terça-feira, 17 de março de 2020

Jornal Correio da Paraíba - Economia - 15 de março de 2020

Economia - Paraíba: Domingo, 15 de março de 2020 / E1

Preços de vacinas em clínicas da Capital variam até R$ 130, aponta levantamento do Procon-JP
Levantamento considerou preços de cinco clínicas da Capital e analisou 52 tipos de vacinas.

De acordo com dados da Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (Procon-JP), os preços cobrados por vacinas preventivas podem variar até R$ 130 em João Pessoa. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (13), considerou preços de cinco clínicas da capital, e analisou 52 tipos de vacinas.

A vacina que apresentou o menor preço foi a Meningo, que previne o organismo da meningite, que custa R$ 330. A maior variação de preço foi apresentada pela vacina Tríplice Viral, que é de 200%, e a menor foi observada no valor da HPV Bivalente, que é de 2,86%.

As unidades de venda em produtos de saúde onde os preços foram consultadas ficam nos bairros do Centro, Miramar, Torre e Tambauzinho. Vacinas de doenças como herpes-zoster, sarampo, caxumba, rubéola e hepatite também apresentaram altas variações de preços.

E2

Custo médio da construção civil na Paraíba é o 2º mais alto do NE em fevereiro
Dados são do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (11).

O custo da construção civil na Paraíba foi o segundo maior do Nordeste em fevereiro de 2020. Os dados são do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (11),
O percentual de variação da Paraíba ficou abaixo da média nacional, que é de 0,25% e pode ser considerado como perto da estabilidade. A variação em comparação ao mês de janeiro foi de 0,09%, e o valor médio do metro quadrado no estado alcançou R$ 1.110,47, se mantendo o 2º maior da região.

O valor médio do metro quadrado está atrás, apenas, do Maranhão, onde o custo foi de R$ 1.125,17. O custo médio de todo o Brasil foi de R$ 1.165,13. O levantamento indica que R$ 622,49 são referentes aos materiais, e os outros R$ 487,98 são relativos à mão de obra, do valor total das despesas na Paraíba.

O índice do estado acumulou uma alta de 0,81% no ano, ficando acima da média nacional, que é de 0,55%. A variação percentual nos 12 meses anteriores a fevereiro (2,18%) ficou abaixo da média do Nordeste, que é de 3,44%, e da do Brasil, que é de 3,95%.

E3

Prefeitura anuncia contratação de 290 pessoas para equipes do Maior São João do Mundo
Inscrições começam na próxima segunda-feira (16) e vão até 31 de março.

A Prefeitura Municipal de Campina Grande anunciou nesta terça-feira (10) a contratação 290 trabalhadores para ações de limpeza, fiscalização e logística no São João 2020. Inicialmente, serão contratadas 250 pessoas para o setor de limpeza urbana e para o serviço de fiscalização. As inscrições começam na próxima segunda-feira (16) e vão até o dia 31 de março. O resultado deve sair no dia 15 de maio.

Os contratados devem integrar as equipes do ‘Matuto Limpeza’, além de fiscalização e manutenção da linha férrea do Trem do Forró, que fornecem serviços lógicos e operacionais à cidade e aos distritos na época junina, através da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma). A contratação temporária dos selecionados vai levar em conta a demanda da administração dos candidatos aprovados, por ordem classificatória, atendendo a necessidade excepcional interesse público.

Para o primeiro programa, o ‘Matuto Limpeza’ e fiscalização, serão contratados temporariamente 190 trabalhadores de serviços gerais. A equipe é responsável pela varrição, catação de sacos plásticos, pintura de meio-fio e higienização de áreas públicas, no Parque do Povo e adjacências, e também nos distritos de Galante e São José da Mata. Outras 60 vagas para o cargo de fiscal, serão disponibilizadas, e mais 30 devem compor um cadastro reserva.

O processo seletivo vai acontecer por meio de análise curricular, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos. Para se candidatar, o candidato precisa ter idade mínima de 18 anos, estar quite com as obrigações eleitorais e militares, não haver sofrido sanção impeditiva do exercício de cargo público; possuir capacidade física e aptidão psicológica compatível às atribuições da função pretendida, e estar temporariamente desempregado.

