Mas / mais:
Mas é uma conjunção adversativa, indicando oposição, adversidade, contraste, ressalva e mudança na direção argumentativa. Tem significado semelhante a porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto e não obstante.
Mais é um advérbio de intensidade ou conjunção aditiva, transmitindo uma noção de quantidade ou intensidade maior, soma, adição. É antônimo de menos.
Exemplos: Saiu cedo, mas chegou tarde. / Hoje todos trabalham muito mais. / Seis mais três são nove.
Por que / porque:
Porque, junto e sem acento, pode ser conjunção explicativa ou causal, quando equivale a porque, em textos literários, religiosos, jurídicos e científicos e em questões de concursos, Enem e vestibulares, pode ser conjunção final, quando equivale a para que.
Exemplos: Estude, porque é importante. (explicação) / Ofertou um cargo executivo porque abriu uma empresa. (causa) / Alertei-o porque não se impressionasse com o filme. (finalidade)
Por que, separado e sem acento, é um advérbio interrogativo de causa, usada para perguntar o motivo, a causa ou a razão, em frases interrogativas diretas, termina em ponto de interrogação, nas indiretas, em ponto final. Pode ser também a preposição por seguida do pronome relativo que.
Exemplos: Por que você desistiu de tudo? / Não sei por que (razão) você reclama. / São muitos os problemas por que (pelos quais) passamos.
Porquê / por quê:
Porquê, junto e com acento, é usado como substantivo, sinônimo de motivo, causa e razão. Vem sempre precedido de um artigo, numeral, pronome ou adjetivo.
Exemplos: Quero saber o porquê de tanta reclamação. / Não me venha com esses porquês. / Belos porquês os que você me apresentou. / Vou-lhe dizer três porquês.
Por quê, separado e com acento, é usado no final de frase ou oração interrogativa, direta ou indireta. Em fim de frase, deve ser acentuado, por ser monossílabo tônico terminado em E.
Exemplos: Você está impulsionado por quê? / Voltou, mas não disse por quê.
Agente / a gente:
A gente é uma locução pronominal que equivale ao pronome nós e deve ser conjugada na terceira pessoa do singular, não na primeira pessoa do plural: nós vamos, a gente vai e não a gente vamos.
Agente é um substantivo comum de dois gêneros e significa aquele que age e exerce uma ação: agente secreto, agente da polícia, agente de execução, agente imobiliário, agente da passiva.
Voçê / você:
Só se usa cedilha antes das vogais A, O ou U, nunca antes das vogais E e I.
Para mim / para eu:
Eu é um pronome pessoal reto, deve ser usado na função de sujeito, predicativo ou aposto. Deve ser seguido de um verbo no infinitivo.
Exemplos: Eu vou sempre ao shopping. / O responsável sou eu. / João, apenas eu, sou sua razão de viver.
Mim é um pronome oblíquo tônico, deve ser usado como objeto direto preposicionado, objeto indireto, objeto indireto por extensão, complemento nominal, agente da passiva ou adjunto adverbial.
Exemplos: Não ofenda a mim. / Confiou uma missão a mim. / Tiveram raiva de mim. / A questão foi resolvida por mim. / Quem viajará comigo? / Para mim, ele é inútil.
Menas / menos:
Menos é um advérbio, e não sofre flexões de gênero, número e grau como os nomes, nem de tempo, modo, número, pessoa, voz e aspecto como os verbos. Menas não existe. Indica menor número, menor quantidade ou posição inferior.
Meio / meia:
Meio, como numeral fracionário, varia em gênero e número: meio pote, meia hora, meios litros, meias xícaras. Como advérbio, significa mais ou menos e é invariável: meio esperta, meio distraída. Como substantivo, varia em número: Estudamos sobre os meios de comunicação.
A fim de / afim:
A fim de e a fim de que indicam finalidade e intenção e equivalem a para ou para que.
Exemplos: Fez tudo a fim de nos convencer com seus argumentos. / Economizaram durante anos para que o filho fizesse um intercâmbio no exterior.
Afim é adjetivo, indica afinidade, igualdade, semelhança, parentesco ou ligação. Seu largo uso se configura na forma plural.
Exemplos: A Matemática é uma ciência afim com a Física. / São Paulo e Minas Gerais são estados afins. / Convidarei meus parentes e afins para a exposição. / Estou estudando a função afim para o vestibular.
Nada a haver / nada a ver:
Nada a haver significa nada a receber, não ter quantias monetárias para ser recebidas. Exemplos: Já não tenho nada a haver da herança de meu avô e de meus clientes.
Nada a ver significa não corresponder, não ter relação com, não dizer respeito a. Exemplos: Essa música não tem nada a ver com o romance.
Se não / senão:
Senão tem 4 acepções diferentes: caso contrário, a não ser, mas sim ou defeito.
Exemplos: Devemos estudar, senão seremos reprovados. / Não resta alternativa, senão procurar um médico. / Não tive a intenção de insultar, senão de elogiar. / Só há um senão nesse programa: é muito chato.
Se não é usado como conjunção condicional ou integrante.
Exemplos: Se não conseguir o dinheiro, não comprarei o carro. / Não sei se não tem troco, mas liberei o comprovante de pagamento após a compra.
