quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Eldon Clayton - Características Gerais dos Animais

Classificação dos seres vivos:

Reino Monera - bactérias e algas azuis
Reino Protista - protozoários e algas
Reino Fungi - fungos
Reino Plantae - plantas
Reino Animalia - animais

Características gerais e essenciais:

Eucariontes - células apresentam envoltório nuclear (carioteca)
Multicelulares - compostos por inúmeras células
Heterotróficos - obtêm substâncias, energia e nutrientes da matéria orgânica de outros seres vivos

Características específicas:

Desenvolvimento embrionário:

Reprodução sexuada:

Gâmica - utilização de gametas
Lenta e pouco econômica
Alta taxa de variabilidade genética

Reprodução assexuada:

Agâmica - sem utilização de gametas
Rápida e econômica
Baixa taxa de variabilidade genética

Tipos: bipartição ou divisão binária, brotamento ou gemiparidade, regeneração e gemulação

Fecundação - encontro do espermatozoide com o óvulo

Fecundação externa - encontro de gametas ocorre no meio externo, para animais aquáticos
Fecundação interna - encontro de gametas ocorre no meio interno, para animais terrestres

Monoico - hermafrodita: com dois sexos - macho e fêmea simultaneamente
Dioico - macho e fêmea: sexos separados - dimorfismo sexual, com diferenciação

Tipos de desenvolvimento em relação ao estágio larval / fases larvais:

Desenvolvimento indireto - o animal passa por transformações até chegar à fase adulta
Desenvolvimento direto - o animal não passa por transformações até chegar à fase adulta

Tipos de ciclo de vida:

Haplobionte diplonte - zigoto diploide + gametas haploides + indivíduo adulto diploide
Haplobionte haplonte - zigoto haploide + gametas diploides + indivíduo adulto haploide
Diplobionte ou alternante - alternância de gerações

4 fases do desenvolvimento embrionário:

Mórula, blástula, gástrula e nêurula (exceto em poríferos)

Tecidos e simetria corporal:

Conceito:

Parazoa - poríferos
Cnidários - todos os restantes

Tipos de simetria:

Assimétrica - poríferos: Calcarea e Demospongiae
Radial - poríferos: Hexactinellida, cnidários e equinodermos adultos
Bilateral - platelmintos, nematelmintos, moluscos, anelídeos, artrópodes, cordados e larvas de equinodermos

Animais diblásticos e triblásticos:

Ablásticos - sem folhetos germinativos: poríferos
Diblásticos - 2 folhetos germinativos - ectoderma e endoderma: cnidários
Triblásticos - 3 folhetos germinativos - ectoderma, mesoderma e endoderma: todos os restantes

Celoma - espaço / proteção ou difusão / esqueleto hidrostático

Acelomados - sem cavidade corporal: poríferos, cnidários e platelmintos
Pseudocelomados - cavidade corporal parcialmente revestida por mesoderma: nematelmintos
Celomados - cavidade corporal totalmente revestida por mesoderma: moluscos, anelídeos, artrópodes, equinodermos e cordados

Arquêntero - espaço no interior da endoderma, intestino primitivo
Blastóporo - orifício que dá acesso ao arquêntero

Protostômios - blastóporo origina a boca: cnidários, platelmintos, moluscos, anelídeos e artrópodes
Deuterostômios - blastóporo origina o ânus: equinodermos e cordados

Quadro-resumo das características embrionárias:

Folhetos germinativos:

Ablásticos - poríferos
Diblásticos - cnidários
Triblásticos - os restantes

Cavidade corporal:

Acelomados - poríferos, cnidários e platelmintos
Pseudocelomados - nematelmintos
Celomados - moluscos, anelídeos, artrópodes, equinodermos e cordados

Origem do celoma:

Esquizocelomados - moluscos, anelídeos e artrópodes
Enterocelomados - equinodermos e cordados

Destino do blastóporo:

Protostômios - cnidários, platelmintos, nematelmintos, moluscos, anelídeos e artrópodes
Deuterostômios - equinodermos e cordados

Metameria / segmentação corporal:

Não segmentado - cnidários, platelmintos, nematelmintos, moluscos e equinodermos
Segmentado - anelídeos, artrópodes e cordados

Padres recebem salário? / E o 13º salário do pastor, pode?

Segundo a Revista Mundo Estranho, sim. Os sacerdotes da Igreja Católica recebem a chamada côngrua, uma remuneração mensal que cobre as despesas pessoais deles, como lazer e compras. As necessidades básicas dos padres são bancadas pela paróquia como casa, comida e plano de saúde.

O salário dos padres varia de acordo com o dinheiro que cada uma das 254 dioceses que existem no Brasil arrecadam com o dízimo e os serviços (batismos, crismas e casamentos). Na Arquidiocese de São Paulo por exemplo, os sacerdotes ganham R$ 1350,00 já nos primeiros cinco anos e esse valor pode chegar a até R$ 3780,00 após 25 anos de serviço. Ainda segundo a publicação o direito dos padres à remuneração é determinado pelo Código de Direito Canônico, que rege a Igreja Católica, criado em 1917.

Além de deixar explicíto esse tipo de organização e as punições reservadas a quem desrespeita as normas propostas, o Código afirma que padres têm direito a férias e a previdência social. Os padres paulistas, têm 30 dias de descanso anual e contribuem com o INSS desde o primeiro ano como seminarista, isso garante que eles possam se aposentar no fim da carreira.

É comum nesta época do ano empregados da iniciativa privada, servidores públicos e aposentados receberem o 13º Salário.

Inicialmente, cabe destacar que a expressão 13º Salário é um apelido. A expressão estabelecida na Legislação Trabalhista (Lei 4.090, de 1962) é a Gratificação de Natal.

No ambiente das igrejas, é comum surgirem algumas dúvidas quanto ao 13º Salário do Pastor. Se é devido? Se é obrigatório? Qual o valor? Qual o prazo para pagamento? Como pagar? Se há a incidência do INSS? Se há a incidência do Imposto de Renda? Se há a incidência do Fundo Pastoral (Ministerial)?