No ato de inscrição, os interessados devem comparecer em horário comercial no setor de varrição do departamento de limpeza urbana, na parte superior do Parque do Povo, para preencher a ficha cadastral disponível no local, portando os seguintes documentos:

Cópias do CPF;
Cópias do RG;
Documento que informe número do PIS ou PASEP;
Comprovante de residência atualizado;
Uma foto 3×4.
Já para a manutenção da linha férrea do Trem do Forró serão contratados 40 trabalhadores, que devem atuar no apoio operacional entre os Distrito de Galante e o Município de Campina Grande. Outras 20 vagas devem compor um cadastro reserva, e os critérios de contratação serão os mesmos para os grupos de limpeza e fiscalização.

As inscrições para a manutenção da linha férrea vão ter um período mais curto, devendo ser feitas entre os dias 23 e 27 de março. O resultado para este processo será divulgado no dia 01 de abril.

E4

Pesquisa do Procon-JP aponta queda no preço da gasolina na Capital
No levantamento anterior, feito no dia 13 de fevereiro, o menor preço do combustível era R$ 4,099.

O menor preço da gasolina, em João Pessoa, pode ser encontrada por R$ 3,959, no bairro Brisamar. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Procon-JP na segunda-feira (9) e divulgada nesta terça. No levantamento anterior, feito no dia 13 de fevereiro, o menor preço do combustível era R$ 4,099. Na pesquisa atual, o maior preço se manteve em R$ 4,499.

A pesquisa também registrou que 87 estabelecimentos reduziram o preço da gasolina, dois aumentaram e 16 mantiveram o valor do produto, em relação ao último levantamento.

Já o álcool continua com o mesmo preço da pesquisa realizada em 13 de fevereiro, que é de R$ 2,959, em postos localizados no Bairro dos Estados e Bessa. Em relação ao maior preço, o produto registrou uma queda de R$ 3,979 para R$ 3,499, em Manaíra. Ao todo, 53 postos mantiveram o mesmo preço da pesquisa anterior, 87 reduziram e 26 aumentaram.

O diesel S10 registrou o menor preço em R$ 3,459, no Cristo, enquanto que o maior valor se manteve em R$ 3,990, nos Bancários. Cinco postos aumentaram, 48 reduziram e 41 mantiveram o preço do produto, em comparação ao último levantamento.

Em relação, ao Gás Natural Veicular (GNV), todos os 12 postos visitados pela pesquisa mantiveram o preço, que oscila entre R$ 3,589, no Geisel a R$ 3,719, no bairro Cidade Universitária.

O secretário Helton Renê pontuou que as reduções no preço da gasolina já eram esperadas, por causa da baixa no preço do produto nas refinarias. “Além das reduções previstas pela Petrobras, o monitoramento por parte do Procon-JP mantém os empresários atentos para seguirem dentro das normas estabelecidas do bom comércio”, disse.

E5

Mega-Sena: ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 12,5 milhões
A Quina teve 45 ganhadores, com prêmio de R$ 43.218,75 para cada. Outras 3.079 pessoas acertaram quatro números, e ganharam R$ 902,35, cada, na Quadra.

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas na noite deste sábado (14) pelo concurso 2.243 da Mega-Sena. A expectativa de prêmio era de R$ 8,5 milhões. Para o próximo sorteio, a previsão é de pagar R$ 12,5 milhões.

Os números sorteados foram: 14 - 18 - 28 - 35 - 38 - 54.

A Quina teve 45 ganhadores, com prêmio de R$ 43.218,75 para cada. Outras 3.079 pessoas acertaram quatro números, e ganharam R$ 902,35, cada, na Quadra. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quarta-feira (18).

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

E6

Guedes promete medidas contra efeitos do coronavírus em até 48 horas e cobra ação do Congresso
Ministro da Economia respondeu a críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e defendeu ampliar de R$ 5 bi para R$ 10 bi recursos extras para a saúde.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (13) que pretende anunciar novas medidas para combater os efeitos da pandemia do coronavírus na economia brasileira em até 48 horas. Ele não descartou a possibilidade de novas liberações de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Guedes também cobrou a aprovação de projetos do governo pelo Congresso e defendeu a liberação de outros R$ 5 bilhões em emendas parlamentares para uso pelo Ministério da Saúde no combate às demandas no setor geradas pela epidemia.

Guedes revelou que anunciará novas ações ao ser questionado por jornalistas sobre críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, em entrevista ao jornal "Folha de S. Paulo", publicada nesta sexta, cobrou medidas de curto prazo por parte do governo para combater os efeitos econômicos do coronavírus.

