a ser menor, com lugar para apenas um apresentador. Cid Moreira estreou o novo cenário em 2 de abril de 1979, data da estreia da segunda versão do Jornal da Globo. Com a extinção do jornal, Sérgio voltou a apresentar o telejornal com Cid Moreira, até 1983.
Em 1983, Chapelin, atualmente no Globo Repórter e na Retrospectiva, troca a TV Globo pelo SBT, se tornando apresentador de programas de auditório, e é substituído por Celso Freitas. Mesmo voltando para emissora no ano seguinte para apresentar o Globo Repórter, Chapelin somente voltaria a apresentar o JN em 1989, permanecendo na bancada com Cid Moreira até 1996. Evandro Carlos de Andrade, à época diretor de jornalismo da emissora, promove uma grande mudança no JN: William Bonner e Lillian Witte Fibe assumem a bancada como parte do projeto de substituir locutores por jornalistas na apresentação dos telejornais da Globo.
Mais mudanças no Jornal Nacional: Lillian, depois de uma reunião com a cúpula da Rede Globo, decide afastar-se, entrando em férias até a volta ao Jornal da Globo em fevereiro de 1998, e pelos próximos dois meses, vários apresentadores interinos passariam pelo JN . Várias apresentadoras foram cotadas, e Sandra Annenberg, então apresentadora do JG em São Paulo, entrou provisoriamente para o time de apresentadores do JN.[10] Mas, uma semana e meia depois, ela foi convidada a apresentar o Jornal Hoje e trocou de posto com Mônica Waldvogel, e esta foi apresentar com William Bonner provisoriamente. Pouco mais de uma semana depois, Mônica é substituída por Ana Paula Padrão, substituída dias depois por Carlos Nascimento, sendo que este foi posteriormente substituído por Fátima Bernardes em 30 de março de 1998, fazendo dupla com seu marido, William Bonner. Lillian Witte Fibe, famosa pelo Globo Economia, Jornal Hoje, Jornal Nacional e Jornal da Globo, Roda Viva (na TV Cultura), Jornal do SBT, Jornal 21 (na Rede 21), UOL News (no portal UOL), em 1999 migra para a internet para apresentar o Jornal da Lílian no portal Terra.
No dia 5 de dezembro de 2011 Fátima se retira do telejornal para apresentar um programa matutino chamado de Encontro com Fátima Bernardes e é substituída por Patrícia Poeta[11].
Ocasionalmente, por diversas circunstâncias, o programa foi apresentado por outros jornalistas da casa, como Renato Machado (1982-1983[12]) e Mylena Ciribelli (1996-1999),[13] entre outros.
Curiosidades
O programa de estreia do Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969, começou com informações do estado de saúde do então presidente Artur da Costa e Silva, vítima de um derrame que o afastou da presidência.
A morte de Rocky Marciano foi noticiada no primeiro Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969.
Durante o horário de verão em alguns estados e em períodos de campanha eleitoral para segundo turno de eleições municipais ou estaduais, o Jornal Nacional acaba antes em alguns lugares do Brasil e continua normalmente em outros. Nessas edições, os apresentadores gravam um "boa noite" que é levado ao ar nos locais onde há encerramento antecipado.
O estúdio que aparece no fundo do cenário do JN é o mesmo onde a Rede Globo gravava suas novelas antes da construção do Projac. Foi lá que gravaram cenas históricas como o assassinato de Odete Roitman, em Vale Tudo e a descoberta do assassino Adalberto de A Próxima Vítima (telenovela).
O apresentador William Bonner já encerrou o jornal dando "boa noite" antes da hora, no meio de uma edição. A imagem desapareceu e, em seguida, o apresentador voltou dizendo que havia se enganado e que ainda "havia muitos assuntos a tratar".