Portanto, vamos esclarecer os principais pontos sobre este tema.

a) Quanto a obrigatoriedade do pagamento do 13º Salário ao Pastor.
Obrigatório, não. Preliminarmente cabe destacar que a Gratificação de Natal (13º Salário) é uma verba trabalhista prevista para os empregados, com Carteira Profissional (CTPS) registrada, entre outros profissionais que também tem direito ao 13º Salário, conforme legislação específica de cada categoria.

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Tendo em vista que os Ministros de Confissão Religiosa (pastores, evangelistas, missionários, bispos, etc.) realizam um trabalho de cunho religioso, não constituindo objeto de um contrato de emprego, regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), o exercício da atividade do Ministro de Confissão Religiosa não configura vínculo de emprego nos termos da CLT. Portanto não tem sua CTPS registrada. Logo, as Igrejas não tem a obrigação legal do pagamento do 13º Salário do Ministro de Confissão Religiosa.


Por outro lado, sabe-se que muitas igrejas tem o hábito de pagar, no final do ano, uma gratificação similar ao 13º Salário ao seu pastor, visando fazer frente as despesas características de final de ano (presentes, ceia de natal, etc.).
Portanto, embora não seja obrigado por lei, o pagamento do 13º Salário pode ocorrer, dependendo do acordo do Pastor com a igreja.

b) Quanto ao valor do 13º Salário do Pastor.
Conforme abordado anteriormente, tendo em vista que o 13º Salário do Pastor não tem legislação própria e depende do acordo entre o Pastor e a sua igreja, logo não há um valor certo ou errado. O valor a ser pago pela igreja deve ser o acordado no início da contratação do Pastor ou em acordos posteriores.
Como regra, as Igrejas que pagam o 13º Salário ao seu Pastor, costumam pagar essa gratificação em valor equivalente a um mês de remuneração (prebenda, côngrua, múnus eclesiástico, sustento pastoral, renda eclesiástica, remuneração pastoral, remuneração eclesiástica, etc.).

c) Quanto ao prazo de pagamento do 13º Salário do Pastor.
Conforme citado preliminarmente, tendo em vista que o 13º Salário do Pastor não tem legislação própria e depende do acordo entre o Pastor e a sua igreja, logo não há necessidade de se atentar para uma data específica prevista em legislação para pagamento. Portanto, ocorrendo o pagamento do 13º Salário do Pastor, deve ser observado o acordado no início da contratação do Pastor ou em acordos posteriores.
Como regra, as Igrejas que pagam o 13º Salário ao seu Pastor, costumam pagar essa gratificação nos meses de novembro e/ou dezembro, de cada ano. Porém, nada impede que seja paga em uma única vez, ou dividido em duas ou mais parcelas.


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d) Quanto ao título do pagamento do 13º Salário do Pastor.
Tendo em vista que o 13º Salário do Pastor não tem previsão legal, conforme item “a”, acima e a orientação é que se evite expressões da legislação trabalhista (item “h”, abaixo), sugere que no pagamento do 13º Salário do Pastor não seja utilizada esse título (13º Salário). Mas, que seja somado a remuneração normal do mês e utilizada a mesma expressão. Exemplo: Prebenda, Côngrua, etc.

e) Quanto a incidência de Contribuição Previdenciária (INSS).
A Contribuição Previdenciária nos casos dos Ministros de Confissão Religiosa, quer na remuneração normal mensal (prebenda, etc.), quer sobre o 13º Salário do Pastor, não há conexão entre o valor da remuneração e o valor base da contribuição à Previdência Social, quando não há uma relação de contraprestação, como é o caso da situação da grande maioria dos Ministros de Confissão Religiosa. Ou seja, quando a remuneração não é fixada em razão do volume de trabalho realizado (número de cultos, número de visitas, número de batismos, etc.).

Portanto, não há incidência da Contribuição Previdenciária Patronal (por parte da Igreja) e há somente a Contribuição Previdenciária do Ministro de Confissão Religiosa, como Contribuinte Individual, no Código 1007, da GPS, no valor por ele escolhido como base de contribuição, observando o limite mínimo de uma Salário Mínimo (atualmente R$ 788,00) e o teto máximo da Previdência Social (R$ 4.663,75, limite para o ano de 2015).


Caso a prebenda seja fixada com base no volume de serviços prestados deverá a Igreja pagar a cota previdenciária patronal de 20% sobre o valor da prebenda e do 13º Salário do Pastor, e o Ministro de Confissão Religiosa deverá recolher a sua contribuição previdenciária sobre o valor efetivo da prebenda, somado ao 13º Salário, se for o caso.

f) Quanto a Incidência do Imposto de Renda na Fonte (IRF).
É de responsabilidade da Igreja efetuar a retenção do Imposto de Renda na Fonte, quer sobre a remuneração mensal (prebenda), quer sobre o 13º Salário do Pastor, se for o caso. Ou seja, a Igreja é responsável em descontar o IRF do Pastor e recolher o valor aos cofres públicos, através do DARF – Documento de Arrecadação de Receitas Federais, através do Código 0588. O prazo de recolhimento é o dia 20 do mês seguinte a retenção, antecipando-se o vencimento caso o dia 20 coincida com sábados, domingos ou feriados bancários.

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Sublinha-se que, diferentemente do previsto na legislação trabalhista onde o 13º Salário tem um tratamento especial para o IRF, ou seja, é calculado separadamente da remuneração do mês, como se fosse, na prática, realmente um 13º mês, essa regra não vale para o 13º Salário do Pastor, por esse não estar submisso a legislação trabalhista. Logo, havendo o pagamento do 13º Salário para o Pastor, tais valores deverão ser somados a remuneração (prebenda) normal do mês e calculado o IRF sobre o total.