"Soltamos ontem medidas, hoje vamos soltar mais, segunda vamos soltar mais. A resposta à crise esta vindo. Eu quero atender ao pedido do presidente [da Câmara dos Deputados] Rodrigo Maia, dizendo que estamos atentos", afirmou o ministro.

Guedes, porém, cobrou do Congresso a aprovação de projetos de reforma e de estímulo à economia enviados pelo governo, como o marco regulatório do saneamento básico e a privatização da Eletrobras, que, segundo ele, vão ajudar a combater os efeitos da crise gerada pelo coronavírus na economia.

"Da mesma forma que ele [Maia] pediu, que disse que gostaria que houvesse alguma coisa, alguma reação ao coronavírus, nós estamos reagindo em 48 horas, eu gostaria também que as principais lideranças políticas do Brasil reagissem com muita velocidade com as nossas reformas", declarou o ministro.

"Tudo isso são recursos públicos que precisamos para retomar os investimentos. Temos uma serie de 16 projetos que podem acelerar o crescimento do Brasil", completou ele.

O ministro da Economia voltou a afirmar que não há espaço para reduzir tributos ou para o aumento de gastos públicos para estimular a economia.

"O Brasil está sem espaço fiscal. Daí a nossa ênfase nas reformas", declarou Guedes.

Mais R$ 5 bilhões para a saúde

Sobre recursos para a saúde pública, o ministro Guedes afirmou que já foram destinados R$ 5 bilhões, e que outros R$ 5 bilhões podem ser liberados nas próximas semanas.

Ele afirmou que, nesse caso, está aceitando uma proposta do senador de oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), de destinar os recursos que estavam em disputa com o Congresso Nacional para o combate à pandemia do coronavírus.

"Nós soltamos já R$ 5 bilhões para o Mandetta [ministro da Saúde], e vem mais R$ 5 bilhões, até seguindo a sugestão do senador Randolfe. Pega esses recursos da disputa política, esse dinheiro, entre aspas, maldito. Pega esses R$ 10 bilhões e vamos usar para a saúde. Os primeiros R$ 5 bilhões já saíram", afirmou Guedes.

Nas últimas semanas, representantes da área econômica e parlamentares têm disputado recursos orçamentários, tendo por base a regulamentação do chamado "orçamento impositivo", que começa neste ano.

O Congresso Nacional buscava o aumento das emendas parlamentares em R$ 30 bilhões em 2020 e, para isso, ameaçou derrubar vetos do presidente Jair Bolsonaro sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Entretanto, posteriormente, os vetos foram mantidos e o governo se comprometeu, via projetos de lei, a cortar R$ 9,6 bilhões das emendas parlamentares, mantendo o restante.

Mais crédito via bancos públicos

O ministro Paulo Guedes também se reuniu nesta sexta-feira com os presidentes do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, para discutir um aumento na liberação de empréstimos, por conta do coronavírus.

O ministro da Economia lembrou que entrou em vigor, em março, a liberação de R$ 135 bilhões em depósitos compulsórios (recursos que são mantidos no Banco Central e os bancos não podem utilizá-los para fazer empréstimos) ao mercado financeiro.

Pedro Guimarães, da Caixa Econômica Federal, afirmou que a instituição pode aumentar a oferta de crédito em R$ 75 bilhões, por meio de três linhas: compra de carteira de pequenos e médios bancos (R$ 30 bilhões); capital de giro ao setor imobiliário e a pequenas e médias empresas (mais R$ 40 bilhões); e outros R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

"A Caixa tem amplo espaço para emprestar. Os R$ 75 bilhões são apenas 10% da nossa carteira de crédito e nós faremos isso matematicamente. Estamos tranquilos e preparados", declarou Guimarães.

Rubem Novaes, presidente do BB, afirmou que o banco público está atuando para suprir a demanda adicional por capital de giro das empresas neste momento de dificuldade por conta da pandemia de coronavírus, mas não deu uma estimativa exata de quanto pode ofertar a mais em crédito.

"Temos adotado uma atitude proativa de procurar nossos clientes quando se configura que determinado setor está em uma crise mais acentuada. Com esse reforço de liquidez que o BC está nos dando [com a liberação de compulsório], vai ser mais fácil atender as pequenas e medias empresas do pais. Temos nossas linhas normais. O quanto vamos oferecer a mais vai depender da demanda", declarou Novaes.