Uma das maiores repercussões em mensagens enviadas por telespectadores aconteceu quando a apresentadora Fátima Bernardes decidiu fazer escova definitiva nos seus cabelos. Na ocasião, ela teve que apresentar o jornal durante vários dias sem lavar os cabelos, o que os deixou com uma aparência estranha e engordurada.
A famosa vinheta com um globo azul com JNs saindo, foi refeita quatro vezes. A idéia foi feita pelo Hans Donner em 1983, os JNs eram escuros. Em 1989, ganhou um fundo espacial e os JNs foram redesenhados, cujo roxos-claros. Em 1998, a primeira metade da vinheta foi cortada e que um JN faz uma transição para o cenário. O tempo original da vinheta só retornou desde que William Bonner estava na bancada do Jornal Nacional na França, quando realizava a copa do mundo naquele ano. Essa vinheta ficou até Abril de 2000, na qual foi substituída pela última versão que ficou poucos meses antes do novo cenário e vinheta. Diferindo das anteriores, além do tom brilhante, toda a animação entre o globo, os JNs e o fundo espacial foram modificados, pois o símbolo cristalizado da emissora que aparece durante a vinheta, em que algumas aberturas da programação da Rede Globo.
O arranjo da música-tema do JN que é tocada atualmente, foi originalmente executada em 1989 (como referiu-se a vinheta). Mas em alguns programas, foi tocada um arranjo especial que originalmente seria o tema fixo a partir da estréia do novo cenário em 2000.
No dia 6 de agosto de 2003, quando Roberto Marinho faleceu, o apresentador William Bonner caiu em prantos no fim do telejornal quando lia uma carta escrita pelos filhos de Marinho Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho. Depois do ocorrido, o jornal terminou em silêncio, como forma de luto e homenagem a Roberto Marinho. O vídeo pode ser visto no You Tube, já teve quase 4.400.000 de exibições. Em 23 de março de 2012, o dia que Chico Anysio faleceu, o jornal também terminou em silêncio e com imagens dele.
Às quartas-feiras, o Jornal Nacional termina às 20h58, devido à exibição do futebol.
Às quintas-feiras, um ano antes das eleições, o Jornal Nacional começa às 20h35 ou 20h40 e termina alguns minutos mais tarde, devido a propaganda partidária obrigatória.
No dia 31 de dezembro, devido ao sorteio da Mega da Virada, o Jornal Nacional começa às 20h28.
Nos dias de exibição dos pronunciamentos do Presidente da República ou dos ministros, o JN começa às 20h27.
Em uma edição do JN (em 2009, depois do novo cenário), a partir do momento que sobem os créditos (Aparece a logomarca do telejornal e em seguida a equipe completa), em vez de aparecer a atual logomarca do JN, aparece a logo anterior, que ficou de 2001 até 29 de agosto de 2009, por erro técnico.
Desde a estréia na redação, em 2000, até hoje, há um "JN" de acrílico para cada um dos apresentadores, e ficam pendurados por um fio de nylon. Esses "JNs" já mudaram de posição 21 vezes (9 do lado esquerdo e 12 do lado direito).
No mês de dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o globo terrestre, que fica atrás dos apresentadores ficou sem a Antártida. Motivo: o projetor do globo estava fora do lugar. Erro detalhado no último JN de 2011, na hora dos "tambores" da vinheta. Dias depois, o erro foi reparado. O vídeo está disponível no You Tube.
Desde a estréia na redação, em 2000, até hoje, há um "JN" de acrílico para cada um dos apresentadores, e ficam pendurados por um fio de nylon. Esses "JNs" já mudaram de posição 21 vezes (9 do lado esquerdo e 12 do lado direito).
No mês de dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o globo terrestre, que fica atrás dos apresentadores ficou sem a Antártida. Motivo: o projetor do globo estava fora do lugar. Erro detalhado no último JN de 2011, na hora dos "tambores" da vinheta. Dias depois, o erro foi reparado. O vídeo está disponível no You Tube.
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