Neste sentido, tendo em vista que a tabela do IRF é progressiva (quanto maior o rendimento maior é a alíquota do imposto) e que para cálculo do IRF utiliza-se o “regime de caixa” (significa que deve ser considerado o mês do efetivo pagamento, independentemente do mês a que se referir), como regra, em quanto mais parcelas for dividido o pagamento do 13º Salário do Pastor, menor será o IRF. Por outro lado, quando o Pastor apresentar a sua Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física anual, essa diferença do IRF ocasionada pelo parcelamento do pagamento do 13º Salário, se anulará.
Destaca-se, também, que embora a Igreja seja Imune ao Imposto de Renda, a mesma não está dispensada de efetuar a retenção de tributos, conforme o § 1º, do Art. 9º, do Código Tributário Nacional.

g) Quanto a incidência do Fundo Pastoral (Ministerial).
Nem o 13º Salário do Pastor, nem o Fundo Pastoral (Ministerial), tem disciplina na legislação. Portanto, está sujeito a livre acordo entre o Ministro de Confissão Religiosa quando da sua contratação, ou posteriormente.

h) Outras observações importantes
Uma outra questão oportuna é que na relação de trabalho entre Pastor e Igreja não sejam utilizadas expressões típicas trabalhistas, contábeis e empresariais como: empregado, funcionário, salário, ordenado, pró-labore, honorários, férias, 1/3 de férias, FGTS, 13º salário, gratificação natalina, gratificação de natal, aviso prévio, verbas rescisórias, horário de trabalho, subordinação, duodécimo, PIS, saque imediato, saque-aniversário, saque-rescisão, razão social, nome fantasia, balanço patrimonial, bens de consumo e de renda, contabilidade, amortização, arrendamento, ativo e passivo circulante, contingente, não circulante, diferido, imobilizado e permanente, capital próprio, social e de terceiros, contrato de seguro, construção e concessão de serviço, custo atribuído, custos dos empréstimos, demonstração dos fluxos de caixa, lucros e prejuízos acumulados, mutações do patrimônio líquido, origens e aplicações de recursos, demonstrações financeiras combinadas, consolidadas, intermediárias e para fins gerais, joint venture, duplicata, direitos, exigível a longo prazo, estoques, instrumento financeiro composto e negociado em mercado organizado, lucro tributável, lucros acumulados, método da taxa efetiva de juros e de crédito unitário projetado, mudança de estimativa contábil, notas explicativas, obrigações, princípio da atualização monetária, competência, continuidade, prudência, investimento, registro pelo valor original, provisão para devedores duvidosos, reserva de capital, lucros e reavaliação, resultado abrangente, operacional, do exercício futuro, do período, tributo corrente e sobre o lucro, subvenção governamental, taxa efetiva de juros, valor justo e depreciável, valor presente, recuperável e residual, vida útil, estágio, qualificação profissional, recrutamento, résumé, subemprego, curriculum vitae, entrevista de emprego, estagiário, trainee, voluntário, ensino eletrônico, treinamento, aconselhamento, educação profissional, profissão, tutoria, outplacement, jornada e semana de trabalho, horas extras, teletrabalho, seguro de invalidez, seguro de saúde, seguro de acidentes no trabalho, higiene, saúde e inspeção do trabalho, segurança e saúde ocupacional, assédio moral e sexual, discriminação do trabalhador, direito do trabalho, greve, lockout, falência, insolvência, violência no trabalho, aposentadoria, demissão, justa causa, demissão construtiva, injusta, responsável, desemprego, downsizing, desemprego conjuntural e sazonal, proteção no desemprego, taxa de desemprego, trabalhador permanente, avulso, temporário e eventual, autoemprego, full-time, dona de casa, prestação de serviços, trabalho a tempo parcial, seguro-desemprego, auxílio-reclusão, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-funeral, auxílio-refeição, auxílio-moradia, Bolsa Família, licença-maternidade, licença-paternidade, ticket-alimentação, cartão-alimentação, salário-hora, custo-hora, vale-transporte, vale-refeição, vale-compra, etc. As utilizações dessas expressões podem complicar a Igreja no momento de uma fiscalização pela Previdência Social (INSS) ou pelo Ministério do Trabalho, bem como numa possível reclamatória trabalhista.