Questionado sobre a possibilidade de novas liberações do FGTS, Guedes afirmou: "estamos examinando isso tudo". Em outro momento da entrevista, interpelado novamente sobre o tema, afirmou que o governo está "pensando em tudo". Entretanto, não deu mais detalhes sobre o assunto.

Equilíbrio fiscal

O ministro afirmou que o governo está examinando questões relacionadas com tributos. "Vamos isentar do imposto de importação produtos médico hospitalares. Uma hora dessa tem de deixar entrar respiradouro, tudo o que estiver disponível", declarou Guedes.

Questionado sobre a possibilidade de programa mais amplo de desonerações, ele afirmou que isso não está nos planos.

"Não podemos aprofundar o desequilíbrio fiscal. Então essas desonerações tem de ser muito pensadas. Podemos retardar um pouco recolhimentos [de tributos], por dois, três meses, mas não pode abrir mão dessas receitas pois incorre em crime de responsabilidade fiscal. Não pode dar isenções ou gastar mais sem apontar a fonte de recursos", declarou.

Especificamente para a área de saúde, o ministro Guedes repetiu que R$ 5 bilhões já foram liberados e que outros R$ 5 bilhões podem sair nos próximos dias.

E7

Bolsa salta 13%, após tombo na véspera; dólar cai a R$ 4,69
Bolsas europeias têm forte alta após tombo no dia anterior.

Um dia após bater a marca inédita de R$ 5, o dólar abriu em queda nesta sexta-feira (13) e é cotado a R$ 4,690 às 9h22, recuo de 2,05%. Na véspera, ele terminou a sessão a R$ 4,78, novo recorde.

A decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de injetar US$ 1,5 trilhão na economia, além de quatro leilões de dólares feitos pelo Banco Central brasileiro no mercado à vista fez a moeda americana perde fôlego ontem, após atingir R$ 5,027, em alta de mais de 6% em relação ao dia anterior, pela manhã.

Para hoje, está previsto leilão de linha de até US$ 2 bilhões, segundo o banco central.

No mercado acionário, o dia de ontem foi de pânico global, com os possíveis impactos do coronavírus na economia mundial. Houve paralisação das negociações na Bolsa brasileira duas vezes, e o Ibovespa, principal índice da Bolsa no Brasil registrou perda de 14,78% aos 72.582 pontos, menor patamar desde 28 de junho de 2018, quando o índice fechou aos 71.766 pontos.

Foi o pior desempenho do Ibovespa em termos percentuais desde 10 de setembro de 1998, quando o índice caiu 15,83% em meio à crise da moratória da Rússia. O mercado abre hoje às 10h.

No exterior, as Bolsas desabaram. No entanto, apesar de terem fechado em queda nesta sexta na Ásia, na Europa, elas operam em forte alta, após tombos históricos da véspera.

E8

Inflação oficial fica em 0,25% em fevereiro, menor taxa para o mês em 20 anos
Apesar da aceleração, trata-se da menor taxa para meses de fevereiro desde 2000, quando o índice foi de 0,13%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,25% em fevereiro, depois de ter registrado uma taxa de 0,21% em janeiro, segundo divulgou nesta quarta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da aceleração, trata-se da menor taxa para meses de fevereiro desde 2000, quando o índice foi de 0,13%.

No ano, o IPCA acumula alta de 0,46% e, em 12 meses, a taxa acumulada é de 4,01%, abaixo dos 4,19% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando bem próxima do centro da meta do governo para o ano, que é de 4%, o que deve contribuir para aumentar as apostas do mercado sobre a possibilidade de novos cortes na taxa básica de juros.

Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 5 apresentaram alta em fevereiro, com destaque para os custos de educação, cujo grupo apresentou a maior variação mensal (3,70%) e o maior impacto (0,23 ponto percentual) no IPCA do mês.

Perspectivas para 2020
Para 2020, os economistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 3,20%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Neste ano, o centro da meta é de 4%, um pouco menor que em 2019. A meta terá sido cumprida se o índice oscilar de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros, atualmente em 4,25% ao ano.

Nota emitida no começo do mês pelo Banco Central sinalizou que o Comitê de Política Monetária (Copom) pode reduzir novamente a taxa de juros a fim de evitar uma desaceleração ainda maior da economia brasileira provocada pelo novo coronavírus.

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