Mas é uma conjunção adversativa, indicando oposição, adversidade, contraste, ressalva e mudança na direção argumentativa. Tem significado semelhante a porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto e não obstante.
Mais é um advérbio de intensidade ou conjunção aditiva, transmitindo uma noção de quantidade ou intensidade maior, soma, adição. É antônimo de menos.
Exemplos: Saiu cedo, mas chegou tarde. / Hoje todos trabalham muito mais. / Seis mais três são nove.
Por que / porque:
Porque, junto e sem acento, pode ser conjunção explicativa ou causal, quando equivale a porque, em textos literários, religiosos, jurídicos e científicos e em questões de concursos, Enem e vestibulares, pode ser conjunção final, quando equivale a para que.
Exemplos: Estude, porque é importante. (explicação) / Ofertou um cargo executivo porque abriu uma empresa. (causa) / Alertei-o porque não se impressionasse com o filme. (finalidade)
Por que, separado e sem acento, é um advérbio interrogativo de causa, usada para perguntar o motivo, a causa ou a razão, em frases interrogativas diretas, termina em ponto de interrogação, nas indiretas, em ponto final. Pode ser também a preposição por seguida do pronome relativo que.
Exemplos: Por que você desistiu de tudo? / Não sei por que (razão) você reclama. / São muitos os problemas por que (pelos quais) passamos.
Porquê / por quê:
Porquê, junto e com acento, é usado como substantivo, sinônimo de motivo, causa e razão. Vem sempre precedido de um artigo, numeral, pronome ou adjetivo.
Exemplos: Quero saber o porquê de tanta reclamação. / Não me venha com esses porquês. / Belos porquês os que você me apresentou. / Vou-lhe dizer três porquês.
Por quê, separado e com acento, é usado no final de frase ou oração interrogativa, direta ou indireta. Em fim de frase, deve ser acentuado, por ser monossílabo tônico terminado em E.
Exemplos: Você está impulsionado por quê? / Voltou, mas não disse por quê.
Agente / a gente:
A gente é uma locução pronominal que equivale ao pronome nós e deve ser conjugada na terceira pessoa do singular, não na primeira pessoa do plural: nós vamos, a gente vai e não a gente vamos.
Agente é um substantivo comum de dois gêneros e significa aquele que age e exerce uma ação: agente secreto, agente da polícia, agente de execução, agente imobiliário, agente da passiva.
Voçê / você:
Só se usa cedilha antes das vogais A, O ou U, nunca antes das vogais E e I.
Para mim / para eu:
Eu é um pronome pessoal reto, deve ser usado na função de sujeito, predicativo ou aposto. Deve ser seguido de um verbo no infinitivo.
Exemplos: Eu vou sempre ao shopping. / O responsável sou eu. / João, apenas eu, sou sua razão de viver.
Mim é um pronome oblíquo tônico, deve ser usado como objeto direto preposicionado, objeto indireto, objeto indireto por extensão, complemento nominal, agente da passiva ou adjunto adverbial.
Exemplos: Não ofenda a mim. / Confiou uma missão a mim. / Tiveram raiva de mim. / A questão foi resolvida por mim. / Quem viajará comigo? / Para mim, ele é inútil.
Menas / menos:
Menos é um advérbio, e não sofre flexões de gênero, número e grau como os nomes, nem de tempo, modo, número, pessoa, voz e aspecto como os verbos. Menas não existe. Indica menor número, menor quantidade ou posição inferior.
Meio / meia:
Meio, como numeral fracionário, varia em gênero e número: meio pote, meia hora, meios litros, meias xícaras. Como advérbio, significa mais ou menos e é invariável: meio esperta, meio distraída. Como substantivo, varia em número: Estudamos sobre os meios de comunicação.
A fim de / afim:
A fim de e a fim de que indicam finalidade e intenção e equivalem a para ou para que.
Exemplos: Fez tudo a fim de nos convencer com seus argumentos. / Economizaram durante anos para que o filho fizesse um intercâmbio no exterior.
Afim é adjetivo, indica afinidade, igualdade, semelhança, parentesco ou ligação. Seu largo uso se configura na forma plural.
Exemplos: A Matemática é uma ciência afim com a Física. / São Paulo e Minas Gerais são estados afins. / Convidarei meus parentes e afins para a exposição. / Estou estudando a função afim para o vestibular.
Nada a haver / nada a ver:
Nada a haver significa nada a receber, não ter quantias monetárias para ser recebidas. Exemplos: Já não tenho nada a haver da herança de meu avô e de meus clientes.
Nada a ver significa não corresponder, não ter relação com, não dizer respeito a. Exemplos: Essa música não tem nada a ver com o romance.
Se não / senão:
Senão tem 4 acepções diferentes: caso contrário, a não ser, mas sim ou defeito.
Exemplos: Devemos estudar, senão seremos reprovados. / Não resta alternativa, senão procurar um médico. / Não tive a intenção de insultar, senão de elogiar. / Só há um senão nesse programa: é muito chato.
Se não é usado como conjunção condicional ou integrante.
Exemplos: Se não conseguir o dinheiro, não comprarei o carro. / Não sei se não tem troco, mas liberei o comprovante de pagamento após a compra.
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