Também não devem ser usadas expressões típicas gramaticais como: fonema, dígrafo, letra, encontro consonantal, encontro vocálico, divisão silábica, acentuação, sílaba tônica, monossílabo, dissílabo, trissílabo, polissílabo, oxítona, paroxítona, proparoxítona, acento de insistência, acento diferencial, ortoépia, prosódia, radical, lexema, semantema, morfema lexical, vogal temática, desinência, prefixo, sufixo, tema, infixo, vogal / consoante de ligação, derivação prefixal, sufixal, prefixal e sufixal, parassintética, regressiva, imprópria, composição por justaposição, aglutinação, hibridismo, onomatopeia, abreviação vocabular, redução, siglonimização, palavra-valise, amálgama, neologismo, estrangeirismo, classe gramatical, substantivo, artigo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção, interjeição, etc., incluindo conceitos como: substantivo - simples, composto, primitivo, derivado, comum, próprio, concreto, abstrato e locução substantiva; artigo - definido e indefinido; adjetivo - simples, composto, primitivo, derivado, pátrio, explicativo, restritivo, locução adjetiva; numeral - cardinal, ordinal, multiplicativo, fracionário e coletivo; pronome - pessoal, reto, oblíquo, de tratamento, possessivo, demonstrativo, indefinido, interrogativo, relativo, reflexivo, recíproco, locução pronominal; verbo - regular, irregular, anômalo, defectivo, abundante, pronominal, reflexivo, impessoal, unipessoal, auxiliar, principal, vicário, locução verbal; advérbio - de tempo, lugar, modo, intensidade, afirmação, negação e dúvida, locução adverbial, advérbio interrogativo e adjetivo adverbializado, palavras e locuções denotativas; preposição - essencial, acidental, locução prepositiva, combinação e contração; conjunção - coordenativa: aditiva, adversativa, alternativa, explicativa e conclusiva; subordinativa: causal, condicional, comparativa, conformativa, consecutiva, concessiva, final, proporcional, temporal e locução conjuntiva; interjeição, locução interjetiva, frase, oração, período, sujeito, predicado, objeto direto, objeto indireto, predicativo do sujeito, predicativo do objeto, complemento nominal, agente da passiva, adjunto adnominal, adjunto adverbial, aposto, vocativo, período simples, período composto, oração absoluta, oração coordenada assindética e sindética - aditiva, explicativa, alternativa, conclusiva e adversativa; oração subordinada substantiva - subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, predicativa, completiva nominal, apositiva, agente da passiva e reduzida; adjetiva - restritiva, explicativa e reduzida; adverbial - causal, consecutiva, comparativa, concessiva, condicional, conformativa, final, temporal, modal, locativa e reduzida; oração justaposta, intercalada e período misto; pontuação - vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos, aspas, parênteses, travessão, reticências, ponto de exclamação, ponto de interrogação, colchetes; concordância verbal e nominal, crase, regência verbal e nominal, colocação pronominal - próclise, mesóclise e ênclise; semântica - sinônimo, antônimo, homônimo, parônimo, hiperônimo, hipônimo, polissemia, denotação e conotação e formas gráficas variantes; estilística - figuras de linguagem: figuras de som - aliteração, assonância, onomatopeia e paronomásia; figuras de pensamento - antítese ou contraste, apóstrofe, eufemismo, hipérbole ou auxese, ironia ou antífrase, gradação ou clímax, prosopopeia, personificação ou animismo e paradoxo ou oxímoro; figuras de palavras - alegoria, metáfora, comparação ou símile, catacrese, metonímia ou transnominação, perífrase ou antonomásia e sinestesia; figuras de sintaxe - omissão: assíndeto, elipse e zeugma; repetição: anáfora, pleonasmo e polissíndeto; inversão: hipérbato, sínquise, anástrofe e hipálage; ruptura: anacoluto e concordância ideológica: silepse; vícios de linguagem: barbarismo, solecismo, ambiguidade ou anfibologia, pleonasmo vicioso, redundância ou tautologia, ambiguidade ou anfibologia, cacofonia ou cacófato, eco, hiato, colisão, vulgarismo, plebeísmo, estrangeirismo, neologismo, arcaísmo, preciosismo ou prolixidade, gerundismo, queísmo, parequema; elementos da comunicação - emissor, locutor ou remetente, receptor, locutário ou destinatário, mensagem, código, canal ou contato e referente ou contexto; funções da linguagem - função emotiva, expressiva ou de exteriorização psíquica, função apelativa, conativa, imperativa ou diretiva; função referencial, denotativa, informativa ou cognitiva; função metalinguística ou metalinguagem; função fática ou de contato; função poética ou estética, etc.

Outros conceitos a serem evitados:

flexão - gênero, número, grau, pessoa, tempo, modo, voz e aspecto
substantivo:
gênero - uniforme e biforme, sobrecomum, comum de dois e epiceno, particularidades de gênero, gênero aparente
número - singular e plural dos substantivos simples e compostos e particularidades do número
grau - aumentativo e diminutivo e formas estilísticas
adjetivo:
gênero e número - adjetivos simples e compostos
grau - comparativo de igualdade, superioridade e inferioridade, superlativo absoluto analítico e sintético, superlativo relativo de superioridade e de inferioridade
artigo:
emprego do artigo definido e indefinido
numeral:
emprego em relação a papas, reis, imperadores, soberanos, séculos e capítulos / partes de uma obra, leis, decretos, portarias, artigos, incisos, parágrafos, circulares, avisos e textos oficiais, páginas, folhas, casas, apartamentos etc.
pronome:
pronomes demonstrativos - função endofórica, exofórica, anafórica, catafórica e dêitica
locuções pronominais indefinidas
valores discursivos
verbo:
estrutura verbal - radical, vogal temática, desinência modo-temporal e número-pessoal
flexão - tempo: presente, pretérito e futuro; modo - indicativo, subjuntivo e imperativo; pessoa - primeira: falante, segunda: interlocutor e terceira: referente; número - singular e plural; voz - ativa, passiva e reflexiva; aspecto - aumentativo, diminutivo, frequentativo ou iterativo, incoativo ou inceptivo, conclusivo ou cessativo, imitativo ou onomatopaico, durativo, cursivo ou progressivo, pontual ou momentâneo, permansivo, resultativo ou consecutivo e iminencial
transposição de voz ativa para passiva sintética e analítica e vice-versa
formação dos tempos primitivos e derivados
correlação verbal
uniformidade de tratamento
verbos notáveis
formas rizotônicas e arrizotônicas
particularidades gráficas e fonéticas
funções temáticas
advérbio:
valores semânticos - causa, concessão, conformidade, finalidade, condição, meio, instrumento, assunto, companhia, preço, quantidade, referência, ordem, medida, peso, matéria, proporção, reciprocidade, substituição, favor, efeito, limitação, exclusão, inclusão, consequência, conclusão e argumento
advérbios modalizadores e pronominais
construção de sentido
preposição:
valor relacional e nocional
crase - casos obrigatórios, facultativos, proibidos e polêmicos / crase e suas implicações

frase, oração e período - frase interrogativa, declarativa, exclamativa, imperativa e optativa

sujeito - simples, composto, elíptico, implícito ou desinencial, indeterminado, inexistente, zero ou oração sem sujeito e oracional

predicação ou transitividade verbal - verbo de ligação, intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto e transitivo direto e indireto

predicado - nominal, verbal e verbo-nominal

objeto direto preposicionado, objeto direto e indireto pleonástico, objeto direto interno, cognato ou intrínseco, objeto indireto por extensão

funções sintáticas dos pronomes oblíquos átonos

diferenças entre termos da oração e orações

funções sintáticas dos pronomes relativos

tipos de orações intercaladas ou interferentes

elipse na análise sintática

vírgula no período simples, composto por coordenação e composto por subordinação

concordância verbal com o sujeito simples, composto, verbo ser e parecer, casos especiais, concordância nominal com adjetivos, casos especiais, silepse ou concordância ideológica: gênero, número e pessoa

regência verbal - agradar, agradecer, ajudar, apelar, aspirar, assistir, atender, chamar, chegar, conferir, constar, confraternizar, consistir, custar, constituir-se, comungar, contribuir, deparar, declinar, dar, desculpar, ensinar, esquecer / lembrar / recordar / admirar, fugir, haver, implicar, importar, informar / avisar / aconselhar / anunciar / advertir / alertar / certificar / cientificar / dizer / comunicar / encarregar / impedir / incumbir / noticiar / notificar / prevenir / proibir, interessar, morar / residir / situar / estabelecer-se, namorar, necessitar, obedecer / desobedecer, pagar / perdoar, pedir / dizer, presidir, perceber, precisar, pisar, preferir, proceder, persuadir, querer, responder, reparar, resignar, satisfazer, servir, simpatizar / antipatizar, suceder, torcer, visar

funções do que, se e como

acentuação de monossílabos tônicos, proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas, hiatos e ditongos abertos tônicos, hiatos eem e oo, trema, acentos diferenciais, variantes na grafia e na pronúncia

emprego do hífen - prefixo terminado em vogal e em consoante

emprego de letras - E ou I, O ou U, C, S, SS ou Ç, X ou CH, G ou J, uso do SC, SÇ e XC, uso do H, K, W e Y

abreviaturas, abreviações, siglas e símbolos

dupla grafia

emprego de iniciais maiúsculas e minúsculas

merônimos, holônimos, acrônimos, topônimos, antropônimos, axiônimos, oneônimos

campo lexical e campo semântico

intertextualidade - paródia, paráfrase, citação, plágio, alusão, estilização, epígrafe e pastiche

fatos e dificuldades da língua culta

expressões idiomáticas e provérbios

morfema lexical, derivacional e flexional

cognatos, alomorfia, prefixos, sufixos e radicais gregos e latinos, sufixos nominais, verbais e adverbiais

derivação prefixal / prefixação, sufixal / sufixação, prefixal e sufixal / prefixação e sufixação, parassintética / circunfixação, regressiva / regressão, imprópria / conversão

neologismo mórfico e semântico

Também não se devem usar expressões tipicamente literárias, como gênero literário épico, lírico, dramático, romance, novela, conto, crônica, epopeia, poema, prosa poética, tragédia, comédia, tragicomédia, drama, auto, farsa, estilo individual, estilo de época, trovadorismo, humanismo, classicismo, quinhentismo, literatura de informação, barroco, arcadismo, neoclassicismo, romantismo, naturalismo, realismo, parnasianismo, simbolismo, modernismo, vanguardas europeias - cubismo, futurismo, expressionismo, dadaísmo, surrealismo, prosa intimista, urbana, regionalista, social, política, 1ª geração modernista, 2ª geração modernista, 3ª geração modernista, pré-modernismo, pós-modernismo, Semana de Arte Moderna de 1922, etc.

Também não se devem usar expressões tipicamente textuais, como linguagem, língua, fala, cultura, erro gramatical, erro linguístico, comunicação oral e escrita, adequação da linguagem ao contexto, texto literário e não literário, discurso direto, indireto e indireto livre, estilos, tipologias textuais: narração, descrição, dissertação, argumentação, injunção e exposição, elementos da narrativa: foco narrativo, personagens, tempo, espaço ou ambiente e enredo ou trama, tempo cronológico, psicológico e histórico, espaço físico, psicológico e social, narrador personagem, observador e onisciente, protagonista, antagonista, personagem coadjuvante ou secundário, descrição objetiva e subjetiva, dissertação argumentativa e expositiva, introdução, desenvolvimento e conclusão, ordem na narrativa, descrição e dissertação, resumo, resenha e sinopse, crítica, delimitação do tema, semiótica ou semiologia e linguística, compreensão e interpretação de textos, operadores argumentativos, pressupostos e subentendidos, transposição do discurso direto para o indireto, texto injuntivo e texto prescritivo, estratégias argumentativas: modalização, exemplificação, enumeração, fato histórico, comparação, contraposição, causa e efeito, dados estatísticos, definição, testemunho de autoridade, contra-argumentação, pergunta retórica, métodos argumentativos ou métodos de raciocínio: silogismo, método de raciocínio dedutivo e raciocínio indutivo - premissa maior e menor, método de raciocínio dialético - tese, antitese e síntese, falácia, gêneros textuais: telefonema, sermão, cartas (comercial, pessoal, argumentativa, oficial...), romance, conto, crônica, poema, bilhete, reportagem jornalística, aula expositiva, reunião de condomínio, notícia jornalística, horóscopo, receita culinária, bula de remédio, lista de compras, cardápio de restaurante, panfletos, charges, quadrinhos, instruções de uso, outdoor, inquérito policial, resenha, edital de concurso, piada, fábula, conversação espontânea, conferência, carta eletrônica, bate-papo por computador, apostilas, aulas virtuais, coesão e coerência, texto incoeso e incoerente, coeso e incoerente, incoeso e coerente e coeso e coerente, coesão referencial: anáfora, catáfora, elipse e substituição, coesão sequencial: conjunções e locuções conjuntivas, preposições e locuções prepositivas e pronomes relativos, coesão recorrencial: reiteração, paralelismo sintático e semântico, simetria de construção, paráfrase, fatores de coerência: manutenção temática, conhecimento de mundo, situação de comunicação, mecanismos gramaticais e semânticos do idioma, coerência narrativa, coerência argumentativa, coerência figurativa, coerência temporal, coerência no nível de linguagem ou coerência de registro, progressão ou continuidade textual, domínio do registro culto, registro culto e coloquial, variações linguísticas: histórica ou diacrônica, geográfica, regional ou dialetal, diastrática, social ou sociocultural, diafásica, situacional ou expressiva, língua falada e língua escrita, erros de acentuação, ortografia, emprego de classes gramaticais, concordância, regência, colocação pronominal, crase e pontuação, reescritura de frases e textos, locuções substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas, conjuntivas, interjetivas e denotativas, nominalização, formalidade e informalidade, intencionalidade discursiva, etc.

A maneira certa de pagar o dízimo

Todo ser humano que concluiu pelo menos a alfabetização sabe que o dízimo de Jesus é obrigatório, e não há questionamentos quanto a isso. Porém, muitos dizimistas não sabem o verdadeiro significado dessa doação e a simbologia cristã que Jesus empregou nas entrelinhas.

O dízimo foi um método criado por Deus para que os humanos possam ter acesso às coisas celestiais. É preciso deixar claro que a nossa moeda (real, dólar, euro ou peso) não tem nenhuma importância para Deus, o que realmente importa é o ato de contribuir. Se você contribui com uma quantia elevada, significa que você tem mais fé, pois está abrindo mão de algo que para nós pode ter muito valor, mas não chega nem perto daquilo que Jesus pode nos dar. É com o dízimo que compramos a salvação, os terrenos no céu, as mansões celestiais mobiliadas, pagamos as sessões de desencapetamento, os milagres, as curas e todo tipo de bênçãos que ainda está em estoque. 

Na semana passada, o Senhor me deu uma revelação, explicando a simbologia que Ele havia usado para exortar a importância do pagamento do dízimo. O senhor explicou detalhadamente o significado de cada nota de dinheiro e o verdadeiro valor que cada uma delas possui. Confira:

Nota de 2 REAIS


Essa nota é representada por uma tartaruga, um animal extremamente lento. Ao contribuir com este valor, sua benção vai demorar séculos para chegar. Sem falar que você vai andar com passos de tartaruga, de dois em dois reais, e talvez o mundo acabe antes de você finalmente conseguir comprar a sua salvação. Você realmente acha que está agradando a Jesus com uma oferta medíocre dessas?

Nota de 5 REAIS

Essa nota é representada por uma garça, um animal que vive na lama do mangue. Quando você contribui com este valor, está jogando sua salvação na lama, sujando sua alma e sua reputação perante Jesus, ficando cada vez mais encardido de pecado. Tem certeza que é nessa imundície que você quer viver?

Nota de 10 REAIS

Essa nota é representada por uma arara, um animal que voa baixo. O verdadeiro cristão deve voar alto como uma águia, para conseguir alcançar os céus. Sem falar que araras são aves coloridas, assim como essas bandinhas emossexuais de roque. Quando você se torna igual a eles, em pouco tempo Jesus cortará suas asas. Tem certeza que você vai querer despencar do céu e cair com a cara na poeira?

Nota de 20 REAIS

Essa nota é representada por um mico leão dourado, um mini macaco de juba, que tenta se passar por um leão. Assim como o anticristo, que é um demônio imundo querendo se passar por Jesus, que é o verdadeiro leão da tribo de Judá. Você vai querer "pagar o mico" de ofertar essa quantia insignificante?

Nota de 50 REAIS

Essa nota é representada por uma onça, um animal que apesar de ser forte, está em extinção. Dessa forma, a sua benção apesar de ser forte, também estará extinta. Já ouviu alguém chamar um traidor de “amigo da onça”? Ao contribuir com esse valor, você estará se tornando um traidor mesquinho como Judas Iscariotes. Tem certeza que vai querer trair Jesus e passar para o time de satanás?

Nota de 100 REAIS

Essa nota é representada por um peixe, que simboliza o cristianismo. Jesus quando esteve na terra, multiplicou os pães e os peixes. Isso significa que ao contribuir com esse valor, as bênçãos serão multiplicadas abundantemente em sua vida. Portanto, dê a Jesus muitos peixinhos, pois só assim você conseguirá mergulhar fundo em todas as bênçãos que Deus preparou para você.

Quando eu ministrei essa pregação ungida em minha igreja, todos os fiéis liberaram brados de glórias e aleluias, e não tem como ser diferente. Espero que você tenha aprendido a forma certa de dizimar, pois só assim você conseguirá ser próspero em suas finanças.

Diferença entre dízimo e oferta na Missa?

Não é de hoje que a Igreja nos convida a sermos dizimistas. Sim, até os jovens são chamados a fazer sua doação.

Mas muitos se perguntam: se eu já sou dizimista ou se a Igreja Católica pede o dízimo, porque ainda recolher aquela doação no momento da Apresentação das Ofertas na Missa?

Esse momento é impropriamente denominado ''ofertório'', pois o verdadeiro ofertório da Missa só se realiza depois da Consagração, ou narrativa da instituição da Eucaristia.



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Acontece que o Dízimo é uma contribuição comprometida com sua comunidade, que precisa ser feita periodicamente, normalmente uma vez ao mês, conforme as condições de cada fiel. É um exercício de doação e partilha, em que o cristão se mostra disponível a cuidar das dimensões religiosa, social e missionária da Igreja.

Já a Oferta é algo que se dá além do dízimo, é uma entrega sem compromisso, que podemos fazer em qualquer igreja, sem necessariamente ter uma periodicidade. Além da contribuição financeira, ela também pode ser feita por meio de doação de alimentos, materiais, roupas, entre outras coisas. É uma doação a mais, que podemos fazer espontaneamente para auxiliar determinada igreja e até mesmo os irmãos mais necessitados que frequentam aquela comunidade.

Mas por que a coleta é feita durante a Missa?

O ofertório é o momento propício em que os fiéis podem demonstrar sua participação e seu comprometimento, pois apresentam os frutos de seu trabalho.

Antigamente, o próprio povo levava o pão e o vinho de suas casas. Hoje, uma das maneiras de apresentar os frutos de nosso trabalho é essa oferta em dinheiro. Desta maneira, temos a oportunidade de unir nossa oferta, nosso sacrifício à oferta e sacrifício de Jesus, que nos dá Seu Corpo e Sangue.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Crise: fiéis fazem oferendas em frente a bancos

Rio - Em tempos de crise e falta de dinheiro, religiosos apelam para tudo. Orações, promessas, simpatias, novenas e até mesmo oferendas em portas de bancos, por que não? Há quase um mês, a funcionária pública Luciana Vasconcelos, 45 anos, teve duas surpresas. Ao precisar sacar dinheiro num caixa eletrônico na Rua Humaitá, num dos bancos onde é cliente, Luciana deu de cara com um despacho em frente à porta giratória. Preferiu voltar para casa sem o dinheiro do táxi. “Voltei de ônibus mesmo. Não acreditei quando vi as oferendas na porta do banco”, afirmou.

Gerente pede a funcionários da faxina para retirar os despachos

Divulgação


O que ela não poderia imaginar é que, poucos dias depois, quando precisou ir à outra agência, desta vez na Rua Siqueira Campos, em Copacabana, esbarraria mais uma vez com um despacho.

Os trabalhos seriam uma forma de agradar a divindades próximo a locais onde circula bastante dinheiro. A intenção é atrair bons fluídos para a vida financeira.

O empresário Alvim Graças na última quinta-feira acordou cedo e, como de praxe, foi sacar dinheiro no banco em que tem conta em Jacarepaguá. Para sua surpresa, encontrou uma abóbora com uns quiabos bem em cima do caixa eletrônico. “Fiquei na dúvida se era macumba ou se algum cliente resolveu deixar um camarão na moranga de presente para o gerente”, brinca.

Oferendas são conhecidas

Há quem jure de pé junto que esse tipo de situação não é raridade. “É bastante comum esta oferenda nas portas dos bancos”, garante o gerente da agência do Santander, que funciona dentro do prédio da Prefeitura do Rio de Janeiro, na Cidade Nova, Antônio Paulo Alencar.

O gerente conta que na agência da prefeitura isso nunca aconteceu. “Aqui é mais difícil talvez por conta dos seguranças, pois o prédio fica fechado durante a noite e é vigiado”. Mas ele admite que quando trabalhava em outras agências que ficavam na beira de rua, cansou de chegar de manhã e encontrar cestas com frutas, balas, velas e flores. “Eu chamava e pedia logo ao pessoal da limpeza para levar o despacho para longe. Bicho morto nunca vi, graças a Deus.”

Antônio Paulo diz que foi criado sob os preceitos da religião católica, mas que sempre respeitou todas as religiões. “Nunca tive o menor preconceito com qualquer crença. Sou católico por criação, mas também já fui a centros espíritas e conheço um pouco da Bíblia, como todo bom brasileiro”, diz.

Pais de santos divergem

Para o babalorixá Pai Jair de Ogum, esse é o tipo de coisa que não tem ligação com qualquer segmento espiritual. “Não é umbanda, não é candomblé, não é doutrina nenhuma. Isso é desespero.” Ele afirma que não há nenhum líder espiritual sério que oriente seus fiéis a arriarem obrigação em porta de banco. “Nunca me pediram isso. Sabem que sou sério, repare só na esperteza”, comenta.

O babalorixá retorquiu em relação a esse tipo de ritual: “Não é verbo, nem pronome, nem numeral, nem adjetivo, nem advérbio, nem artigo, nem substantivo, nem interjeição, nem preposição, nem conjunção, nem adversativa, nem concessiva, nem conclusiva. Isso é coisa de Zé Maranhão.” Ele argumenta que isso não se relaciona com gramática, e sim com reportagem de jornal ao vivo. Pior seria dentro de uma casa lotérica, de uma agência dos Correios, de uma cooperativa financeira ou consultoria, de um correspondente bancário ou em um caixa eletrônico em um terminal de ônibus, hipermercado, supermercado, padaria, farmácia, drogaria, posto de combustível ou loja de conveniência, ou dentro de um shopping center ou uma instituição pública, universidade, cartório, fórum, delegacia, tribunal ou centro administrativo estadual/municipal.

Mas há quem faça. Pai Sérgio de Ogum, por exemplo, diz que o trabalho serve para melhorar a vida financeira das pessoas. “É uma oferenda para Odum Abará, um santo muito velho, que ajuda quem está sem dinheiro.”

Procurada, a Comlurb explicou que quando há esse tipo de ocorrência, os garis recolhem normalmente, muito embora as oferendas religiosas encontradas no Alto da Boa Vista sejam recolhidas por um gari que é pai de santo.

Não é pronome pessoal, nem possessivo, nem demonstrativo, nem indefinido, nem interrogativo, nem relativo, nem reflexivo, nem recíproco. Isso é coisa de Zé Paraíba, não é gramática.

Como funciona uma oferenda aos orixás? / Despacho, entrega ou oferenda?

TERMO CORRETO
Em vez de “despacho” ou “entrega”, umbandistas preferem “oferenda”. A prática é uma maneira de entrar em contato com os orixás (espécie de deuses) e com os guias (entidades mais próximas dos humanos). Em geral, serve para pedir algo, agradecer ou manter conexão com o mundo espiritual – o exemplo mais famoso disso são as entregas no mar a Iemanjá

1. CONTATO COM A NATUREZA
Em casa, o umbandista deve tomar banho de ervas, vestir-se de branco e acender uma vela dessa cor. Em seguida, dirige-se ao local da oferenda, que dependerá do objetivo e do orixá envolvido. O mais comum são cachoeiras, beiras de rio e bosques. As encruzilhadas só servem para Exu, orixá dos caminhos

2. ÁLCOOL E FUMACÊ
Por exemplo, uma oferenda a Oxóssi, orixá das matas, deve acontecer, de preferência, de dia. Ao chegar à entrada do bosque, ele se ajoelha e pede licença para que os guardiões do local autorizem seu trabalho. Ali, oferece um copo de pinga, um charuto e uma vela preta ao orixá

3. BANQUETE
O fiel entra devagar na mata, concentrado e em silêncio. Ao encontrar uma árvore grande e bonita, que lhe chama a atenção, ele limpa o espaço em volta. Com as folhas que retira do chão, forma um tapetinho para entregar a oferta. No caso de Oxóssi, a oferenda deve conter bebida, fumo e frutas

4. MANDALA COLORIDA
A pessoa ainda precisa decorar a oferenda. Abre o mamão, retira as sementes e joga cerveja nele. Além disso, combina as outras frutas cortadas. Em oração, dispõe as velas em círculo. Em seguida, acende os charutos, um a um, e dá três baforadas em direção à oferenda. Para concluir, se ajoelha e encosta a cabeça no chão

RECICLAGEM
A oração acaba quando as velas terminam de queimar. Então, é importante recolher tudo. Caso contrário, o fiel estaria agredindo a mata, local preservado pelo orixá a quem ele dedicou aquilo. Após a limpeza, ele vai embora em silêncio. Normalmente, essa oferenda serve para pedir vida farta e saudável

 Este é um capítulo novo no que tange a despachos. Entregas e Oferendas. Aqui deixaremos as dicas para que sua oferenda, assim a chamaremos, pois este nome traz uma plasticidade vibratória de elevado teor magnético, das forças positivas e salutares regeneradora de todas as vibrações eletromagnéticas do campo áurico de pessoas e coisas , pois como se apregoa em vários ensinamentos orientais, as palavras tem um poder magistico de ação e reação.

Encerrando este preâmbulo, ditaremos a melhor forma de fazer sua oferenda, desde a saída do terreiro ou de casa, seu comportamento na entrega e sua conduta durante os dias vindouros, ou seja, sua conduta nos dias que precederam a oferenda.

Fica dito nestas páginas: Como pode alguém esperar que algo salutar se projete de uma entrega (Oferenda) que se faz em uma via de fluxo incessante de pedestres e veículos automotores, se já não bastasse o campo magnético de todas as ordens influenciando na oferenda, temos a poluição dos veículos e mais grave ainda, as rodas que quase sempre passam por cima da oferenda, reduzindo-as a um amontoado de lixo de vibração negativa, tanto para os transeuntes quanto para o filho de fé que sem noção acarretará um carma energético para si, pois mexeu com energias livres na natureza, que se ligaram ao seu campo fluídico magnético e também se dispersaram nos pedestres que por perto da entrega (Oferenda), passaram.


Por isso vejam só como é delicado mexer com as forças da natureza, que recebem o impulso que nós dermos. Não somos mais crianças no que tange a realidade espiritual, pois temos livros e mais livros de autores sérios, que nos explicam como fazer o bom proceder nas coisas que desconhecemos, estamos em pleno século XXI, onde já não se comporta mais pessoas que agem como crianças perdidas no jardim de infância das facilidades, hoje temos que estudar se queremos um futuro melhor para nós e para a humanidade terrena.

A partir de agora daremos algumas pinceladas rápidas, porem instrutivas de como fazer que sua Oferenda seja bem aceita:

1°- Que a Oferenda seja ditada por uma entidade “incorporada “ ou por um cavalo(Médium) intuitivo, de respeitabilidade social e mediúnica sem máculas.
2°- Ao preparar sua oferenda, lembre-se que ai já começa sua concentração no processo magistico, de manipulação de energias livres que poderá influir e muito no objetivo final.

3°-Ao fazer sua entrega procure lugares ermos, ou seja, desertos, sem pessoas que possam influenciar com seu campo magnético espiritual de forma negativa, e nem ser influenciado por sua Oferenda, pois qualquer influencia de ordem negativa em nossos semelhantes, teremos que pagar através da lei do carma

4°- Tome cuidado com a natureza que vos cerca, pois não podemos ser causadores de desastres como incêndios, cortes em decorrência de vidros, poluição dos mananciais hídricos e etc...

5°- após sete dias, com raras exceções em que a entidade disser ao contrário, você deve voltar ao local da entrega e retirar os resíduos materiais de sua Oferenda, para que o local que recebeu sua Oferenda de braços abertos, esteja sempre em condições de receber uma nova Oferenda, sua ou de outrem, que necessite como você necessitou de cumprir suas obrigações.
Lembre-se nada material supera o mental, a força de todos nós esta na mente, e não em ritualística, não seja escravo dos despachos que são utilizados como muletas, pelos irmãos de pouca instrução e capacidade de discernimento do correto e do falso;
E que ficam nas mãos de pessoas inescrupulosas que querem ganhar monetariamente, com a ignorância dos filhos de fé menos instruídos, ditando despachos escabrosos e de nível umbralineo( Das trevas). Por isso diga não aos despachos e sim as Oferendas.

Saravá a Umbanda!!!

domingo, 3 de novembro de 2019

2014 - Jet relança seu serviço em SD e HD


Fora do ar há 2 anos de hiato, a Jet relançará seu serviço, em definição padrão (SD) e alta definição (HD), com novos recursos: gravação, gravação remota, gravação recorrente, gravação simultânea, gravação externa, interação com gravação para pausar, parar, retroceder, avançar, replay, avançar em até 30 segundos, interatividade com aplicativos: previsão do tempo, streaming de música, Twitter, Facebook, Instagram, YouTube e identificador de chamadas, conexão à Internet, lista de canais favoritos, compra de filmes Pay-Per-View por controle remoto, modo de economia de energia e manual do usuário interativo, além de um serviço VOD: plataforma de vídeo sob demanda

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Em 14 de julho, assinantes de Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, São Luís e Teresina terão um serviço HD, incluindo 60 canais em alta definição, saída HDMI, memória interna para gravação de programas, capacidade de 500 GB, mais que o triplo dos demais receptores (160 GB), guia de programação com exibição dos próximos 10 dias, gravação de estreias e reprises múltiplas, com 4 planos oferecidos: Fácil, Essencial, Família e Família HD.

Indecente ou indescente?

 Segundo as regras ortográficas da língua portuguesa, a palavra correta é indecente, sem o uso da letra s antes da letra c. A grafia indesce...